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Ela derrubou e não apanhou

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Uma situação que acontecesse algumas vezes, no supermercado é alguém derrubar algum artigo de uma prateleira, mesmo sem querer, e não o apanhar! Para esses clientes deixo o "prémio" habitual.

Os quebra-regas do supermercado

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Para uma sociedade funcionar bem, é essencial que existam regras que estabeleçam ordem, segurança e justiça. As regras servem como guias para o comportamento humano, garantindo um equilíbrio entre a liberdade individual e o bem-estar coletivo, além de ajudarem a resolver conflitos de forma pacífica. Por exemplo, existem regras e sinais no trânsito, para orientar o fluxo de veículos e peões, garantindo a segurança e a organização do trânsito. As pessoas tiram a carta de condução para saberem andar convenientemente na estrada. Há regras para participar numa competição. Há regras num aeroporto, onde o mais importante é seguir a sinalização, dirigir-se ao balcão de check-in e depois à área de embarque, passando pelos controlos de segurança, e deve permanecer atento aos ecrãs para verificar alterações. Ora num supermercado, também há regras, que são muito básicas e que estão perfeitamente identificadas, quer em cartazes, quer em sinalética, quer em setas. No entanto, há dias em que os clien...

O chão do lixo é aqui!

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Nas caixas selfies não entram carrinhos

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Não tem conta as vezes que vejo, pessoas com carrinhos cheios a quererem ir para as caixas rápidas. Na zona das caixas "selfies" , em português, auto-atendimento ,  não são permitidos carrinhos grandes. Este espaço, é para quem tem menos quantidade de artigos, o lugar é mais limitado, e o objectivo é agilizar o processo para todos os clientes. Se existir lá carrinhos dificultariam a circulação e fariam um engarrafamento, quando o que se pretende, é precisamente o contrário.  Muitas pessoas não entendem. Muitas pessoas não querem saber. Muitas pessoas reclamam. Outras pessoas, armadas em espertas, tiram os artigos do carrinho, colocam no chão e em cima da plataforma, vão dar a volta, registam, e passam para o carinho que está do lado de fora. É uma total falta de respeito pelo objectivo destas caixas. Por isso se tem um carrinho cheio, vá a uma caixa tradicional! Atualização: Afinal há hipermercados onde, podem passar nas selfies pessoas com carrinhos grandes, mas há um l...

O cliente lesiona

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Talvez , o facto de ter fibromialgia me torne mais sensível, talvez se o cliente não pensasse só na sua comunidade para entregar os pesos pela frente em vez de os colocar sobre o tapete, ou os levantar ele próprio, minimizasse os danos que podem causar, inclusive as pessoas sem problemas. Estes gestos provocam danos, e podem levar o trabalhador a se lesionar e a por baixa! Já me lesionei nas costas, no ombro, e principalmente no pescoço devido à teimosia dos clientes! O tapete rolante serve justamente para facilitar , para ajudar principalmente em artigos pesados!

O respeito pelo espaço da operadora de caixa

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Uma das situações que incomodam, é retirarem-me os artigos das mãos e não esperarem que eu os registe e os coloque do lado do cliente. A situação piora, quando são duas pessoas, por exemplo um casal, onde um fica próximo à operadora, a retirara-lhe os artigos e a empurra-los para a outra pessoa. Já levei algumas unhadas, também já  me retiraram artigos, sem estarem registados, porque, por vezes, o código não passa logo. Se o motivo é para despachar, esqueçam, não se despacham mais depressa, muito pelo contrario! Se existisse um acrílico , talvez respeitassem mais o nosso espaço!  

A saída sem compras

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Aqui há uns anos, talvez no inicio de começar a trabalhar neste supermercado, havia uma placa a dizer saída sem compras , agora já não existe. Muitas vezes, os clientes ficam sem saber por onde sair quando não compraram nada, porque não há uma indicação, e porque em alguns supermercados a saída é pela linha de caixas. As pessoas que estão a ser atendidas têm que se  desviar, para o cliente sem compras passar! Embora, a maioria das pessoas nem reparem nem respeitem indicações, cartazes ou informações, se calhar fazia falta. Quando as pessoas perguntam, logo respondo. Também,  por não saberem ou por influência de outros supermercados, vão com cuidado e pedem licença,   mas a maioria nem pergunta, empurra quem estar a ser atendido e passa! Voltei a este assunto, porque vi recentemente um cliente sem compras a esbarrar na cliente que estava com o carrinho encostado ao tapete, não havia ali espaço para passagem, mas a pessoa   quase atirou com a senhora ao chão ...

