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A mostrar mensagens com a etiqueta respeitar sinalética

Os quebra-regas do supermercado

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Para uma sociedade funcionar bem, é essencial que existam regras que estabeleçam ordem, segurança e justiça. As regras servem como guias para o comportamento humano, garantindo um equilíbrio entre a liberdade individual e o bem-estar coletivo, além de ajudarem a resolver conflitos de forma pacífica. Por exemplo, existem regras e sinais no trânsito, para orientar o fluxo de veículos e peões, garantindo a segurança e a organização do trânsito. As pessoas tiram a carta de condução para saberem andar convenientemente na estrada. Há regras para participar numa competição. Há regras num aeroporto, onde o mais importante é seguir a sinalização, dirigir-se ao balcão de check-in e depois à área de embarque, passando pelos controlos de segurança, e deve permanecer atento aos ecrãs para verificar alterações. Ora num supermercado, também há regras, que são muito básicas e que estão perfeitamente identificadas, quer em cartazes, quer em sinalética, quer em setas. No entanto, há dias em que os clien...

Os acrílicos deviam de ser para respeitar, e o tapete rolante também

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Através do blogue recebi um  comentário ,  me que fez "criar" este slide ! Entendi que uma operadora pediu a um cliente que lhe queria entregar um artigo pesado, se o podia colocar sobre o tapete porque estava com um problema nas costas, e o cliente respondeu, que se estava doente, tinha de pedir baixa ao patrão. Nessa altura, passou alguém superior e disse ao cliente que o patrão ao colocar o tapete rolante para o artigo deslizar, estava a prevenir que a funcionária fizesse esforço ás costas e que ele, [o cliente] é que não estava a proceder corretamente! Uma das coisas que me alegrou com a colocação dos acrílicos, foi achar que assim, as pessoas não iam mais tentar entregar  os artigos pesados em braços, porque estava lá um vidro, porque estava lá uma sinalética, mas, a maior parte das pessoas, ignora tudo, achando que aquilo é  parte da decoração, para ficar bonito, e para fazer de conta que respeitamos as normas do covid-19! Sei que muitos colegas, facilitam, nã...

Nem a pandemia civilizou as massas

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Olá a todos! Peço desculpa por esta ausência, não por falta de situações para contar, mas por falta de tempo! A situação continua a não estar fácil. Com o passar do tempo , cada vez mais, as pessoas querem deixar as regras, tapam os olhos à sinalética que continua lá exposta. O pessoal acha que isto já passou,  e que agora é hora de voltar ao antigo normal! Que pena, estas regras ficavam tão bem se ficassem para sempre, desde que não fosse preciso a nossa intervenção e insistência constante! É cansativo estar constantemente a pedir por favor para que façam distanciamento, quando as pessoas querem, na sua maioria,  estar encostadas, bem juntinhas, umas das outras. Quererem entregar artigos pesados em mão, não respeitando o acrílico, o semafro, nem a nossa saúde física. Tento limpar o mais possível o tapete a cada cliente, mas a maioria quer despacho e não se importa com a limpeza.  Tanto que uma pessoa corre de panos e spray nas mãos! Já...

Basta um, para se fazer notar...

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O dia estava a correr bem. Há dias que correm bem, clientes simpáticos, compreensivos, educados, cumpridores, amigos , até. Devo de atender dezenas ou até centenas, assim! No entanto, basta um, para estragar o dia, ou pelo menos para perceber que ainda há uma minoria de gente, que não aprendeu nada, com esta pandemia. Mais uma vez o distanciamento. Estava a atender um casal, outro cliente tinha as suas compras no tapete, onde há uma sinalética no chão onde ele tinha de estar e depois os outros teriam de estar mais atrás, conforme a marcação. Mas, "os outros" já iam colocar as compras. Pedi educadamente, para aguardarem só um pouco, até porque eram novos, julguei que entendessem. Aguardaram, quando os que estava atenderem saíram, e o seguinte passou para o outro lado, pedi que avançassem! Começam "...e  porquê, qual é a diferença"!? Respondi que eram as normas da empresa e mostrei a sinalética, mas foram insolentes, mal educados. Por fim, disse-lhes "pois se não...

Dia da segurança e saúdo no trabalho

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Cá estou novamente para relembrar que este é o dia da segurança e saúde no trabalho. Agora, devido à pandemia, é ainda mais importante que se assinale este dia.  Mais do que nunca, a sensibilização para a adoção de práticas seguras no local de trabalho é importante e pode até salvar vidas. Na minha perspectiva, de  operadora  de caixa, há medidas que são essenciais continuar a ter em conta, nomeadamente o levantamento e movimentação de pesos, o distanciamento social, o uso da máscara, a lavagem das mãos e o álcool gel ( medidas de higiene), o respeito pelos espaços (não invadir para além das barreiras acrílicas), o respeito pela sinalética . Nós trabalhadores estamos na linha da frente, os clientes precisam de nós e nós precisamos dos clientes, por isso é uma missão em conjunto!

