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A mostrar mensagens com a etiqueta respeitar o acrílico

Os acrílicos deviam de ser para respeitar, e o tapete rolante também

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Através do blogue recebi um  comentário ,  me que fez "criar" este slide ! Entendi que uma operadora pediu a um cliente que lhe queria entregar um artigo pesado, se o podia colocar sobre o tapete porque estava com um problema nas costas, e o cliente respondeu, que se estava doente, tinha de pedir baixa ao patrão. Nessa altura, passou alguém superior e disse ao cliente que o patrão ao colocar o tapete rolante para o artigo deslizar, estava a prevenir que a funcionária fizesse esforço ás costas e que ele, [o cliente] é que não estava a proceder corretamente! Uma das coisas que me alegrou com a colocação dos acrílicos, foi achar que assim, as pessoas não iam mais tentar entregar  os artigos pesados em braços, porque estava lá um vidro, porque estava lá uma sinalética, mas, a maior parte das pessoas, ignora tudo, achando que aquilo é  parte da decoração, para ficar bonito, e para fazer de conta que respeitamos as normas do covid-19! Sei que muitos colegas, facilitam, nã...

Nem a pandemia civilizou as massas

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Olá a todos! Peço desculpa por esta ausência, não por falta de situações para contar, mas por falta de tempo! A situação continua a não estar fácil. Com o passar do tempo , cada vez mais, as pessoas querem deixar as regras, tapam os olhos à sinalética que continua lá exposta. O pessoal acha que isto já passou,  e que agora é hora de voltar ao antigo normal! Que pena, estas regras ficavam tão bem se ficassem para sempre, desde que não fosse preciso a nossa intervenção e insistência constante! É cansativo estar constantemente a pedir por favor para que façam distanciamento, quando as pessoas querem, na sua maioria,  estar encostadas, bem juntinhas, umas das outras. Quererem entregar artigos pesados em mão, não respeitando o acrílico, o semafro, nem a nossa saúde física. Tento limpar o mais possível o tapete a cada cliente, mas a maioria quer despacho e não se importa com a limpeza.  Tanto que uma pessoa corre de panos e spray nas mãos! Já...

Dia da segurança e saúdo no trabalho

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Cá estou novamente para relembrar que este é o dia da segurança e saúde no trabalho. Agora, devido à pandemia, é ainda mais importante que se assinale este dia.  Mais do que nunca, a sensibilização para a adoção de práticas seguras no local de trabalho é importante e pode até salvar vidas. Na minha perspectiva, de  operadora  de caixa, há medidas que são essenciais continuar a ter em conta, nomeadamente o levantamento e movimentação de pesos, o distanciamento social, o uso da máscara, a lavagem das mãos e o álcool gel ( medidas de higiene), o respeito pelos espaços (não invadir para além das barreiras acrílicas), o respeito pela sinalética . Nós trabalhadores estamos na linha da frente, os clientes precisam de nós e nós precisamos dos clientes, por isso é uma missão em conjunto!

"Eles" não dormem, andam sempre por aí...

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Continua esta invasão de espaço, esta falta de respeito pelo acrílico, os fura-acrílicos, não nos dão descanso! Já não sei onde esconder o meu  álcool gel. Porque será que está ali um acrílico? Porque será que a empresa investiu na colocação de barreiras acrílicas? Para ficar bonito!? Não! é para não ser transposto! Até para passarem o cartão continente enfiam-se por ali a dentro, quando podiam passar do lado de fora. É que assim, prefiro passar eu o cartão do que ter de levar com a invasão.

