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A mostrar mensagens com a etiqueta acessibilidade no supermercado

A importância de ter o tapete rolante limpo para atender alguém que é celíaco

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Hoje esteve um dia com algum movimento, e, quando assim acontece, é difícil, conseguir ter o tapete rolante e o tapete de saída, sempre limpos. Uma senhora, não coloca as compras sobre o tapete, e, educadamente pergunta-me se o posso limpar porque tinha vestígios de farinha e o filho é celíaco. "Claro que sim , até agradeço, isto foi um saco de  mandioca em pó que rebentou e saltou poeira por todo o lado e ainda não tinha conseguido o limpar bem!" A senhora pede desculpa  e volta a falar me que pó de qualquer farinha é como veneno para o seu filho e tem de ter muito cuidado. Eu disse-lhe que entendia bem, porque a filha de uma pessoa amiga, também tinha esse problema e já conhecia, ainda que de longe, o problema! É sempre bom podermos ter conhecimentos e estar disponíveis para melhor poder entender e atender os clientes!

Ajudar invisuais no supermercado

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Só quando temos por perto, alguém que conhecemos e estimamos, com deficiência visual, é  que  percebemos,   que muitas vezes, há locais, que ainda lhes falta alguma coisa, para estarem mais acessíveis a pessoas com esta particularidade. Um supermercado mais acessível, teria, por exemplo: Na entrada,  sinalização sensorial no chão, vi algo do género numa passadeira na estrada aqui . Poderia estar no inicio de cada corredor, no chão algo escrito em braille que identificasse o corredor, por exemplo, "produtos de higiene" , "massas", "cafés" onde,   suponho que com a ajuda da  bengala de apoio, desse para se conseguir de  forma mais fácil, obter essa informação. Nos produtos, também em braille, rótulos  com os nomes dos produtos, características e até datas de validade. Para quem vê mal, seria bom haver rótulos com  letras grandes e legíveis As prateleiras com fácil acesso,  com  espaço  confortável de aproximação frontal e lateral. Talvez sinais/voz sonoros ...

Carrinho de uso exclusivo a pessoas de cadeira de rodas

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Existem nos super e hipermercados do continente (e não só), uns carrinhos especiais que encaixam nas cadeiras de rodas. No caso do continente onde trabalho, que é de média dimensão, existe apenas um, que não está perto dos  carrinhos normais, está num sitio  mais acessível. O facto de estar num local mais acessível, faz com que algumas pessoas que não usam cadeiras de rodas,  achem que também os podem usar . É de lamentar o número de pessoas que não entendem que aquele carrinho é apenas destinados a pessoas que precisam deles, para fazerem mais comodamente as suas compras. Infelizmente, já tive discussões com as pessoas que dizem "eu vou num instante", ou então " mas se não está aqui ninguém em cadeira de rodas, porque não posso usar!?" As pessoas não entendem, ou não querem entender, que aquele carrinho é de uso exclusivo para pessoas que se deslocam em cadeira de rodas!

Pessoas com mobilidade reduzida e a prioridade

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Nem sempre, as pessoas com mobilidade reduzida, usam cadeira de rodas, e nem sempre essa reduzida mobilidade, é permanente, pode ser temporária. Por vezes , pode ser uma pessoa que passou por uma cirurgia, e está a usar canadianas, e, dessa forma, tem prioridade na fila do supermercado. Também é importante, haver sinalização de quando o piso está molhado, porque se a pessoa tem mobilidade reduzida, também está mais sujeita, a quedas, e não queremos que nada de mal, aconteça. Também pode ser uma pessoa idosa, ou deficiente, e o uso de uma muleta, também lhe dá prioridade. No entanto, aconteceu que uma pessoa com alguma idade,  pediu prioridade por estar com uma muleta, mas a esposa de do sr. que iria dar prioridade, (também eles já idosos)  disse que o marido era coxo e que caminhava com dificuldade. Nesse caso, como havia duas pessoas com a mobilidade reduzida, o atendimento foi feito um a seguir ao outro. pela ardem de chegada à fila! Nem sempre é fácil, é preciso sempre...

Situações que surgem

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Certa vez, estava a atender uma jovem mulher, percebi que ela não me entendia, julguei que fosse estrangeira. Falei mais devagar e palavras simples, mas a situação, não se alterou. Entretanto, chegou outra pessoa que a acompanhava e comunicou com ela por gestos, linguagem gestual.  A pessoa que acompanhava esta jovem mulher era portuguesa. Pensei para comigo, “se sei as palavras básicas em francês e inglês ou até espanhol”, porque nunca tentei aprender o básico da linguagem gestual, assim pessoas como esta cliente, poderiam ser compreendidas e melhor ajudadas! Vou tentar aprender!

Há pessoas que dão exemplos a outras

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Como já referi , todas as caixas são prioritárias, e qualquer pessoa que tenha prioridade pode pedir para ser atendida em qualquer uma das caixas. No entanto, há caixas aptas a cadeiras de rodas, no continente modelo, onde trabalho, existe uma e é logo a primeira. Apenas tem maior acessibilidade porque a passagem é mais larga, mas estas cadeiras também passam nas outras caixas, a não ser que seja uma mais larga. Há uma cliente que costuma ir sozinha, e encaixa na sua cadeira um carrinho especial que temos para esse efeito; há uma outra cliente que normalmente vai acompanhada pelo marido e é  ele leva um carrinho comum. Ainda assim, pelo menos, comigo, nenhuma das duas pediu prioridade por estarem numa cadeira de rodas.

Há uma caixa apta a cadeiras de rodas

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É habitual existir no supermercado, pelo menos nos continentes, existe, consoante a dimensão do espaço, uma ou mais caixas   "aptas a cadeiras de rodas", ou seja, o sitio onde o cliente faz o pagamento com o  cartão  multibanco está no final do tapete e mais baixo, para que uma pessoa estando sentada numa cadeira de rodas possa lá chegar! No entanto, apesar de estar sempre a explicar ás pessoas porque o sitio está mais distante, parecem não entender. Ainda há dias uma cliente dizia "estão sempre a mudar o sitio disto, ainda no outro dia estava aqui"! Ou então dizem "ah agora meteram isto lá ao fundo!" Enfim, eu por vezes já nem explico, não vale a pena!

Terão os diabéticos prioridade num supermercado?

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«Diz a lei que grávidas, acompanhantes de crianças até 2 anos, seniores com limitações e pessoas com deficiência ou incapacidade, têm prioridade. E a lei é para cumprir, sob pena da entidade infratora arriscar uma multa que vai desde os 50 até aos 1000 euros.»   Já por duas vezes que alguém, estando na fila me perguntou, se o facto de ter diabetes, lhe dava prioridade.   De qualqer forma, sei que nos hospitais, os diabeticos têm prioridade. Andei a pesquisar, e o que encontrei nem foi em sites de Portugal, por isso não se se aplica à nossa realidade, mas aqui fica a dica.   «Pessoas portadoras de diabetes que forem insulinizadas ou que possuam problemas crónicos em função da doença também poderão utilizar as filas preferenciais em estabelecimentos comerciais, de serviços e repartições públicas.(...)Para ter direito ao benefício, a pessoa terá que apresentar documento que comprove a condição de diabético.»