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O custo de vida para os mais velhinhos

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Uns velhinhos já ambos debilitados, e cada um com uma bengala, iam olhando fixamente para o ecrã onde iam controlando os preços ou o total. Tinham poucos artigos, e eu própria os coloquei no saco, porque a preocupação deles era outra. No final a senhora pergunta baixinho ao senhor "então chega ou não!?" Ele afirma que sim, e coloca umas quantas moedas em cima do tapete e pede-me para eu contar. Na verdade, faltava sete cêntimos, mas eu disse-lhe que estava certo.  Estas situações deixam-me triste. Porque se faltasse mais dinheiro e tivesse que anular artigos, seria ainda pior, porque por mais empatia que possamos ter com as pessoas , também sabemos que não podemos fazer mais. 

Marcelinho, a moeda

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Para efeitos de troco peço a um cliente, um senhor já com alguma idade, se tem um cêntimo,  ao que ele me responde simpaticamente que sim, tira o cêntimo da sua carteira. Cliente - Ora aqui está um marcelinho! Eu - Marcelinho!? Cliente - Sim , não conhece, a história!? Eu - Não, mas pode me dizer! (não tinha ninguém na fila) Cliente - Eu é que lhe chamo marcelinhos, por causa da moeda feita pelo Marcelo! Eu - O Marcelo Rebelo de Sousa!? Cliente - Não, o outro,  o Marcelo Caetano. Era uma moeda de um tostão e que era de alumínio. Valia pouco. Já não é do seu tempo. Eu - Pois, nunca tinha ouvido falar, mas gosto sempre de saber estas coisas! Posto isto, e como me interesso por esta curiosidade, fui pesquisar. E realmente a moeda existiu, ainda que em pequenas quantidades. Ao que parece, esta moeda resultou de uma crise económica e do aumento do preço do bronze. Foi lançada em 1969 e foi o presidente Marcelo Caetano que aprovou a sua emissão. Pelo que pesquisei era...

Como eu, operadora de caixa, organizo o dinheiro

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Foi difícil encontrar na internet um fundo de caixa parecido com o meu, mas depois de fazer alguns ajustes, consegui ilustrar. Cada um de nós tem a liberdade de organizar o dinheiro da forma que entende, da maneira que achar mais fácil, para manusear tanto as moedas, como as notas. Para mim, as  moedas têm que estar de forma decrescente, em baixo de UM euro até aos dez cêntimos, em cima dos cinco cêntimos, até um cêntimo, o compartimento que sobra é para as moedas de dois euros, quando existem. As notas também estão organizadas como na imagem, começando pela de  menor valor até à de  maior valor,  sempre direitinhas e viradas para o lado da frente onde se vê o número e a faixa dourada, se assim lhe posso chamar! Mas isto é a minha organização, a que me faz sentido, para melhor guardar o dinheiro e melhor fazer o troco que tenho de entregar ao cliente. Por vezes, quando tenho de substituir algum/a colega que tenha uma disposição diferente, já ando ali,...

Lá onde eu vivo quase não há moedas...

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Atendia um casal aí na casa dos cinquenta anos, que estavam a pagar a conta em dinheiro. Queriam-me me dar cerca de três euros e uns cêntimos em moedas. Mas estava difícil, parecia que não sabiam contar o dinheiro. Até que a senhora diz ao marido: " Já estamos de abalada  e continuo a não saber contar este dinheiro"!   Depois diz-me : "É que lá onde eu vivo não há moedas!" Eu pergunto : "Não há moedas? Nenhumas !? Onde é!?"   Responde: "Há apenas três moedas, mas grandes...caravelas, moedinhas destas pequeninas, não! Não querem lá nada disto. É tudo notas! Na Suécia é assim!"   Serão os nossos euros assim tão complicados de contar!?

Pagar as compras com moedas de baixo valor

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De vez em quando, acontece, clientes fazerem o pagamento com muitas moedas, chegam até a entregá-las em sacos. A maçada, é ter de as contar e estar a ver outros clientes na fila a desesperar com a demora, principalmente, quando é com medas de baixo valor, e haver um engano na contagem e ter de a repetir. Mas, penso, que não posso rejeitar que o cliente pague assim...   Por isso, apenas posso, pedir um pouco de paciência!

Moedas pretas

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É engraçado, onde por vezes, um simples pedido de moedinhas pretas, nos pode levar. Desta vez um cliente levou o pedido para onde ele esteve, em tempos de guerra, Guiné. Contou-me cenas horríveis que presenciou naquela época. E realmente para quem presenciou aqueles episódios, até me pareceu ter superado, porque é uma pessoa muito bem disposta. Enfim...

Hábitos e manias

Peço o cartão de cliente a uma senhora, e a senhora demora  imenso tempo a procurá-lo na mala. Estão pessoas na fila. A senhora lá encontra o cartão. Depois ao fazer o pagamento, eu peço-lhe uns cêntimos para facilitar o troco. A senhora lá abriu a mala duas carteiras, enfim...demorou mais um bocadinho. Olhei para um cliente que estava na fila e senti que ele ia dizer alguma coisa. Não disse, mas deu para ver na cara dele, que eu devia ter evitado pedir as moedas, pelo fato de a cliente demorar séculos a procurar as coisas! Mas agi pela força do  hábito, pela mania de poupar trocos e de fazer arredondamentos!  

Moedas

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Já não tinha moedas de 1€, mas como estava quase a acabar o meu turno e tinha muitas de 0,50€ não pedi mais. No entanto, quando dou um troco de três euros e pouco em moedas de 0,50€ a cliente ficou com a mão aberta e perguntou se não tinha moedas de 1€. Disse que já não tinha, pedi desculpa, mas a senhora abanou a cabeça descontente...   

Pagar conta com moedinhas pequeninas

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O total da conta era de cerca de 3/4€, e se não fossem os cabelos brancos e a idade da cliente, que pagou só com moedas pretas e essencialmente de dois e um cêntimos, eu diria que aquilo era uma cena para os apanhados! Fez-me lembrar um vídeo relativamente a um supermercado da concorrência que andou a circular. Isto porque a senhora trazia as moedas num saquito de plástico e tinha tantas. Ainda me enganei na contagem e o pessoal da fila não estava a gostar nada da espera! Realmente não é fácil contar moedinhas pequeninas!

Entra hoje em circulação nova moeda de 2,5€

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Um total de 487.500 moedas de 2,5 euros alusivas à participação de Portugal nos Jogos Pequim 2008 vão ser distribuídas, como troco, nas caixas dos hipermercados Continente, revertendo a receita a favor da Missão Olímpica portuguesa.