Clientes flexíveis como os gatos e com bichos carpinteiros

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Os gatos passam por qualquer espaço sem se magoarem. A explicação é que os gatos não têm clavícula , mas sim uma cartilagem  no lugar, que permite que se consigam mover, esticar o corpo e entrar em lugares estreitos.   Os clientes desde que existe o acrílico também se esticam todos, enfiam os braços pela janela, invadem o nosso espaço, estão sempre  furar tudo. Ainda não atingiram, que se há um vidro à frente,  é para não entrar/furar. É que não compreendem, é  uma coisa que incomoda. Tenho uma esferográfica à frente e mesmo estando envolta em acrílico já um cliente a conseguiu  apanhar! Quando o vi com ela pensei: " mas como é que ele a tirou e nem vi"!? Outra coisa, eles parecem ter  bichos carpinteiros, pois também é um desassossego e mexem em tudo, é que há coisas que podem ver com os olhos e não com as mãos. Por exemplo,   tenho um montinho de sacos organizados, e em vez de pedirem, vão lá tirar (para quê, se primeiro tenh...

Talvez tenha conseguido passar a mensagem a UMA pessoa

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Estava a concluir o atendimento a uma cliente, enquanto ela procura o dinheiro na carteira, aproveito para ir limpar/desinfetar  o tapete de saída. Entretanto apanho o dinheiro, e quando digito o valor, o cliente seguinte, estica-se para todo, invadindo o acrílico e coloca um pacote de detergente justamente em cima da gaveta da caixa registadora , que, com o peso, não abre para dar o troco. Eu: - Mas se está aqui este vidro porque não pôs as coisas atrás!? Cliente: - Era para você me passar isso primeiro para ir logo para o carrinho! Eu: Pois mas agora este cliente vai ter de esperar porque a gaveta não abriu. É que é só seguir as regras! O tapete até tem cores, há um vidro e mesmo assim, as pessoas não têm cuidado! Cliente: Pois está bem. Agora já sei! Depois até pediu desculpa por fazer a outra pessoa esperar que viessem abrir a gaveta. Se tudo isto deu para uma pessoa aprender alguma coisa , já fico satisfeita!

"Vamos incestar artigos!?"- Pensam eles

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Um destes dias, estava eu a atender um dos últimos clientes do dia, quando este, tendo espaço atrás no tapete, atirou um artigo contra o acrílico. Pensei "oh estou quase a sair, não me vou estar a chatear"! Fingi que não vi. Entretanto, a pessoa repete atirando outra coisa. Respirei fundo, e voltei a não dizer nada! Mas à terceira disse. "Mas o que é isto!? Um cesto de basquetebol!?" Não sei se me percebeu! Pelo menos não repetiu a façanha! Parece que na visão de algumas pessoas, há ali um cesto de basquetebol para incestar artigos!

A função do tapete rolante na caixa do supermercado

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Lamentavelmente ainda há muitas pessoas que não entendem a função do tapete rolante. O tapete rolante serve para que os produtos rolem até ao operador de caixa, protegendo da proximidade e de  lesões provocadas pelo levantamento de pesos. Protege não só o operador, como o cliente. Para o cliente pode ser só uma embalagem, para o operador são dezenas ao longo do dia! Mesmo agora com o acrílico lá, a sinalética no tapete, os  clientes insistem em entregar artigos, principalmente os mais pesados, em mão, dizendo que é para ficar no fundo do carrinho, ou porque lhes dá jeito. É tudo uma questão de guardar espaço, de hábito e organização! Também há operadores que permitem que os clientes entreguem os produtos em mão, ou porque não estão para se ralar, nem se proteger, porque são novos e só estão ali de passagem, e, além do mais dá trabalho"educar" os clientes! Eu vou continuar na luta!

Os fura-acrílicos [2]

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Tendência acríica

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Já passou cerca de um ano desde o inicio da pandemia em Portugal. entre outros mecanismos, ou novidade, por assim dizer, surgiu o acrílico. Algo visto como um escudo protetor. Não apareceu somente nos supermercados, como também em outras empresas e serviços, nomeadamente, escritórios, restaurantes, hotéis, salões de beleza, bancos. Posso até arriscar dizer que os fabricantes de acrílico, tiveram o seu negocio bem activo! Não posso escrever sobre a eficácia do produto, pois não tenho conhecimento para isso, apenas posso dizer que me faz sentir mais segura. O problema é que dificulta um pouco a comunicação, já que o som, as nossas palavras e as dos clientes, não passam bem, temos de falar mais alto! Ainda me recordo de no inicio, ter pedido a um cliente para pagar pela janela de pagamento do acrílico e ele ter respondido "então por aqui o vírus não passa, é?" Igualmente me recordo de quantas vezes os clientes não respeitaram o acrílico, transpondo-o...

