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A mostrar mensagens com a etiqueta respeito

Também sou cliente...

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Uma senhora, já reformada, disse-me que uma caraterística, que a faz escolher o supermercado continente, para fazer as suas compras, é a forma como é atendida nas caixas. Relatou-me que no continente, as operadoras de caixa não passam os artigos a correr, e só atendem o cliente seguinte, depois do anterior ter embalado, ou arrumado os artigos no carrinho. Disse-me ainda, que ninguém gosta e que até é falta de respeito, estarem logo a atender outra pessoa, sem a que estava a ser atendida, tenha saído. Contei-lhe,  que quando sou eu a cliente, também não gosto disso, e, por isso, tenho sempre em consideração. Na verdade, se nós nos colocarmos no lugar do outro, e fizermos como gostaríamos que fizessem connosco, e não fazermos o que não gostaríamos, estamos a fazer,  um bom atendimento.

O cliente lesiona

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Talvez , o facto de ter fibromialgia me torne mais sensível, talvez se o cliente não pensasse só na sua comunidade para entregar os pesos pela frente em vez de os colocar sobre o tapete, ou os levantar ele próprio, minimizasse os danos que podem causar, inclusive as pessoas sem problemas. Estes gestos provocam danos, e podem levar o trabalhador a se lesionar e a por baixa! Já me lesionei nas costas, no ombro, e principalmente no pescoço devido à teimosia dos clientes! O tapete rolante serve justamente para facilitar , para ajudar principalmente em artigos pesados!

Quando a caixa está fechada, está mesmo, mesmo, fechada!

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Foi uma lição que aprendi à minha custa, porque depois de ter fechado a caixa, atendi uma colega. E fi-lo justamente porque era uma superior hierarquia. No entanto, fui chamada à atenção, porque uma cliente foi se queixar à supervisora! Disseram para nunca mais repetir a ação! E nunca mais repeti!

A opinião que muito conta

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Uma senhora já na terceira infância , coloca-me uma questão. Tento explicar da melhor maneira possível! A senhora está a olhar para mim com um sorriso. Então eu digo: "A senhora não entendeu, não foi!?" Ao que ela respondeu:  "entendi sim, como não entenderia se você explicou com tanta ternura!" E foi assim que ganhei o meu dia. É esta apreciação - que muitos clientes fazem, que muito conta para mim! Eles são justos , verdadeiros! O atendimento ao público pode ter algumas situações que nos tiram do sério, mas depois há outras, que compensam! Nem eles sabem, o quanto importantes são para nós!

Tenho prioridade, algum problema?

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Quando chego, já havia filas nas outras caixas, por isso peço para passarem para a minha caixa, pela mesma ordem. Um senhor "fura" descaradamente a fila, quase derrubando as outras pessoas. Então eu digo que tem de esperar, porque há pessoas à frente. Vai, ele responde, com altivez : "Pois, mas eu tenho prioridade, algum problema!?" Não percebi a razão de ter prioridade, pois se o senhor tinha algum problema, não era visível! Ninguém reclamou.  Se alguém tivesse dito alguma coisa eu teria de perguntar, porque há casos em que a pessoa prioritária tem de ter um documento. Aqui há uns anos, quando perguntei a um senhor o porquê da prioridade, ele levantou a camisola e havia tubos no corpo dele, quase caio pro lado, (acho que já mencionei esta situação  no blogue) por isso tento sempre compreender, antes de perguntar! Também gostaria de sugerir que o cliente prioritário dissesse, caso não seja visível, o motivo da sua prioridade ou então mostrasse algum documento, n...

Carrinho sem freguês não guarda vez

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Uma senhora deixou o carrinho próximo do tapete, e outra senhora chegou e colocou as suas compras sobre o tapete. Quando a dona do carrinho chegou, começou a questionar a outra senhora o porquê de ter colocado as suas compras, e além disso,  disse à outra senhora "retire imediatamente as suas compras, não viu que estava aqui um carrinho"! A senhora, pessoa já de idade,  disse que não retirava as compras. Eu, calmamente disse à senhora que o carrinho não guardava a  vez, ao que ela respondeu que tinha ido ajudar uma senhora de idade a encontrar uma coisa. Respondi "a senhora foi porque quis,  eu não ia ficar parada à sua espera" ,vai ela responde: " mas as regras são para se cumprir!" Ao que eu respondi: "é o que estamos a fazer, a cumprir regras, além do mais, esta cliente tem meia dúzia de artigos que já estão sobre o tapete, a senhora tem um carrinho cheio!" Foi um circo, uma falta de bom senso, uma falta de noção, uma falta de tudo! Até quando...

