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A mostrar mensagens com a etiqueta paciência infinita

Ás vezes é preciso paciência, paciência infinita

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Há uns dias, atendia um senhor que estava  de olho no ecrã, e ia confirmando em o valor da  conta. Disse-me que queria  chegar aos vinte euros por causa do desconto. Depreendi que o senhor teria  um cupão de cinco euros para acumular nas compras de 20€. No final da-me um cupão talão de vinte euros do Pingo Doce e o cartão do continente. Fico a olhar para o senhor. Digo-lhe que o desconto dos vinte euros são no PD . Ele diz-me:" mas eu tenho que descontar hoje porque é o último dia." Ele não estava a perceber! Não era um velhote, era um senhor ai na casa dos quarenta, que certamente foi a mando da esposa, e não percebe nada destas mecânicas de cupões, cartões e descontos. Quando percebeu disse: "Então e agora!? Tenho que deixar aqui tudo e ir lá, porque lá não pago!? " Meti a conta em espera para depois pedir a anulação. O senhor estava a deixar os artigos. Logo a seguir, arrepende-se e informa que  se tivesse um desconto do continente,  levava as coisa...

O homem da guerra

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A cena da prioridade na fila do supermercado, nem sempre corre bem, nem sempre é clara, nem sempre há empatia e bom senso. Por isso, acho bem que seja o cliente prioritário a solicitar a dita prioridade. Já atendi pessoas que mostraram cartões, já me mostraram documentos, que são, o que creio chamar-se, certificado de multiusos. Isto porque nem sempre a incapacidade é visível. Por vezes, há clientes que ao verem uma grávida, uma pessoa com bebe ao colo, ou alguém lesionado, oferecem a sua vez.  Antes da atualização desta lei, na altura em que éramos nós a chamar as pessoas, chamei uma pessoa que me parecia estar grávida,  mas não estava. Não foi nada bonita a situação. No entanto,  da última vez,  o que aconteceu, parecia uma situação, de filme. Um senhor, talvez na casa dos 70 ou mais anos, e aparentemente sem incapacidade visível,  perguntou-me porque não havia uma caixa prioritária. Respondi que agora eram todas. "Então e porque não me atende?"...

Pessoas com uma grande falta de noção e civismo

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Como já aqui disse, apesar de existirem clientes mais desafiantes, gosto do que faço, pode parecer um trabalho ás vezes monótono, mas há sempre situações caricatas, que nos despertam, que nos incomodam, que nos ensinam alguma coisa, e até que nos dão vontade de fugir... Há uma senhora, que até é educada e simpática, mas que para mim, é a empata filas, pois quer venha sozinha ou acompanhada, tem quase sempre a tendência de empatar, ou porque se esquece de alguma coisa,  e deixa  os artigos no tapete e desaparece, ou porque tem de ir buscar um carrinho, ou porque se esqueceu de imprimir cupões, ou porque está na conversa e não me responde ás perguntas. Enfim... Desta vez já tinha pago e tinha os sacos sobre o tapete quando lhe toca o telemóvel. Decide atender, encostar-se e não retirar os sacos que estavam a ocupar todo o tapete de saída, impedindo que eu atendesse os clientes seguintes. Ainda aguardei alguns segundos, mas ela continuava no corte e costura d...

Quando um cliente tem duas contas

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É uma situação  muito comum, um cliente querer pagar duas contas (ou até mais) em separado, ou porque está a fazer compras também para outra pessoa, por uma questão de organização, ou pagamentos, ou até,  porque faz compras para si e para a sua empresa, ou por outra razão qualquer. Sei, que para quem está  espera e com pressa, é chato, mas é um direito que a pessoa tem.  Estava a atender uma cliente que , quando uma outra chegou eu ainda estava a terminar a primeira conta e o separador do cliente seguinte estava a marcar . Enquanto estava a tratar do pagamento e a finalizar, essa outra cliente, empurrou os artigos da cliente que estava a atender para  o lado, e colocou lá os seus. Quando vou para começar o registo da segunda conta da cliente, os artigos dela,  já lá não estavam. Pergunto à cliente intrusa se tem prioridade, ao que ela responde: "não, pensei que estas coisas eram de alguém que tinha se esquecido de alguma coisa, e eu nã...