Animais racionais e irracionais

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Quando era miúda e vivia no campo, pude conhecer muitos animais. Tive o gosto de conhecer e lidar com animais de rebanho, ovelhas e cabrinhas, principalmente. Recordo-me bem como eram ordeiras, respeitando o seu pastor e  as cercas. Sabiam que se a cerca estava fechada era para não passarem por lá, e quando estava aberta, aí era o seu local de passagem. Já o ser humano ainda não conseguiu entender a utilidade das barreiras acrílicas no supermercado. Certamente ainda precisa de mais tempo. Se uma pessoa tem um vidro à frente, julga logo que é para andar às cabeçadas, ou  a atirar produtos  por cima, pelos lados, mesmo que além das barreiras, haja a ajudar sinalética com as três cores dos semáforos, onde ainda terá de aprender que a zona vermelha não é para colocar artigos, já que existe uma zona verde. Mas isso é demasiado complicado para se aprender num só ano, é preciso mais tempo, certo!?

Os fura-acrílicos

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As caixas do continente estão mais ou menos assim, estamos rodeadas de acrílico. Que bom seria se os clientes percebessem a função do dito cujo. Até já me tocaram nas costas mesmo com o "vidro" lá! E estão sempre a querer passar artigos pesados, quando deve ser o tapete rolante a trazê-los até nós! ! Se o acrílico está lá não é para ser invadido ou transposto !

Cansa ter de estar sempre a chamar atenção das pessoas

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Cansa ter de estar sempre a chamar atenção das pessoas: Para que coloquem a máscara corretamente; Para que coloquem os artigos sobre o tapete, para lá do acrílico; Para que mostrem os sacos vazios Para que façam o distanciamento Para que esperem um pouco afim de limparmos o tapete Para não passarem pela linha de caixa quando estão lá pessoas Para respeitarem regras e sinalética Para lerem os avisos

Acrilicados

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E se respeitassem o acrílico!?

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Um cliente  debruçou-se sobre o acrílico para chegar a uns frasquinhos de álcool gel, que estão num suporte à nossa frente. O normal seria ele pedir. Quando se debruçou cheguei-me para trás indignada, ao que ele ainda disse:  "não tenha medo"! Respondi:  "Este acrílico está aqui é para que não seja transposto, é para nossa segurança! O senhor só quem que respeitar!" A imagem que me veio à cabeça foi de um surfista numa prancha a deslizar. Já não chega atirarem com os artigos a bater no acrílico, ainda têm de vir eles próprios! Eu já não consigo ficar calada, agora tenho de falar, sempre educadamente, mas tem de ser, não posso deixar passar, se não vão continuar a cometer os mesmos erros! Será que nas outras lojas ou serviços  onde também há acrílicos as pessoas também acham que aquilo é para furar, para contornar, para invadir!?

Hábitos errados que tive esperança que a pandemia corrigisse

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Alguns   hábitos errados  que tive esperança que a pandemia corrigisse ou melhorasse: Para abrir os sacos as pessoas lambiam o dedo na  boca -  diminuiu mas não foi totalmente erradicado! Para contar notas, também lambiam os dedos - ainda se pratica, mas muito menos. Os clientes sem compras passarem pela linha de caixas , causando incomodo a quem está a ser atendido porque tem de chegar o carrinho, quando podiam sair pela  saída sem compras - infelizmente mesmo com a pandemia, ainda o fazem! Era só quando já estavam  a ser atendidos na caixa, que se lembravam de ir imprimir os cupões , quando passam pela máquina à entrada - continua igual, e empatam os outros. Esquecem-se dos sacos no carro , e deixam-me a operadora em piloto automático para os irem buscar - ainda acontece demasiadas vezes! O cliente seguinte ficar atrás da pessoa que estava a marcar o código do multibanco - felizmente este hábito foi quase totalmente erradicad...