Este vírus é matreiro

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"Este vírus é matreiro, só ataca as pessoas nas filas para pagar, nos corredores, não faz mal a ninguém!" Já não é a primeira vez que ouço uma frase desde género,  muitos clientes implicam com o facto de só terem de fazer distanciamento nas filas. Certamente queriam um segurança por cada corredor a dar instruções para não estarem próximos. Ou então, se calhar, o ideal era sempre que alguém entrasse no supermercado, ser-lhes colocado um chip, e sempre que uma pessoa se aproximasse demasiado da outra, aquilo apitava  ou dava choque! Até parece que gozam connosco, porque acham incoerente que nas filas tenham de fazer o  distanciamento, e nos corredores ninguém faz. É pena que não percebam que o que estamos a fazer é o nosso trabalho,e que, se cada um fosse responsável, também tinham cuidado nos corredores. Eu, quando estou em modo cliente , se preciso de ir a um corredor onde estão  muitas pessoas, dou a volta, e volto lá depois. Já me...

Hoje houve aplausos dos clientes ás 11 horas

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Nestes últimos tempos andamos com as emoções à flor da pele, onde somos muitas vezes invadidos pelo medo do desconhecido, pelo receio de apanhar e levar o vírus para casa. Somos muitas vezes confrontados pelos clientes que não querem aceitar as regras, que não têm paciência para esperar, mas também somos surpreendidos por outros que nos demonstram gratidão. Não sei quem organizou ou de quem foi a ideia, sei que após o relógio da rádio do continente dar as 11 horas da manhã, os clientes começaram todos a bater palmas . Foi lindo olhar à voltar e vê-los todos sincronizados em aplausos. Fiquei emocionada, nem sabia o que fazer ou como reagir. Apenas quero agradecer a atitude, o gesto nobre. Dizer que estamos todos no mesmo barco, que isto tudo há-de passar, que todas estas regras são pelo nosso e vosso bem, para que não nos faltem clientes, nem a vós vos falte os produtos de alimentação, limpeza e higiene. Bem hajam!

Cenas de prioridade e falta de civismo

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Devido à situação actual de pandemia, é concedida em 1º lugar , prioridade a pessoas sujeitas a um dever especial de  proteção; a profissionais de saúde; elementos das forças e serviços de segurança, de proteção e socorro, pessoal das forças armadas e prestação de serviços de apoio social, só depois, em 2º lugar , estão os outros habituais (grávidas, pessoas com crianças de colo até 2 anos, idosos com mais de 65 e com incapacidade, pessoas com deficiência). Esta situação aplica-se essencialmente á entrada do supermercado. Já  por duas vezes que tive de me conter para não dizer nada em relação à prioridade. A primeira foi com um velhote, que de repente, chegou e colocou as coisas sobre o tapete ignorando todos os outros que estavam atrás na linha e não aguardando as instruções da operadora para avançar. Quando lhe  disse, que tinha de aguardar e que tinha de esperar atrás da linha vermelha, começou logo a diz...

Se eu mandasse por um dia

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Posso ser mázinha só por um dia!? Vou fazer de conta que sim... Ou o cliente tem os cupões a jeito, ou esquece, não tem de ser a operadora a "catar" cupões, principalmente se a fila estiver grande! Se demorar muito a encontrar a carteira ou os cartões,  a conta fica em espera e vou atender outra pessoa. Por vezes, o tempo que o cliente demora a encontrar tudo é imenso. Com esta regra, o cliente vai ter o cuidado de levar tudo preparado e em sítio que fique logo em mão! Proibido atender e fazer chamadas, se está ao telefone não pode ser atendido, vai recambiado para o fim da fila! Os sacos que trás de casa, são para mostrar à operadora, e é proibido passar com os mesmo, em formato balão dentro carrinho! Quando estou a atender um cliente quem está a seguir não pode invadir o espaço do outro, pois há um sinalética no chão a respeitar! Também é proibido quando estou a atender um cliente, o outros quererem fazer perguntas. Não têm nada que estar a interromper, e...

Grávida ou gordinha?

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Eu não tenho grande pontaria, para verificar se  uma pessoa está grávida ou não, se não for mesmo saliente. Na caixa de prioridade antiga, nós tínhamos de chamar as pessoas, e por vezes eu errava. Então eu deixei de chamar, só chamava mesmo quando se notava bem, e não tinha dúvidas. Acho que já aqui relatei que uma vez chamei uma senhora que estava com a barriga empinada e as mãos à cintura, mas, errei. A senhora ficou ofendida e eu envergonhada. Pedi desculpa, mas fiquei a sentir-me tão mal. Recentemente , vi uma outra senhora, e fiquei na dúvida se era gravidez. Olhei pelo canto do olho, disfarcei. Pensei "será que é!?"  Depois vi-a de frente, e pensei que afinal não era. Quando alguém disse que a pessoa estava grávida, para me desculpar disse que não tinha percebido, e   a grávida responde: "então pensava que isto era tudo gordura?" Ora mais valia eu não ter dito nada! Às vezes mais vale, esperar que seja o cliente...