No dia R8, também há clientes teimosos

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O dia R8 (dos reformados, desde dia 8 até dia 12 +-) tem sempre um pouco de tudo. Clientes adoráveis, e clientes chatos, mas enfim, tudo passa, tudo se resolve. Estava a atender um velhote, que me oferece, trocos, mas como naquela conta não era preciso, não ajudava em nada, respondi que não era necessário, mas o senhor, insistiu "mas eu quero me livrar destes pretos (moedas de um e dois cêntimos) todos! Lá tive que ficar com as moedas, para o cliente ficar mais feliz! A cliente seguinte, era alguém que também trabalha no ramo, e sorriu, e depois disse "eles são tão teimosos!" Sim, alguns são mesmo! Mais tarde, quando  fechei a caixa,  as pessoas que se aproximavam viam a cancela fechada, iam para outras caixas. Chega um velhote, digo-lhe que a caixa está fechada, ele ouve, mas põe na mesma os produtos e diz "então você vai  almoçar e deixa a pessoas por atender!?" Repito que a caixa já está fechada, mas ele não desiste, no entanto, não o atendi mesmo! Foi pedir...

O atendimento ao público é um treino da paciência

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Uma cliente pede um saco de ráfia dos maiores. Dou-lhe o saco e ela pergunta: "Quanto é que este saco mede?" Penso que é uma pergunta retórica e não respondo! No entanto, a   senhora insiste:" Mas quanto é que isto mede!? Eram maiores, já estão mais pequenos!?" Respondo que aqueles sempre tiveram o mesmo tamanho! A cliente que estava a seguir, estava de queixo caído a ouvir a conversa e quando a senhora se vai embora, diz-me " Ai eu não tinha paciência para estar aqui, estava capaz de dar uma abanão à mulher! Mas ela queria que você medisse o saco!?" Respondi que já nem ligava, que já estava há muitos anos no atendimento ao público e que havia sempre clientes assim e até piores! A resposta foi: "ai coitadas de vocês!" Haja alguém que nos perceba!

No palco, só havia a cliente e a operadora de caixa

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Uma cliente, está ao telemóvel, enquanto mexe nos artigos  no lado do tapete de saída. A distração era de tal forma, que parecia não saber, que tinha de colocar as compras no carrinho, uma vez, que não queria usar sacos. Não sei se foi por causa da conversa, que se lembrou que  lhe faltava o pão. Disse que o  ia buscar. Fui passando os artigos mais devagar, pois já estavam duas pessoas, à espera. Entretanto, a cliente voltou, trazia mais artigos, além do pão, e pediu desculpa, porque,  pelo caminho,  encontrou uma pessoa que já não via há muito tempo, e esteve a cumprimentá-la. Acho que teve sorte, por os outros clientes serem civilizados e não reclamarem. Por vezes, há pessoas assim, que no momento do atendimento, têm uma máquina, que faz apagar todas as outras pessoas, ficando apenas a operadora de caixa e a cliente!

Já é a terceira vez que me conta essa história

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Há um cliente, o Sr. Aranha que acredito que precise de meter conversa, quer seja para reclamar de alguma coisa, mesmo que seja exterior ao supermercado, quer seja   para contar alguma história. Ele não é daquelas pessoas de fácil trato, é até um pouco chato, mas tento ter paciência, porque certamente não deve ter quem o ouça. Pela terceira vez,   contou-me a mesma história, sobre uma máquina de café que comprou no continente. Diz que tinha uma, pensou que estava avariada, comprou outra e depois percebeu que a outra estava boa e agora tem duas. E leva dois tipos de café, um para cada uma das máquinas, e depois ainda fala sobre se é ou não bom beber muitos cafés! É mais um monologo! Enfim, vou aguardar pelas próximas aventuras das suas máquinas de café!

