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A mostrar mensagens com a etiqueta respeitar regras

Os quebra-regas do supermercado

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Para uma sociedade funcionar bem, é essencial que existam regras que estabeleçam ordem, segurança e justiça. As regras servem como guias para o comportamento humano, garantindo um equilíbrio entre a liberdade individual e o bem-estar coletivo, além de ajudarem a resolver conflitos de forma pacífica. Por exemplo, existem regras e sinais no trânsito, para orientar o fluxo de veículos e peões, garantindo a segurança e a organização do trânsito. As pessoas tiram a carta de condução para saberem andar convenientemente na estrada. Há regras para participar numa competição. Há regras num aeroporto, onde o mais importante é seguir a sinalização, dirigir-se ao balcão de check-in e depois à área de embarque, passando pelos controlos de segurança, e deve permanecer atento aos ecrãs para verificar alterações. Ora num supermercado, também há regras, que são muito básicas e que estão perfeitamente identificadas, quer em cartazes, quer em sinalética, quer em setas. No entanto, há dias em que os clien...

Se não é indicado para si, não use, faz falta a alguém

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Recentemente, vi uma senhora, que não tinha cadeira de rodas, a usar este carrinho. Certamente, não sabia para que servia, supôs talvez, que era apenas diferente, e já que estava ali, tão bem situado, era para quem o quisesse usar. Um cartaz, podia ajudar, ou não, depende da leitura ou da falta dela!

Situações que podiam ser evitadas

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Caixa de supermercado não é banco

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A tarefa de operador de caixa é de muita importância e responsabilidade, até porque mexemos com dinheiro, o que requer muita concentração! Por vezes, os clientes pedem para  trocarmos grandes notas, ou até, o inverso, ou seja, trocar  pilhas de moedas em notas, mas essa tarefa não é nossa, não o podemos fazer, essa tarefa compete, por exemplo,  aos bancos! Alguns clientes não entendem, que são normas que temos de seguir e respeitar, e ficam chateados!

Os carrinhos/cestos do supermercado não podem ir á rua

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Quem me conhece sabe que não sou de conflitos e  discussões, principalmente com os clientes. Mesmo que perceba que a pessoa está a falar sem razão ou sem conhecimento de causa, deixo-a ficar com a sua opinião! Mas, por vezes, não dá para ignorar! Um dia destes, vinha um cliente, aí na casa dos quarentas. Trazia as compras naqueles cestos com rodas exclusivos de uso dentro do supermercado. Depois de colocar os artigos no tapete passa com o dito cesto para o outro lado. Digo-lhe que aquele cesto tem de ficar do lado de dentro. Ao que ele responde que tem de o levar com as compras até ao carro. Insisto e informo que aquele cesto é só para usar dentro da loja. Diz-me: " ah então como é que quer que leve as compras, ás costas!?" Volto a insistir que o cesto não vai ao parque! E ele diz: "então diga-me lá como é que levo as compras"!? Respondo que isso é ele que tem de saber: se trás carrinho, se compra ou trás saco! Responde: " ó minha senhora, eu não vou roubar o c...

Nem a pandemia civilizou as massas

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Olá a todos! Peço desculpa por esta ausência, não por falta de situações para contar, mas por falta de tempo! A situação continua a não estar fácil. Com o passar do tempo , cada vez mais, as pessoas querem deixar as regras, tapam os olhos à sinalética que continua lá exposta. O pessoal acha que isto já passou,  e que agora é hora de voltar ao antigo normal! Que pena, estas regras ficavam tão bem se ficassem para sempre, desde que não fosse preciso a nossa intervenção e insistência constante! É cansativo estar constantemente a pedir por favor para que façam distanciamento, quando as pessoas querem, na sua maioria,  estar encostadas, bem juntinhas, umas das outras. Quererem entregar artigos pesados em mão, não respeitando o acrílico, o semafro, nem a nossa saúde física. Tento limpar o mais possível o tapete a cada cliente, mas a maioria quer despacho e não se importa com a limpeza.  Tanto que uma pessoa corre de panos e spray nas mãos! Já...

