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A mostrar mensagens de setembro, 2011

Delimitação de espaço: os emplastros

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Lá vou eu ser repetitiva. Pois vou falar de novo na situação no espaço entre um cliente e outro. Quase todos os dias surge este problema, eu noto-o mais que os próprios clientes. Hoje houve uma situação em que o cliente que eu estava a atender ainda não tinha feito o pagamento, e já duas senhoras tinham o carrinho vazio atrás deste cliente de forma a que este nem se podia mexer, pois estava trancado. As senhoras não fizeram por mal, aliás são pessoas bem formadas e simpáticas. Acho que elas não tinham mesmo a noção do que estavam a fazer. O cliente ficou encurralado. Eu vi o Sr. um pouco aflito e pedi às senhoras "um momento que este senhor ainda está a ser atendido e assim, não consegue chegar ao multibanco"! Elas imediatamente pediram desculpa e recuaram. Talvez uma delimitação de espaço desenhado no chão resulte, como nos bancos, por exemplo! Se calhar a situação custa-me mais a mim a presenciar do que ao resto das pessoas, por isso se eu estiver a exagerar avisem-me. Eu n...

Os animais, são os melhores amigos do mundo!

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Sempre que há uma feira no Continente, e essa feira está nos meus gostos, eu gosto de a publicitar. Normalmente, as minhas feiras sazonais do Continente preferidas são: do bebé, do livro, do material escolar, dos brinquedos. Hoje é a dos animais, porque eu também gosto muito dos animais, porque eles são os melhores amigos do mundo! Visitem a feira, há muitos descontos em cartão!     Ver folheto !   Nota : as datas da feira, não são iguais em todos os Continentes

O descaramento

É  engraçado e ao mesmo tempo, não tem graça alguma. Agora que sei que os clientes se podem vir a "reconhecer" nos meus relatos, tenho de ter um pouco de cuidado. Custa-me imenso o facto dos clientes abusarem nos sacos. Um destes dias um cliente, apanhou uma caixa sozinha com um monte de sacos em cima porque uma colega, de outra seccção  saiu e deixou-os lá por lapso. Sendo de outra secção e estando apenas ali para reforçar, é normal se ter esquecido de os arrumar. Ele foi lá buscar os sacos, disfaçou e colocou-os dentro de outro quando já estava na minha caixa. Para que ele não roubasse mais eu ia-lhe dando poucos e ia eu arrumando as compras. No final, ele perguntou se eu não lhe arranjava "uns saquitos".  Eu disse-lhe: "com certeza!" Peguei em dois (só dois e tive para lhe dar um) sacos e dei-lhe. Ele ficou a olhar para mim, e eu fiz-lhe um sorriso daqueles!   

Ainda em relação às facturas do material escolar

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Na altura das facturas de material escolar,  a propósito  deste post, surgiam algumas dúvidas. Resolvi enviar um email para as finanças, na esperança que o esclarecimento fosse tão claro quanto a clareza da minha questão. Mas a resposta foi muito técnica, a meu ver. Deixo uma cópia do email que enviei, bem como a resposta que obtive cerca de 10 dias depois:   meu email: Boa tarde, Queria tirar duvidas à cerca das facturas do material escolar para efeitos de IRS.Se uma factura tiver escrito no lugar do número do contribuinte "consumidor final" fica sem valor ou posso colocar o numero de contribuinte à frente? E tem de ser no nome ( e contribuinte) da criança ou pode ser no do pai? A factura pode vir passada manualmente? Pedia que me esclarecessem para também eu poder esclarecer. Obrigada   Resposta: Em resposta ao seu email informo que nos termos do artº 78 nº6 al.b) do CIRS ( Código do Imposto sobre Rendimento de Pessoas Singulares), para que  as despesas de educação possam ...

Gostava que a mensagem do meu livro passasse mais...

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Hoje gostava de falar sobre o meu livro. Mais propriamente sobre os primeiros que tenho conhecimento que já foram vendidos:   Na loja Bertrand do Vasco da Gama uma amiga disse-me que o livro não estava à vista, mas quando perguntou ao funcionário por ele, ele imediatamente o foi buscar; Na Bertrand de Cascais, a minha amiga (virtual, por enquanto) Mafalda, disse-me que o tinha encontrado "escondidinho" entre dois outros livros e que o que ela comprou era o único que lá estava. Aliás ela até fez um post no blog dela a falar sobre o livro aqui  e desde já aproveito para lhe agradecer. Obrigada pela divulgação!   Numa outra Bertrand no Norte, não sei exactamente qual, o meu livro também não estava à vista, mas quando se fez a pergunta á funcionária, ela foi direitinho ao local onde ele estava.   Eu apenas gostava de o livro estivesse mais visível, gostava de o poder publicitar de alguma forma, sem que tivesse de gastar dinheiro com isso. Talvez depois do lançamento, mude alguma ...