Não se esqueça de ir ao cemitério por umas florzinhas

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Um cliente, em vez de colocar uma caixa de cervejas sobre o tapete, ou até de a levar no carrinho ao alto com o código de barras no ponto de conseguir digitar o código, pega nela para me entregar pela frente, deixando-a por momentos sobre o acrílico. Com receio de o peso partir o acrílico, pego nela com algum esforço, pois aquela operação faz muito mal a coluna. Digo: "não faça isso, podia ter partido o acrílico!" Ao que o senhor responde: "e era você que ia pagar !?" Ao que eu respondi:" tenho que zelar pelo equipamento e principalmente pela minha coluna!" Existe até, pelo menos uma  marca , que tem um código de barras picotado que dá para o cliente  retirar e entregar à operadora de caixa! Quando este cliente se despediu disse em tom irónico: "e não se esqueça de ir ao cemitério por umas  florzinhas na campa do Belmiro, que ele agradece!" Enfim, é cada um! Haja paciência!

A intrusa do supermercado

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Uma cliente andava só de um  lado pro outro, julguei que estava com a senhora que eu estava a atender, pois estava justamente frente ao terminal de pagamento automático, parecia que tinha estado a ver o registo dos produtos e ia ser ela a pagar! Digo o total a olhar para ela, e ela fica a olhar para mim sem pestanejar. A dona, por assim dizer, da conta, diz que estava a ver se a senhora lhe queria pagar a conta. Percebo que afinal não estavam juntas.  Peço à intrusa/emplastra para dar licença. Ela ainda responde: "faça favor" , mas não se mexe, nem saí do lugar. Eu digo "tem de se afastar um pouco, e ela ainda responde: "está aí muito espaço!" Respondo: "Mas esse espaço não lhe pertence, pertence à pessoa que está a ser atendida, e ela tem o direito de pagar a conta sem que a senhora veja o código secreto do cartão!" Lá se afasta de trombas. O tempo que a estive a atender, só lhe disse as palavras que um robô lhe diria! Certamente, esta pessoa, não ti...

A empata filas

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Felizmente são casos raros, mas existe uma senhora, uma família porque costumam ir em grupo, mas é mais essa senhora, que tende sempre a empatar a fila. Há sempre um motivo, quando não há, ela inventa. É uma confusão, porque não organiza, cada cupão com o seu cartão, depois a conta era para dividir, mas não avisou e tenho de anular artigos. Também costuma estar a falar ao telemóvel. Isto quando não desaparece e é preciso esperar por ela, porque é ela, quem paga! Da última vez deixou dois elementos da família na caixa e foi para o balcão resolver qualquer coisa. Na hora de pagar, como ela é que tinha o dinheiro, e não estava, meti a conta em espera e atendi outro cliente. Ficou ofendida e disse que eu tinha de esperar porque estava a resolver uma questão. O problema, não é eu esperar, é a falta de respeito por quem está na fila. Quando a vejo no supermercado, já sei que vai haver demora. Chego a desejar que não me calhe na rifa, e eu até sou uma pessoa paciente, e que gosta de dar atenç...

É preciso ter muita paciência no atendimento ao público

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Uma cliente estava a arrumar os seus artigos nos sacos, quando me diz que se esqueceu de uma coisa e que vai, num instante, buscar! Entretanto o tapete começa a ficar cheio de coisas, eu termino o registo e a senhora, nunca mais volta. Com a intenção de despachar as coisas, para que os outros clientes não fiquem á espera, vou embalando as compras da senhora nos sacos, colocando os detergentes nuns sacos e os alimentos em outros. Quando ela regressa, não trazia um, mas vários produtos. Quando vê que embalei os artigos nos sacos, despeja-os, dizendo que, tinha de levar as coisas separadas, porque havia coisas dela e outras da mãe! De vez em quando, surgem estas pessoas assim, sem noção. Só fez foi empatar os outros clientes. Nós por vezes queremos ajudar, com o embalamento nas compras nos sacos, e as pessoas, são cheias de critérios para as compras irem nos sacos! É preciso ter muita paciência!