Basta um, para se fazer notar...

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O dia estava a correr bem. Há dias que correm bem, clientes simpáticos, compreensivos, educados, cumpridores, amigos , até. Devo de atender dezenas ou até centenas, assim! No entanto, basta um, para estragar o dia, ou pelo menos para perceber que ainda há uma minoria de gente, que não aprendeu nada, com esta pandemia. Mais uma vez o distanciamento. Estava a atender um casal, outro cliente tinha as suas compras no tapete, onde há uma sinalética no chão onde ele tinha de estar e depois os outros teriam de estar mais atrás, conforme a marcação. Mas, "os outros" já iam colocar as compras. Pedi educadamente, para aguardarem só um pouco, até porque eram novos, julguei que entendessem. Aguardaram, quando os que estava atenderem saíram, e o seguinte passou para o outro lado, pedi que avançassem! Começam "...e  porquê, qual é a diferença"!? Respondi que eram as normas da empresa e mostrei a sinalética, mas foram insolentes, mal educados. Por fim, disse-lhes "pois se não...

Juntos, mas separados

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Estava a atender duas pessoas que julguei estarem juntas já que a mulher estava quase colada ao jovem rapaz. Acontece por vezes duas pessoas estarem juntas e cada uma ter a sua conta. A dada altura quando o rapaz ia pagar e a mulher estava mesmo ao lado, ele diz "olhe desculpe, eu estou a incomodar?!" E a senhora olha para mim e depois para ele, mas não se afasta . Foi a aí que percebi que não estavam nada juntos. Claro que se eu soubesse que não estavam juntos, não tinha permitido aquela proximidade. Quando percebi, pedi à senhora para se afastar e disse ao rapaz em voz alta, para que a senhora ouvisse e percebesse o erro: " peço desculpa julguei que estavam juntos, já que esta senhora estava tão perto. Infelizmente as pessoas ainda não perceberam que têm de fazer distanciamento, é um abuso!" A senhora nem se importou nem enfiou a carapuça! E depois do rapaz sair, ainda criticou, mas eu disse que as pessoas tinham de fazer o distanciamento! Quando surgiu a pandemia...

Talvez tenha conseguido passar a mensagem a UMA pessoa

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Estava a concluir o atendimento a uma cliente, enquanto ela procura o dinheiro na carteira, aproveito para ir limpar/desinfetar  o tapete de saída. Entretanto apanho o dinheiro, e quando digito o valor, o cliente seguinte, estica-se para todo, invadindo o acrílico e coloca um pacote de detergente justamente em cima da gaveta da caixa registadora , que, com o peso, não abre para dar o troco. Eu: - Mas se está aqui este vidro porque não pôs as coisas atrás!? Cliente: - Era para você me passar isso primeiro para ir logo para o carrinho! Eu: Pois mas agora este cliente vai ter de esperar porque a gaveta não abriu. É que é só seguir as regras! O tapete até tem cores, há um vidro e mesmo assim, as pessoas não têm cuidado! Cliente: Pois está bem. Agora já sei! Depois até pediu desculpa por fazer a outra pessoa esperar que viessem abrir a gaveta. Se tudo isto deu para uma pessoa aprender alguma coisa , já fico satisfeita!

Este vírus é matreiro

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"Este vírus é matreiro, só ataca as pessoas nas filas para pagar, nos corredores, não faz mal a ninguém!" Já não é a primeira vez que ouço uma frase desde género,  muitos clientes implicam com o facto de só terem de fazer distanciamento nas filas. Certamente queriam um segurança por cada corredor a dar instruções para não estarem próximos. Ou então, se calhar, o ideal era sempre que alguém entrasse no supermercado, ser-lhes colocado um chip, e sempre que uma pessoa se aproximasse demasiado da outra, aquilo apitava  ou dava choque! Até parece que gozam connosco, porque acham incoerente que nas filas tenham de fazer o  distanciamento, e nos corredores ninguém faz. É pena que não percebam que o que estamos a fazer é o nosso trabalho,e que, se cada um fosse responsável, também tinham cuidado nos corredores. Eu, quando estou em modo cliente , se preciso de ir a um corredor onde estão  muitas pessoas, dou a volta, e volto lá depois. Já me...