Os comentários que passaram do blog para o livro

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  clicar para aumentar Parte da capa do livro, com os comentários que escolhi do blog, para o livro. Obrigada a todos os  comentadores, não só aos que os comentários passaram para o livro, mas a todos mesmo :)

Ditos

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Fulano A: - Parece que agora há um novo membro a querer entrar para a Sonae! Fulano B: - Quem? Fulano A: - O Alberto João Jardim! Fulano B: - Mas porquê? Fulano A : - Porque ele diz que "conta com o Continente"! Imagem copiada da internet  

Que mau feitio Sr. Cliente!

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Pergunto a um cliente se tem "cartão de cliente". Ele atira-o para a minha frente e pergunta: "que dinheiro é que isso aí tem?" Eu respondo que no momento está a zero. E o cliente responde: " então fique com ele !" Eu fiquei a olhar para o cliente sem lhe responder e deixei ficar o cartão lá no lugar onde este o deixou. Entretanto concluí o atendimento, e o cliente olha mais uma vez para o seu cartão e pega-lhe de súbito e leva-o consigo!   É que nem sei o que lhe passou pela cabeça. Se ele o lá deixasse eu entregava-o no balcão de informação...Há cada situação!    

Nos recortes do blogs SAPO

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Um dos meus posts esteve nos recortes do Sapo Blogs. Não cheguei a tempo de fazer um PrtScn do momento, mas fica um outro PrtScn. O post foi este .  

As pastilhas elásticas, as birras e as crianças

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Uma menina com cerca de quatro aninhos chorava imenso na minha caixa porque queria, imaginem , pastilhas! Estava com a família, onde a mãe dizia que não lhe ia comprar pastilhas. O volume do choro aumentava de vez em quando. Mas a criança tinha lágrimas a cair-lhe por todo o rosto. Já todas as pessoas da fila tinham percebido o porquê do choro. Aliás quando esta família deixou a caixa, houve uma senhora que disse: " se fosse eu comprava as pastilhas só para a rapariga se calar!"   Eu não respondi, mas pensei para comigo que se a mãe não lhe comprou as pastilhas, certamente teria um bom motivo.   P.S Vejam um exemplo de uma grande birra...   

Inovação nas compras

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No grande Continente há inovações que não existem no "meu" Continente modelo. E esta que se segue no vídeo, eu como cliente gostava de a ter, se bem que seria um sistema complicado para muitos dos clientes que eu conheço! São estes scanners que nos ajudam logo a saber os preços e assim a demorar menos tempo na escolha dos produtos. Basta o cliente se registar no balcão de informação. Este Programa do "Conta com Desconto" ainda não o vi na TV, mas tem de facto boas ideias. Ora vejam:  

Consumidor final nas facturas

Hoje foi o dia em que muitos pais tiveram acesso á lista de material necessário para este ano lectivo, pois eram muitos os papás que vinham com a dita e com os artigos. Foi um dia um pouco atribulado porque o nosso método de fazer as facturas, quando aparecia alguém cujo número de contribuinte não estava no nosso sistema, a factura saía com o espaço do nº contribuinte preenchido com “consumidor final”. E pelo que sei (que não sei muito) não convém que a factura vá com consumidor final, pois a intenção de terem número é mesmo para não serem trocadas. Então a alternativa era pedirmos aos clientes para se dirigirem ao balcão de informação, para cadastrar o nº de contribuinte, para desta forma a factura vir de forma correcta.   Alguns clientes reclamavam, não compreendiam que esta situação não era culpa nossa e que o que estávamos a fazer, era o nosso melhor para que as facturas fossem correctamente preenchidas, já que nas finanças estão cada vez mais existentes. Mas felizmente, o maior nú...

O meu blog deu em livro

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Uma coisa que tenho pensado ultimamente:  depois de eu saber que tanto os clientes que atendo como os meus colegas sabem que eu escrevo sobre eles ou sobre situações, será que vou conseguir ter a mesma liberdade de expressão?