A importância do acrílico na pandemia

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Devido ao covid-19, estamos num ponto da situação onde o acrílico é um dos nossos maiores aliados e protectores  nas lojas, hotéis, supermercados, serviços e até na praia! Mas do que vale tanto investimento neste produto, se depois  os clientes não o  respeitam !? Dão encontrões, tentam contornar, invadir, seja à volta seja por cima. Parece que o produto para eles é invisível ou sem importância! O acrílico, tem importância semelhante ao álcool gel, à máscara e até ao distanciamento. Tudo isto junto forma um melhor escudo protetor!

As pessoas estudam as 1001 maneiras de contornem as regras

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Com muitos "ses" e "mas" Mesmo com o acrílico,  com a tudo sinalizado, mesmo avisando no som do supermercado, na rádio continente, muitos clientes não aceitam ou não respeitam as regras.  As pessoas simplesmente não querem ouvir, não querem ler, nem os cartazes que estão pendurados, os panfletos que estão mesmo ao nível da sua vista, ou mesmo os autocolantes que estão no chão. A  fase do "ah não sabia, para a próxima já sei!" - Já não faz sentido! Mesmo porque damos conta das mesmas pessoas a cometerem os mesmos abusos, com as mesmas desculpas! Primeiro se pedíamos para pagar pela janela do acrílico, perguntavam se o vírus por ali não passava. Como a dita janela é tão apertadinha, deixei  de fazer pressão para que a usem! Por vezes até atiram artigos por cima do acrílico. Se pedimos para colocarem os artigos atrás da zona verde para haver mais distanciamento, protestam! Se há um vidro à frente para não entregarem os produt...

Mais do mesmo...

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Um senhor depois de já ter o tapete de receção de artigos cheio de artigos, alguns sobre os outros,  e de eu já ter registado alguns, tendo também o tapete do outro lado meio  ocupado, deixa no carrinho várias garrafas de bebias alcoólicas e tencionava me as dar em mão, uma a uma do lado de saída. Ora, além de não ser permitido passar com as  coisas não registadas para o outro lado, como é que eu ia controlar o que já tinha registado e o que tinha para registar!? Para mim, a intenção não era boa! Disse-lhe que não podia ser assim, reclamou, fez birra! Tudo porque tinha de esperar que o tapete rolasse um pouco para ter espaço para colocar os restantes artigos. Nem com um vidro alto  à frente perdem a mania de entregar os artigos em mão, de estar próximos, de não se distanciarem, só falta se deitarem no tapete para chegarem mais perto de nós, não percebem que têm de colocar os artigos atrás e que o tapete os trás até nó...

Já passaram seis meses do covid-19

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Já passaram 6 meses da chegada deste malvado vírus, já passei por varias fases. Logo no inicio, a minha maior preocupação era levar o covid-19 para casa, já que era a única que tinha de continuar a trabalhar. Andava muito preocupada e cheia de receios, tinha 1001 cuidados. Mas depois, quando vi as medidas que a empresa implementou, e depois de perceber que os clientes estavam solidários connosco, consegui alguma tranquilidade. A primeira semana que a máscara foi de uso obrigatário, foi horrível para mim, sentia-me a sufocar, tinha pesadelos. Felizmente tive conhecimento de um outro tipo de máscara, que não a cirúrgica, e  mais uma vez, consegui alguma tranquilidade. Também me fazia alguma confusão estar cercada de acrílico, mas depois adaptei-me e até já conseguia esquecer que estava ali, prisioneira, porque me sentia mais protegida e segura. Entretanto, o tempo vai passado, e a desilusão com o comportamento de alguns clientes foi crescendo. Passa...