Talvez tenha conseguido passar a mensagem a UMA pessoa

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Estava a concluir o atendimento a uma cliente, enquanto ela procura o dinheiro na carteira, aproveito para ir limpar/desinfetar  o tapete de saída. Entretanto apanho o dinheiro, e quando digito o valor, o cliente seguinte, estica-se para todo, invadindo o acrílico e coloca um pacote de detergente justamente em cima da gaveta da caixa registadora , que, com o peso, não abre para dar o troco. Eu: - Mas se está aqui este vidro porque não pôs as coisas atrás!? Cliente: - Era para você me passar isso primeiro para ir logo para o carrinho! Eu: Pois mas agora este cliente vai ter de esperar porque a gaveta não abriu. É que é só seguir as regras! O tapete até tem cores, há um vidro e mesmo assim, as pessoas não têm cuidado! Cliente: Pois está bem. Agora já sei! Depois até pediu desculpa por fazer a outra pessoa esperar que viessem abrir a gaveta. Se tudo isto deu para uma pessoa aprender alguma coisa , já fico satisfeita!

A função do tapete rolante na caixa do supermercado

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Lamentavelmente ainda há muitas pessoas que não entendem a função do tapete rolante. O tapete rolante serve para que os produtos rolem até ao operador de caixa, protegendo da proximidade e de  lesões provocadas pelo levantamento de pesos. Protege não só o operador, como o cliente. Para o cliente pode ser só uma embalagem, para o operador são dezenas ao longo do dia! Mesmo agora com o acrílico lá, a sinalética no tapete, os  clientes insistem em entregar artigos, principalmente os mais pesados, em mão, dizendo que é para ficar no fundo do carrinho, ou porque lhes dá jeito. É tudo uma questão de guardar espaço, de hábito e organização! Também há operadores que permitem que os clientes entreguem os produtos em mão, ou porque não estão para se ralar, nem se proteger, porque são novos e só estão ali de passagem, e, além do mais dá trabalho"educar" os clientes! Eu vou continuar na luta!

Animais racionais e irracionais

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Quando era miúda e vivia no campo, pude conhecer muitos animais. Tive o gosto de conhecer e lidar com animais de rebanho, ovelhas e cabrinhas, principalmente. Recordo-me bem como eram ordeiras, respeitando o seu pastor e  as cercas. Sabiam que se a cerca estava fechada era para não passarem por lá, e quando estava aberta, aí era o seu local de passagem. Já o ser humano ainda não conseguiu entender a utilidade das barreiras acrílicas no supermercado. Certamente ainda precisa de mais tempo. Se uma pessoa tem um vidro à frente, julga logo que é para andar às cabeçadas, ou  a atirar produtos  por cima, pelos lados, mesmo que além das barreiras, haja a ajudar sinalética com as três cores dos semáforos, onde ainda terá de aprender que a zona vermelha não é para colocar artigos, já que existe uma zona verde. Mas isso é demasiado complicado para se aprender num só ano, é preciso mais tempo, certo!?

Falta de civismo - take 1001

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Estou ainda a atender uma cliente, quando a cliente seguinte empurra o seu carrinho vazio até tapar a janela de pagamento do acrílico, espaço  que era necessário para a outra pessoa fazer o pagamento. Peço-lhe para  afastar um bocadinho e ela responde: "ah é só o carrinho que está aí , acho que não faz nenhum mal!" Virei-me pro outro lado, respirei fundo, chamei-lhe um ou dois nomes feios. Com a máscara e falando baixinho, ninguém percebe, mas alivia ! Entretanto atendo um senhor que quer ser ele a decidir como eu lhe registo as compras, porque já foi empresário e sabia muito bem a melhor forma de facilitar o cliente. Mas será que esta gente acha que nós estamos ali só para implicar!? Acham que nos dá algum prazer ter de chamar atenção!? Se cumprissem as normas, se lessem cartazes, respeitassem sinalética, distanciamento. Está tudo sinalizado e escarrapachado , nós não estamos a inventar nada. São normas não só da empresa, como também governamentais. Mas as pess...