O jogo do macaquinho do chinês

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Saio um pouco da caixa para ir responder a uma questão à cliente que já tinha atendido. Ela tinha uma dúvida com um preço no talão. Demorei um minuto, quando voltei para a caixa já tinha três pessoas com artigos no tapete. A princípio pensei que estavam juntos, mas depois vi uma cliente meio encolhida a desviar-se (esta sim consciente). Foi quando percebi que as outras duas se tinham aproveitado de um momento de distração   para  desrespeitarem o distanciamento.  Parecia o jogo do macaquinho de chinês, em que olhamos não está ninguém, viramos e já está uma data de gente em cima. As pessoas, muitas delas, só respeitam o distanciamento enquanto estamos a controlar, se nos descuidamos, elas avançam e não querem saber. As pessoas não querem ou não sabem ser responsáveis sozinhas!?

Os fura-acrílicos [2]

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Falta de civismo - take 1001

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Estou ainda a atender uma cliente, quando a cliente seguinte empurra o seu carrinho vazio até tapar a janela de pagamento do acrílico, espaço  que era necessário para a outra pessoa fazer o pagamento. Peço-lhe para  afastar um bocadinho e ela responde: "ah é só o carrinho que está aí , acho que não faz nenhum mal!" Virei-me pro outro lado, respirei fundo, chamei-lhe um ou dois nomes feios. Com a máscara e falando baixinho, ninguém percebe, mas alivia ! Entretanto atendo um senhor que quer ser ele a decidir como eu lhe registo as compras, porque já foi empresário e sabia muito bem a melhor forma de facilitar o cliente. Mas será que esta gente acha que nós estamos ali só para implicar!? Acham que nos dá algum prazer ter de chamar atenção!? Se cumprissem as normas, se lessem cartazes, respeitassem sinalética, distanciamento. Está tudo sinalizado e escarrapachado , nós não estamos a inventar nada. São normas não só da empresa, como também governamentais. Mas as pess...

Os fura-acrílicos

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As caixas do continente estão mais ou menos assim, estamos rodeadas de acrílico. Que bom seria se os clientes percebessem a função do dito cujo. Até já me tocaram nas costas mesmo com o "vidro" lá! E estão sempre a querer passar artigos pesados, quando deve ser o tapete rolante a trazê-los até nós! ! Se o acrílico está lá não é para ser invadido ou transposto !

Cansa ter de estar sempre a chamar atenção das pessoas

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Cansa ter de estar sempre a chamar atenção das pessoas: Para que coloquem a máscara corretamente; Para que coloquem os artigos sobre o tapete, para lá do acrílico; Para que mostrem os sacos vazios Para que façam o distanciamento Para que esperem um pouco afim de limparmos o tapete Para não passarem pela linha de caixa quando estão lá pessoas Para respeitarem regras e sinalética Para lerem os avisos

Respeitar regras e sinais

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À saída do supermercado continente onde trabalho, há um sinal de transito que nos obriga a virar à direita. Ora para quem quer seguir para dentro do Cartaxo, ter de ir dar uma volta enorme à rotunda, é chato, mas é um dever. Quantas vezes já saí em cima da hora para algum compromisso, e, me dava tanto jeito ir logo em frente!? Mas não o faço! Acontece que já por diversas vezes quando vou a sair, vejo clientes a sair do parque e a transgredir o sinal, e penso para comigo: " se estas pessoas nem um sinal de trânsito, cujo incumprimento dá multa respeitam, como hão de respeitar as regras e a sinalética do supermercado!?" Daí concluo que mesmo que o não cumprimentos das regras desse multa, as pessoas iriam continuar a não as cumprir!