Treinadores de bancada - é o cliente que manda

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Estava tudo a correr normalmente, mas de um momento para o outro, as filas começaram a aumentar. O Continente tem o balcão de atendimento, onde quem lá está, consegue perceber, normalmente, quando é altura de chamar mais alguém para as caixas. No entanto, já por diversas vezes, os clientes me pediram para eu chamar alguém para as caixas. Isso voltou a acontecer. Eu disse que as colegas já iam chamar, porque  eu até podia chamar, mas cada macaco no seu galho, e a situação ainda não estava nesse ponto de gravidade! Por vezes não é possível chamar logo naquele momento, é só preciso terem um pouco de paciência! Entretanto, um cliente que estava na fila, e que tinha com certeza ouvido uma outra cliente, já lá ter ido pedir para eu chamar alguém, diz-me:" olhe lá, estão ali duas colegas suas na conversa, não as pode chamar para a caixa!?" Primeiro, fiquei com o meu ar de espanto a olhar para o senhor, depois procurei ver quem seriam as colegas. Quando percebi disse ao senhor:...

Quando há um problema, é preciso calma e paciência

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Agora, quase todos os estabelecimentos, sejam pequenos, médios, ou grandes, incluindo super e hipermercados, têm disponível pagamento com MBway. É prático, principalmente se nos esquecermos da carteira e tivermos o telemóvel, que nos dias de hoje, é mais difícil de ser esquecido. Por acaso, e por enquanto, não uso! Costuma correr bem, na maioria das vezes! No entanto, aconteceu certa vez, uma senhora fez o pagamento, no visor surgiu a mensagem que habitualmente faz, quando vai dar o Ok . No telemóvel da cliente aparece a mensagem de pagamento efetuado, mas a operação não dava concluído no meu visor. A senhora viu a sua conta bancária, onde aparecia como o valor tendo saído da conta. Como  era a primeira vez que tal me acontecia, liguei para o balcão central, para saber como proceder. A minha colega verifica o sistema, e diz-me que assim eu poderia ficar com quebra (que era cerca de 100 euros). Para resolver a situação a senhora teria de repetir a ...

Sempre haverá pessoas desconfiadas

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Estamos na semana do cupão dos 15% em cartão em toda a loja. Nós perguntamos ao cliente se já usou o cupão ou se tem para usar. Claro que acontece muitas vezes, ser nessa altura, que o cliente se lembra do dito cupão e quer ir imprimir no dispensador. Para evitar que se perca esse tempo, e se deixe clientes à espera, costumo ter um desses cupões de reserva e explico ao cliente que , se ele quiser, passo aquele, e assim ele escusa de ir imprimir. Sempre que é possível, faço isso. Se não der é porque o cliente já o tinha usado e este não dá para repetir! Costuma resultar, e maioria dos clientes, até agradece. No entanto, ontem estava a atender uma senhora relativamente jovem, no final da conta que passava dos cem euros e daria um bom desconto, faço a pergunta sobre o cupão. Ela diz que deixou em casa e que se esqueceu de imprimir. Sugiro usar o cupão que lá tinha e vai ela diz: " O quê!? Isso é que era bom! E depois o dinheiro  vai para onde?!" Ao que  respondo: "vai para ...