Cansa ter de estar sempre a chamar atenção das pessoas

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Cansa ter de estar sempre a chamar atenção das pessoas: Para que coloquem a máscara corretamente; Para que coloquem os artigos sobre o tapete, para lá do acrílico; Para que mostrem os sacos vazios Para que façam o distanciamento Para que esperem um pouco afim de limparmos o tapete Para não passarem pela linha de caixa quando estão lá pessoas Para respeitarem regras e sinalética Para lerem os avisos

Respeitar regras e sinais

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À saída do supermercado continente onde trabalho, há um sinal de transito que nos obriga a virar à direita. Ora para quem quer seguir para dentro do Cartaxo, ter de ir dar uma volta enorme à rotunda, é chato, mas é um dever. Quantas vezes já saí em cima da hora para algum compromisso, e, me dava tanto jeito ir logo em frente!? Mas não o faço! Acontece que já por diversas vezes quando vou a sair, vejo clientes a sair do parque e a transgredir o sinal, e penso para comigo: " se estas pessoas nem um sinal de trânsito, cujo incumprimento dá multa respeitam, como hão de respeitar as regras e a sinalética do supermercado!?" Daí concluo que mesmo que o não cumprimentos das regras desse multa, as pessoas iriam continuar a não as cumprir!

E se respeitassem o acrílico!?

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Um cliente  debruçou-se sobre o acrílico para chegar a uns frasquinhos de álcool gel, que estão num suporte à nossa frente. O normal seria ele pedir. Quando se debruçou cheguei-me para trás indignada, ao que ele ainda disse:  "não tenha medo"! Respondi:  "Este acrílico está aqui é para que não seja transposto, é para nossa segurança! O senhor só quem que respeitar!" A imagem que me veio à cabeça foi de um surfista numa prancha a deslizar. Já não chega atirarem com os artigos a bater no acrílico, ainda têm de vir eles próprios! Eu já não consigo ficar calada, agora tenho de falar, sempre educadamente, mas tem de ser, não posso deixar passar, se não vão continuar a cometer os mesmos erros! Será que nas outras lojas ou serviços  onde também há acrílicos as pessoas também acham que aquilo é para furar, para contornar, para invadir!?

Hábitos errados que tive esperança que a pandemia corrigisse

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Alguns   hábitos errados  que tive esperança que a pandemia corrigisse ou melhorasse: Para abrir os sacos as pessoas lambiam o dedo na  boca -  diminuiu mas não foi totalmente erradicado! Para contar notas, também lambiam os dedos - ainda se pratica, mas muito menos. Os clientes sem compras passarem pela linha de caixas , causando incomodo a quem está a ser atendido porque tem de chegar o carrinho, quando podiam sair pela  saída sem compras - infelizmente mesmo com a pandemia, ainda o fazem! Era só quando já estavam  a ser atendidos na caixa, que se lembravam de ir imprimir os cupões , quando passam pela máquina à entrada - continua igual, e empatam os outros. Esquecem-se dos sacos no carro , e deixam-me a operadora em piloto automático para os irem buscar - ainda acontece demasiadas vezes! O cliente seguinte ficar atrás da pessoa que estava a marcar o código do multibanco - felizmente este hábito foi quase totalmente erradicad...

As pessoas estudam as 1001 maneiras de contornem as regras

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Com muitos "ses" e "mas" Mesmo com o acrílico,  com a tudo sinalizado, mesmo avisando no som do supermercado, na rádio continente, muitos clientes não aceitam ou não respeitam as regras.  As pessoas simplesmente não querem ouvir, não querem ler, nem os cartazes que estão pendurados, os panfletos que estão mesmo ao nível da sua vista, ou mesmo os autocolantes que estão no chão. A  fase do "ah não sabia, para a próxima já sei!" - Já não faz sentido! Mesmo porque damos conta das mesmas pessoas a cometerem os mesmos abusos, com as mesmas desculpas! Primeiro se pedíamos para pagar pela janela do acrílico, perguntavam se o vírus por ali não passava. Como a dita janela é tão apertadinha, deixei  de fazer pressão para que a usem! Por vezes até atiram artigos por cima do acrílico. Se pedimos para colocarem os artigos atrás da zona verde para haver mais distanciamento, protestam! Se há um vidro à frente para não entregarem os produt...

Respeitar sinalética

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Já passaram cerca de nove meses das novas medidas, do distanciamento, do uso da máscara, do acrílico, da sinalética,  e, ainda há quem não perceba que quando um cliente já está no tapete de saída, o que está no tapete de recepção dos artigos, tem de colocar os artigos na zona demarcada a verde, ou seja, o mais atrás possível (as coisas depois rolam e chegam sozinhas à operadora) e aguardar atrás da sinalética que está no chão! Mesmo que não concordem, devem de cumprir o que é pedido, e o que está sinalizado! Cada cliente quer ter as suas próprias regras, muitos não querem aceitar estas, mas ao estarem sempre a refutar,  estão também a desgastar quem trabalha ali! Se existir um pouco de tolerância, paciência e compreensão, o dia corre melhor para todos!

E a luta continua...