Continua a falta de respeito pelo espaço do outro

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Estavam duas pessoas com os artigos sobre o tapete, julguei pela proximidade, que estavam juntas. Entretanto, quando o homem estava do lado de saída, a outra pessoa passou também para aquele lado. Nessa altura, o homem pára de arrumar os produtos, e vai para o topo. Estranhei, mas continuei a registar. Então ele cruza os braços. Pergunto se precisa de alguma coisa. Então ele diz : "Preciso de privacidade para arrumar as minhas compras, pois tecnicamente este lugar foi por mim alugado , é um direito que tenho. Se fosse num banco não teria ninguém a espiar-me!" Respondo que tem toda a razão e digo-lhe que pensei que estavam juntos. Pedi à senhora para se afastar daquele tapete de saída, porque o mesmo enquanto o senhor estava a embalar, era dele . A principio não se afastou, ou seja, não aceitou o reparo. Então o senhor, disse que assim também não ia arrumar as compras e ia esperar que a senhora mudasse de atitude. Eu, para que a senhora percebesse que ela e...

Nada muda...

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Façam só um pouco de distanciamento social

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Estamos no ponto de situação, em que para a maioria das pessoas a pandemia já se foi embora e temos de voltar ao normal. Cada um é livre de ter a sua opinião, mas se ainda há algumas regras, tem de respeitar! O número de pessoas dentro do supermercado, já não é limitado. Em relação ao distanciamento já é mais complicado, porque nós já não insistimos muito com isso. Mas ainda há pessoas que o fazem e pessoas que até pedem para que haja distanciamento. Eu tento até com o separador do cliente seguinte, travar o andamento do tapete, para que as pessoa fiquem ao lado dos seus artigos e não avancem demasiado, mas por vezes não funciona, pois os próprios clientes, tiram o separador e avançam. As pessoas tem "fome" de estarem umas em cima das outras, nem a pandemia as civilizou. É que não havia necessidade, não é por estarem mais próximas que se vão despachar mais depressa. Aliás se der confusão, só vão é demorar ainda mais tempo! Pedi a uma senhora para se chegar só um pouco atr...

Os brindes escondidos nos sacos

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Quando, nós, operadoras de caixa,  pedimos aos clientes para mostrarem os sacos ou para os colocarem sobre o tapete, não é porque achamos que são novos e os queremos registar, é mesmo para verificarmos se estão vazios ou se levam brindes! Nós conseguimos perceber quando a cena é sem intenção e quando há má intenção. Mas certamente devem saber quem é que prejudicam!

O ser humano e as ovelhinhas ordeiras

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Porque até os animais são mais ordeiros e respeitam melhor regras e espaços! Dão verdadeiras lições à humanidade, não só em afecto, como em civismo!

Mais do mesmo...

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Um senhor depois de já ter o tapete de receção de artigos cheio de artigos, alguns sobre os outros,  e de eu já ter registado alguns, tendo também o tapete do outro lado meio  ocupado, deixa no carrinho várias garrafas de bebias alcoólicas e tencionava me as dar em mão, uma a uma do lado de saída. Ora, além de não ser permitido passar com as  coisas não registadas para o outro lado, como é que eu ia controlar o que já tinha registado e o que tinha para registar!? Para mim, a intenção não era boa! Disse-lhe que não podia ser assim, reclamou, fez birra! Tudo porque tinha de esperar que o tapete rolasse um pouco para ter espaço para colocar os restantes artigos. Nem com um vidro alto  à frente perdem a mania de entregar os artigos em mão, de estar próximos, de não se distanciarem, só falta se deitarem no tapete para chegarem mais perto de nós, não percebem que têm de colocar os artigos atrás e que o tapete os trás até nó...

O diário do dia

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Já aqui vos falei de uma janela de pagamento, uma abertura no acrílico, para as transações. Passo o dia todo a pedir ao cliente para pagar por ali. Alguns aceitam e fazem, mas outros,  ou gozam, ou dizem disparates. Depois acontece que peço ao cliente o cartão continente por ali, ele da-me o cartão e vai para o topo, para me dar o dinheiro. Digo que o dinheiro também é por ali. Ele volta lá e dá-me o dinheiro. Quando dou conta já fugiu outra vez, lá o chamo de novo para entregar os talões. É  o dia todo nisto! Cansa, satura.  Como é que não percebe que tem de ser toda a transação por ali. Sim o "buraco" é pequeno, apertado, pode não concordar, mas pelo menos podia aceitar e cumprir!

Pedimos ao cliente que não atenda o telemóvel desde o início ao fim do tapete

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Aqui há uns dias alguém me disse, que com este cenário do vírus, parecia que alguém tinha andado a ler os meus posts e  tinham implementado algumas das minhas ideias, nomeadamente a do espaço entre pessoas, a sinalética no chão. Ao que eu respondi  "nem todas, falta uma, a de proibirem que se atenda e faça chamadas desde o momento em que começam a colocar as compras no tapete, até à conclusão do atendimento!" Está sempre a acontecer! Um dia destes uma senhora tinha de pagar €26, deu-me os €20, o telemóvel tocou atendeu, eu disse " falta os €6  e ela disse "pode aguardar um momento!?" Ao que eu respondi " Não , isto é para circular, estão pessoas à espera."  Vai ela diz à pessoa da chamada  para esperar, deu-me o dinheiro e entre dentes disse  "com que então não podia esperar"! Ignorei, conclui, despedido-me cordialmente, mas com vontade de...bem não vou dizer!