O atendimento ao público é uma fonte de inspiração

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Estou tranquilamente a registar os produtos a uma senhora, que está acompanhada de outra jovem, talvez filha. Cada uma tinha um saco, e iam embalando os artigos. A dada altura diz-me: " escusa de estar com pressa, que eu vou arrumar as coisas ao mesmo ritmo "! Digo: "desculpe!?" ela diz: " escusa de estar com pressa, que eu vou arrumar as coisas ao mesmo ritmo, está bem ?" Respondo:  "está bem"! Ela diz em tom altivo, "obrigado"! Ora se há coisa que eu sempre tenho em atenção é registar em função do cliente. Nunca fui de registar e atirar os artigos à pressa, porque quando me fazem isso (e há sítios que o fazem), e eu sou cliente, não gosto, ninguém gosta. Acelero um pouco se vejo que o cliente está com mais pressa e a acompanhar o meu ritmo. Mas enfim, esta senhora certamente vinha mal disposta de casa e precisou de aliviar o stresse em alguém, tadinha!

Uma vacina chamada paciência, eu tenho!

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Pergunto a um senhor se tem cartão continente, ele não responde. Repito a pergunta ele responde: "ESTOU A ABRIR O CASACO!" Espero mais um pouco, ele retira o cartão continente mostra-mo e diz: "Esta aqui, mas não vale a pena, isto nunca dá nada"! Pergunto se  quer  o número do contribuinte na fatura, responde que não. Paga com multibanco. Depois do pagamento e do talão ter saido diz: "ah mas passe o cartão que quero descontar o saldo"!

Há uma caixa apta a cadeiras de rodas

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É habitual existir no supermercado, pelo menos nos continentes, existe, consoante a dimensão do espaço, uma ou mais caixas   "aptas a cadeiras de rodas", ou seja, o sitio onde o cliente faz o pagamento com o  cartão  multibanco está no final do tapete e mais baixo, para que uma pessoa estando sentada numa cadeira de rodas possa lá chegar! No entanto, apesar de estar sempre a explicar ás pessoas porque o sitio está mais distante, parecem não entender. Ainda há dias uma cliente dizia "estão sempre a mudar o sitio disto, ainda no outro dia estava aqui"! Ou então dizem "ah agora meteram isto lá ao fundo!" Enfim, eu por vezes já nem explico, não vale a pena!

Há caixas invisíveis

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Estava eu na ultima caixa, que por ter um poste, pode eventualmente não se perceber que está ali alguém. As outras caixas tinham clientes, a minha não. Saio da caixa e vou ás filas perguntar se não querem passar à minha. Parece que ninguém quis saber. Entretanto vem um carrinho a chegar e vai logo para lá. A dada altura vai lá uma cliente e diz-me que eu a vi passar e que não a chamei. Até disse, que fiquei ali caladinha! Ao que eu respondi " se a senhora não me viu, como é que queria que eu adivinhasse que já tinha acabado a recolha dos produtos!?" Isto  porque as pessoas passam lá e muitas vezes estão só a meio ou no inicio da recolha dos artigos! De outra vez, como não tinha clientes, aproveitei para limpar e desinfectar todo o posto de trabalho, atitude normal nos tempos de pandemia. Entretanto chega uma cliente, começa a por os artigos, e outra cliente, de outra fila,  diz que pensava que eu ia embora porque estava a limpar o tapete. Respondo que como ...

E a saga continua...

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Era um casal na casa dos quarenta anos, que não queria fazer distanciamento, e tivemos uma troca de palavras. Quando respondi que este procedimento já durava há mais de um ano, eles disseram que agora já não era preciso tanta coisa. Voltei a dizer que, ainda assim eles tinham de cumprir as regras como os outros. E o homem diz para a mulher: " Deixa estar que o covid está acabar !" Parecia querer dizer, que "a minha diversão, estava a acabar!" Porque devia de achar que me diverte fazer os clientes cumprirem regras! Até parece que fui eu, e era a única, a exigir distanciamento! Porque eu faço o que me apetece e não o que a empresa manda! Haja paciência infinita!