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Neste sábado foi mais um dia daqueles que nos deixam cansados e com vontade que chegue a hora de ir embora dali. Uma senhora só com um artigo, pede a vez, é lhe concedida. Mas a senhora esta com uma máscara no queixo e outra na mão. Tive de lhe pedir para colocar devidamente a máscara, tive de lhe pedir para esperar no sitio certo. Atendi um jovem casal que me faziam perguntas. Perguntaram se não tinha álcool gel no fundo da caixa para as pessoas desinfetarem as mãos. Respondi que havia na entrada e na saída da loja, mas ela insistiu que tinha de ter ali no fundo da caixa. Eu tento sempre higienizar o tapete de saída, quando a pessoa está a pagar com multibanco, mas como a cliente anterior tinha lá a mala não consegui limpar em todo o lado, e este casal questionou logo se eu não limpava aquilo. Depois falavam entre eles, e apontavam defeitos. Deviam de ser da ASAE! Uma senhora ia começar a colocar as coisas no tapete quando já lá tinha uma pessoa ...

A luta diária de uma operadora de caixa

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Hoje foi um dia difícil no supermercado onde trabalho. Passei o tempo todo a chamar atenção por uma coisa ou outra. A maioria aceitava e até pedia desculpa, mas outros tinham que discordar ou questionar. Houve uma altura em que estava a concluir um atendimento, quando olho para o tapete tinha quatro pessoas , perguntei se estavam todos juntos, disseram que não, então tive de pedir para voltarem atrás porque não podiam estar todos em cima uns dos outros. E um cliente diz "então se estivéssemos todo juntos já podíamos, mas qual é a diferença?" Ao que respondi "se fossem todos da mesma casa o contágio era entre vocês, assim é diferente!" Abanou a cabeça, certamente por achou que a minha resposta não era satisfatória. Depois há pessoas que  passam pela caixa dando  toques no  cliente que está a ser atendido, e nem desculpa pedem. Nem tinham de passar por ali. Há um local para saírem sem compras, sem incomodar ou empatar e até tocar quem...

Só pedimos que respeitem as regras

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Na minha opinião, no início da pandemia, ou por ser novidade ou  por medo do desconhecido, as pessoas/clientes aceitavam e respeitavam melhor as regras que estavam no supermercado, do que hoje em dia. Ultimamente tem sido complicado fazer com que os clientes cumpram as medidas impostas pelo supermercado que são pela segurança e saúde dos clientes e dos funcionários. É desgastante, estar a cada cliente, a chamar atenção, a dizer "aguarde atrás da linha", ou "o pagamento é aqui nesta janela", ou ainda "coloque as compras na zona verde" , e também "não podemos aceitar os produtos em mão, coloque sobre o tapete", e depois ouvir as discordâncias dos clientes, ou porque para eles não muda nada, ou não lhes  faz sentido, e ainda acharem que  como eles dizem, é que está bem. E depois como há colegas mais novos, que estão naquele trabalho de passagem, e que talvez não se esforçam tanto para manter as medidas, e por isso, deixam passar uma  coisa ou  outra...

Já olharam para o tapete rolante da caixa do supermercado!?

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Muitas pessoas já me disseram que "o continente, tem boas medidas, melhor que muitos outros,  assim sim, sentimo-nos seguros para vir ás compras!" Verdade, concordo plenamente. Mas, não é fácil. É preciso estar sempre a lembrar as regras a alguns clientes. Porque existem aqueles que fazem tudo conforme as regras, ou porque já conhecem e é habitual irem ali, ou porque estão de acordo e compreendem, mas existem outros que nos dificultam a vida, que são do contra, que acham algumas medidas exageradas. Desta vez queria me focar na colocação dos artigos no tapete. É que agora, se é que já repararam, há uma zona verde, outra amarela e outra vermelha. Funciona mais ou menos como nos semáforos, onde o verde é para colocarem os artigos, no amarelo já não é boa ideia e no vermelho é mesmo para não colocarem os produtos. Se forem colocando na zona verde, o tapete vai rolando e os artigos chegam até à operadora ou operador. Aquele velho e mau hábito de d...

Cenas de prioridade e falta de civismo

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Devido à situação actual de pandemia, é concedida em 1º lugar , prioridade a pessoas sujeitas a um dever especial de  proteção; a profissionais de saúde; elementos das forças e serviços de segurança, de proteção e socorro, pessoal das forças armadas e prestação de serviços de apoio social, só depois, em 2º lugar , estão os outros habituais (grávidas, pessoas com crianças de colo até 2 anos, idosos com mais de 65 e com incapacidade, pessoas com deficiência). Esta situação aplica-se essencialmente á entrada do supermercado. Já  por duas vezes que tive de me conter para não dizer nada em relação à prioridade. A primeira foi com um velhote, que de repente, chegou e colocou as coisas sobre o tapete ignorando todos os outros que estavam atrás na linha e não aguardando as instruções da operadora para avançar. Quando lhe  disse, que tinha de aguardar e que tinha de esperar atrás da linha vermelha, começou logo a diz...