No supermercado, preste atenção aos cartazes

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Eu sei que andamos todos fartos e cansados deste vírus, de regras, mas por favor, enquanto têm de esperar nas filas, olhem à vossa volta, há cartazes, há panfletos, mensagens, sinalética, pedidos, tudo  para que as coisas funcionem melhor! Nós até nem exigimos, por exemplo, se tiver dez garrafões de água que os coloquem todos sobre o tapete, basta um, mas se forem artigos pequenos, é mais fácil de controlar assim... Os clientes não gostam que façamos o pedido para ver os sacos que trazem de casa, mas é um pedido legítimo, que está assinalado. Se não os querem colocar no tapete, mostrem o fundo, não passem com os sacos em balão, dentro uns dos outros! Tudo tem uma razão de ser, e quem não deve, não teme! Nós cumprimos ordens!

Hábitos errados que tive esperança que a pandemia corrigisse

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Alguns   hábitos errados  que tive esperança que a pandemia corrigisse ou melhorasse: Para abrir os sacos as pessoas lambiam o dedo na  boca -  diminuiu mas não foi totalmente erradicado! Para contar notas, também lambiam os dedos - ainda se pratica, mas muito menos. Os clientes sem compras passarem pela linha de caixas , causando incomodo a quem está a ser atendido porque tem de chegar o carrinho, quando podiam sair pela  saída sem compras - infelizmente mesmo com a pandemia, ainda o fazem! Era só quando já estavam  a ser atendidos na caixa, que se lembravam de ir imprimir os cupões , quando passam pela máquina à entrada - continua igual, e empatam os outros. Esquecem-se dos sacos no carro , e deixam-me a operadora em piloto automático para os irem buscar - ainda acontece demasiadas vezes! O cliente seguinte ficar atrás da pessoa que estava a marcar o código do multibanco - felizmente este hábito foi quase totalmente erradicad...

As pessoas estudam as 1001 maneiras de contornem as regras

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Com muitos "ses" e "mas" Mesmo com o acrílico,  com a tudo sinalizado, mesmo avisando no som do supermercado, na rádio continente, muitos clientes não aceitam ou não respeitam as regras.  As pessoas simplesmente não querem ouvir, não querem ler, nem os cartazes que estão pendurados, os panfletos que estão mesmo ao nível da sua vista, ou mesmo os autocolantes que estão no chão. A  fase do "ah não sabia, para a próxima já sei!" - Já não faz sentido! Mesmo porque damos conta das mesmas pessoas a cometerem os mesmos abusos, com as mesmas desculpas! Primeiro se pedíamos para pagar pela janela do acrílico, perguntavam se o vírus por ali não passava. Como a dita janela é tão apertadinha, deixei  de fazer pressão para que a usem! Por vezes até atiram artigos por cima do acrílico. Se pedimos para colocarem os artigos atrás da zona verde para haver mais distanciamento, protestam! Se há um vidro à frente para não entregarem os produt...

Ano novo, atitudes velhas

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Hoje, dia 5 de janeiro de 2021, o supermercado esteve cheio de gente, pelo menos até eu conseguir sair. Claro que é bom para a empresa, mas não é habitual a uma terça-feira, parecia um sábado. E quando há muita gente, há pouca paciência, há pouca tolerância, há muita pressa. E quando há pressa, esquecem-se que continuamos em contexto de pandemia com as regras habituais, ou que,  já deveriam ser, mais que  habituais e normais para esta época, mas não! Continuam a não querer respeitar as regras, e a cada um, impor e decidir  as suas! Disse a um cliente que ia a sair com aqueles carrinhos/cestos vermelhos que não os podiam levar à rua, e ele respondeu: " ah então, você venha atrás de mim !" A senhora que eu estava a atender e outra que estava noutra caixa, ficaram surpreendidas e indignadas com a falta de civismo e falta educação do homem. Mas, até eu telefonar, atenderem, e se chamar o segurança, o homem já estaria na rua. Depois é o acrílico. Parece que...