Carta aos "meus" leitores

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Na minha adolescência tive um desejo de escrever um livro. Pois tinha e ainda tenho uma tia (embora já muito velhinha) que na minha infância me contava as histórias mais lindas. Os contos, como ela chamava. Eram histórias tradicionais, mas com uma versão que só ela conhecia, geniais! Como as historias já vinham da mãe ou da avó da minha tia essas versões devem ter mais de 100 anos. Eu tinha um rádio gravador a cassetes e pensei mesmo em gravar os seus “contos” e transformá-los em livro. No entanto ficou apenas esse desejo que não cheguei a realizar.   Entretanto passaram mais de duas décadas, e com estas novas tecnologias e o desenrolar deste blog fui ouvindo dizer que os meus relatos poderiam dar em livro. Inicialmente nem acreditei muito que isso fosse possível. Mas depois, houve um momento em que já estava dentro do projecto e percebi que ia mesmo escrever um livro. Pois é meus amigos, visitantes, leitores, o meu blog vai dar em livro. Se durante cerca quase quatro anos o meu blog e...

Pedir a vez, não em quem está à frente, mas à operadora de caixa...

Um cliente que só tinha dois artigos passa por duas pessoas que estão na fila e diz-me: " pode me passar isto?" Eu respondo que tem de pedir aos outros clientes , mas se eles não se importarem eu passo! Ao que este responde: " mas eu estava  a pedir era a si"! 

A demora no momento de pagar a conta

Uma cliente está a demorar muito a fazer o pagamento porque está à procura dos cupões e dos cartões, mas muito nas calmas , sem se importar com as pessoas que estão na fila. Na fila eu via as pessoas a olhar para o relógio e com alguma impaciência . Eu tento apressar a cliente e ela diz-me: " você está muito stressada, tenha calma"! Fiquei a olhar para a cliente com cara de parva! Se todos os clientes demorassem o tempo que esta senhora demorou para fazer o pagamento, as filas chegavam à rua!

Cenas perfeitamente evitáveis II

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Sei que estou a ser repetitiva, mas são as situações que também se repetem. Novamente depois de eu ter fechado a caixa, ter arrumado tudo, e estar a preparar-me para sair, uma colega (chefe de secção) pergunta-me se lhe posso passar só  o almoço. Isto no momento em que já tinha dito a uma cliente que a caixa estava fechada, e mesmo com essa cliente a olhar para ver a minha resposta. E não havia filas, a colega apenas tinha duas pessoas em espera? Eu disse à colega que não a podia atender porque já outra cliente me tinha pedido e eu tinha dito que “estava fechado”! A resposta da colega foi “eu nem comento”.   É que depois eu é que me fico a sentir mal com a situação e a falta não foi minha. Custa-me que as pessoas não respeitem o meu trabalho, ainda por mais pessoas de onde devia de vir o exemplo, já que são pessoas bem formadas, e por isso (neste caso) são chefes. E depois parece que ficam zangados comigo.   Mas desta vez vou fazer alguma coisa. Vou mesmo!

A espera devia de ser vista como um momento de descanso

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O primeiro dia de aulas está à porta, e a procura por material escolar tem se intensificado. Logicamente os clientes precisam de pedir factura e por isso as coisas demoram mais um bocadinho, o que é normal. Um destes dias uma cliente dividiu o material em três contas e pediu três facturas uma em nome de cada filho. Possivelmente deveria ser assim que todos os pais deveriam fazer, mas a maioria junta tudo. Quando esta cliente saiu da caixa, o cliente que estava a seguir, num acto de desabafo ou de impaciência, disse " o que vale é que só tem 3 filhos se fossem 10 já não saía daqui hoje"! Enfim...

Cenas perfeitamente evitáveis

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Já aqui há uns tempos contei, que certa vez depois de eu já ter fechado a minha caixa  e de ter indicado outra caixa aos clientes, atendi uma colega que me pediu. Ao fazer isto,  um cliente apercebesse da situação  e vai se queixar ao balcão de informação . Nessa altura tive de ouvir (uma repreensão), mas assumi o meu erro e decidi não voltar a errar. Mas é uma situação complicada, porque de vez em quando, depois de eu já ter fechado a caixa, lá vem uma colega pedir... e eu tenho de dizer NÃO! Ainda hoje o facto se repetiu.  E depois eu é que fico constrangida. Mas porque será que as pessoas não entendem!? Afinal estamos todos no mesmo barco!