O uso do telemóvel bloqueia e atrapalha em diversas situações

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Lá vou eu repetir um assunto. A senhora estava ao telemóvel, e ia falando ao mesmo tempo que ia colocando as compras no saco, arrumando-as e pagando. Entretanto estava eu a tirar os troco e o talão e já a cliente tinha ido embora, esquecendo-se do troco, que era bem grande...tive de a chamar quase aos berros. Noutra ocasião uma senhora recebe uma chamada, vai falando e colocando as compras de volta do carrinho, pois não trazia nem queria sacos. Entretanto,  termina a chamada, despede-se da pessoa, e logo a seguir liga a outra para lhe contar o que a anterior lhe tinha dito, começou "olha sabes da última, blablablabla ". Com isto tudo e como ia gesticulando, atrasou tudo e ainda teve a lata de deixar tudo e ir imprimir cupões. Depois desculpou-se dizendo que "é sempre nestas horas que nos ligam",  quando tinha sido ela a fazer a 2ª chamada. A minha sugestão era um cartaz pendurado a pedir/aconselhar a não atenderem  nem a fazer chamadas desde ...

Os clientes chatos

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Por vezes, os clientes quando me vêem dentro do supermercado, sem a farda, com um carrinho ou cesto a fazer as minhas compras, não entendem que estou em momento de pausa, muitas vezes, cheia de pressa, e vem-me fazer perguntas, sobre produtos, localizações dos mesmos. Coisas que uma pessoa que está na caixa também não sabe logo responder.   É uma falta de consideração, há pessoas que a cada passo que dão precisam de chamar alguém para ajudar, para escolher um produto, para lhe ler os rótulos, para lhe ver as validades, para saber se aquilo engorda ou emagrece.   Chatos!

Falta de civismo numa fila de supermercado

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As situações caricatas de falta de civismo continuam a acontecer no supermercado. Uma senhora, aparentemente muito fina, deixa o seu carrinho cheio de compras na fila a marcar lugar e vai buscar mais artigos. Chega uma outra senhora passa pelo carrinho, e eu atendo-a. Aproximam-se outras pessoas da minha caixa, mas como o carrinho está a impedir a passagem, ninguém fica na minha caixa. Saio da caixa e puxo o carrinho para o lado, e atendo duas pessoas. A dita senhora vem por umas coisas ao carrinho, volta a puxa-lo para a fila, onde impede novamente que eu atenda mais pessoas, uma das senhoras que eu estava a atender, vai, e desvia o carrinho. Pela terceira vez lá vem a senhora colocar mais umas coisas no carrinho e quando um senhor quer passar para ser atendido esta senhora diz-lhe que o carrinho é seu e impede-o de ser atendido, mas ela, volta a abandonar o carrinho a marcar lugar e vai buscar mais coisas. Eu vou  chamar o senhor, mas este prefere ir a outra caixa. Finalmente a senho...

Com educação e civismo tudo se consegue

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Na fila está uma jovem e quase que encostada a ela está uma idosa com três artigos na mão. Esta idosa parecia-me estar com a jovem, pela atitude de estar tão “colada” a ela! Mas, mal acabei de atender a jovem, diz-me a senhora idosa: “ esta juventude, a ver que eu só tinha estas coisitas e nem me deu a vez!” Foi quando percebi que elas não estavam juntas. A jovem ao ouvir isto ainda disse: “ Por acaso pediu-me alguma coisa? Não gosto nada que se encostem a mim e que me pressionem. Pensa que por ter idade pode tudo!?”   A idosa apenas baixou a cabeça, e já não respondeu, certamente, porque sentiu que a jovem tinha alguma razão, ou porque teve receio de um maior confronto. Acho que com educação e civismo tudo se consegue, e foi o que aqui faltou por parte da senhora mais velha!  

Falta de cortesia

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Por vezes acontece, os clientes despejarem as compras daqueles carrinhos vermelhos de puxar, e deixarem-nos lá no meio do caminho. É uma falta de cortesia, porque quem vem a seguir, se quiser passar é que tem de os desviar. Do meu posto eu nem sempre os visualizo. Da última vez que este caso aconteceu, uma senhora tropeçou e quase caía. Custa assim tanto não deixar o carrinho no meio do caminho? O trabalho é igual, é uma questão de civismo!