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Fome, sono e birra...

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Uma jovem mãe está com um bebé ao colo, que está a chorara imenso e a  apontar para uns iogurtes que sabia serem destinados a ele. Ele queria comer ali mesmo os iogurtes, mas eram iogurtes sólidos , não havia colher. A mãe dizia que era só chegar ao carro, mas não estava fácil. A jovem disse que ele estava com fome e com sono, por isso a birra ainda era maior. Então ela tirou um pão de leite, já que era um artigo que dava para comer ali, mas o bebé zangado, rejeitou. Tentei que o momento fosse leve , pois é uma situação normal, mesmo que todos os olhares se fixem naquelas pessoas, mas o bebé chorava tanto, que a moça saiu dali a correr desesperada! Só quem passou por algo semelhante sabe dar o valor, sabe que não é fácil!

Quando uma criança chora no supermercado

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Estava a atender uma jovem mãe que trazia o filhote no carrinho. Um menino talvez com cerca de dois aninhos. O menino trazia na mão dois artigos, um deles era uma tinta para o cabelo em formato de balde. A mãe pediu para ele lhe dar para eu registar. Mas, o menino desata num choro profundo, e segura com toda a força no objeto. Fiquei preocupada porque aquele choro, parecia de desespero e dor, estava a ficar vermelho e cheio de lágrimas. Ainda me ocorreu pedir a uma colega que fosse buscar um artigo igual, mas não estava ali ninguém por perto. Então pedi ao menino se me podia só emprestar que eu já lhe dava, lá se aclamou, registei e entreguei logo de seguida e o choro parou. Até comentei  com a mãe que nem era por um brinquedo, e a mãe disse que ele era mesmo assim! Quando saiu já ia todo bem disposto, mas sempre com o artigo nas mãos!

Aquela birra, foi horrível

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No passado sábado, a manhã esteve caótica, cheia de clientes, fim de mês é natural. No meio de tanta gente, está na fila atrás de mim, uma mãe, uma avó e um menino ai dos seus 3/4 anos. Estava com uma birra descomunal, gritava alto, esperneava, a avó tentava em vão o assoar, pois a cara dele era ranhoca, era lágrimas! O barulho era tanto que eu não conseguia ouvir o pip da máquina ao passar os artigos, nem os clientes me ouviam a fazer as perguntas habituais , nem eu ouvia as respostas. Uma senhora na minha fila com um rapaz adolescente e uma bebé no carrinho, dizia "espero que a minha nunca faça uma birra destas"! Não sei qual o motivo da birra, julgo que também não tenha sido fácil para aquelas pessoas verem toda a gente a observar e a tecer comentários. O momento foi longo, e valeu a muita gente, eu incluída, uma grande dor de cabeça!

Quem é má?

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Uma criança levava um brinquedo, mas os seus pais queriam deixar lá o brinquedo, e pediram ajuda para o desmotivar de levar o brinquedo. Lembrei-me de dizer ao menino que o carro estava estragado. Mas respondeu: "não está nada!" e esteve durante um grande espaço de tempo a dizer-me que o carro estava bom, e parecia estar tão zangado comigo! Enfim... a culpa calha sempre ao mesmo!  

A birrinha de um adulto

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No Modelo onde trabalho, somos nós as operadoras que pesamos a fruta e os legumes. Temos os códigos e balança.   Há dias um cliente trazia no mesmo saco pimentos verdes e um pimento vermelho misturado. Como os códigos são diferentes, apesar do preço ( desta vez) até ser igual, eu separei o vermelho para pesar os verdes. O cliente, (novo entre 30/35 anos) ficou todo ofendido. Disse : " está a pesar isso à parte porquê se o preço é igual!?" Respondi que tinha de o fazer por causa de serem de códigos diferentes. Mas ele já bastante alterado, disse que já não queria levar o pimento vermelho, porque eu estava a duvidar da palavra dele, e que não fazia sentido, e etc.. Resumindo não levou o dito pimento e saiu de lá a reclamar, e convencido que estava com toda a razão e que eu é que tinha sido injusta.   Ora digam lá se isto não se chama birra?!