O gosto em quebrar as regras

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Depois de ler um post da Marta Elle , que estava numa fila do continente para pessoas que pretendiam que as suas compras fossem entregues ao domicilio, e onde pessoas que não estavam nessa categoria estavam lá a empatar , fez-me pensar no  porquê de as pessoas terem tanta aptidão para quebrar regras no supermercado . Resolvi enumerar algumas. Quando as pessoas querem entrar no supermercado, pelas caixas, que é local de saída; Quando há uma caixa para 10 unidades e as pessoas querem passar com um carrinho cheio; Quando a saída sem compras é pelo local onde entraram e elas querem sair pelas caixas, onde há carrinhos e pessoas a serem atendidas, que têm de fazer ginástica, para as deixar passar; Quando a pessoa que está a ser atendida ainda não terminou, e já o cliente seguinte está praticamente em cima deste; Quando está escrito que nas caixas self service não é permitido passar com carrinhos e mesmo assim, querem passar por lá; Quando as pessoas entram pela saída das caixas self ser...

Mais uma situação de falta de civismo

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Na caixa atrás da minha, estava a ser atendida uma senhora grávida. Vai daí, uma velhota que estava com a filha na fila , decide passar pro outro lado, onde ainda estava a tal senhora grávida, só que ao passar empurra a barriga da senhora grávida contra o balcão, e a senhora grávida, assustada, grita. Vai a filha da tal velhota diz: "cuidado mãe, a senhora está grávida"! Depois pede desculpa à senhora, e a própria grávida, pede também desculpa por ter gritado, e a filha da tal senhora, diz que compreende, sabe que foi o instinto de proteção!   Só me apeteceu dizer: "mas porque é que as pessoas não respeitam a fila? Porque raio a mulher tinha de ir pro outro lado se ainda não estava na vez dela!? Que falta de respeito! É preciso por ali um sinal sonoro a impedir que as pessoas passem pro outro lado, quando a outra pessoa ainda lá esta!? É que mesmo que a senhora não estivesse grávida, não tinha nada que a empurrar!"   Falta de civismo!   ...

Personificando a Sapolândia

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Existe a Sapolândia e existe o Bairro Sapo Blogs. Neste mundo paralelo, existem ruas, casas, moradias,  temos vizinhos, temos uns mais chegados que outros, temos até família. Por vezes ficamos chateados, porque discordamos  em algumas coisas,  por outras não vamos visitar os nossos amigos. Por vezes sabemos que não querem a nossa visita! O mais importante é o respeito, a partilha, a ajuda,  a compreensão, a admiração que temos uns pelos outros! O importante é que o Bairro esteja em paz! Boa noite,vizinhos!

Respeito

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Que falta de respeito...

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A falta de respeito é uma coisas que me tira do sério. Estou a fazer um troco a um velhote, daqueles a quem é necessário fazer a contagem moeda a moeda, nota a nota,  devagar, e está um fulano a chamar em voz alta e como se estivesse em pleno direito e não estivesse ali mais ninguém: " ó menina está a ouvir ou não...onde é que estão os fósforos"! Tenho de me abstrair daquele ruído horrível para que o velhote entenda o troco, e depois ainda tenho de ouvir o outro cliente a dizer: " olha...não responde"! Que falta de educação!    

Uma situação que me deixou perplexa

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Por vezes, penso que era bem mais divertido, se eu só contasse as histórias mais engraçadas e esquecesse as outras. Mas hoje tenho de contar esta, porque pode ser que as pessoas que têm determinadas atitudes, ao lerem este artigo tenham a consciência da figura que estão a fazer. Então não é,  que uma senhora, depois de me dar os cupões, e de eu lhe entregar o talão deixa lá no tapete uma serie de papeis e um lenço de papel sujo inclusive! E eu digo-lhe: "olhe esqueceu-se aqui destes papeis" e ela responde: " ah isso é para o lixo"! E vai-se embora, na maior das descontracções!?   Eu devia era de lhe ter perguntado se o lenço sujo era dela, em voz bem alta, para a deixar envergonhada, mas além de não o poder fazer, na altura fiquei perplexa e sem palavras! Entretanto,  peguei num saco de plástico,  calcei-o como uma luva e peguei naquilo tudo e coloquei no lixo!   É é em  casos como este, que eu considero que fui tratada não como atendedora, mas sim como serviçal! 

Cenas perfeitamente evitáveis II

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Sei que estou a ser repetitiva, mas são as situações que também se repetem. Novamente depois de eu ter fechado a caixa, ter arrumado tudo, e estar a preparar-me para sair, uma colega (chefe de secção) pergunta-me se lhe posso passar só  o almoço. Isto no momento em que já tinha dito a uma cliente que a caixa estava fechada, e mesmo com essa cliente a olhar para ver a minha resposta. E não havia filas, a colega apenas tinha duas pessoas em espera? Eu disse à colega que não a podia atender porque já outra cliente me tinha pedido e eu tinha dito que “estava fechado”! A resposta da colega foi “eu nem comento”.   É que depois eu é que me fico a sentir mal com a situação e a falta não foi minha. Custa-me que as pessoas não respeitem o meu trabalho, ainda por mais pessoas de onde devia de vir o exemplo, já que são pessoas bem formadas, e por isso (neste caso) são chefes. E depois parece que ficam zangados comigo.   Mas desta vez vou fazer alguma coisa. Vou mesmo!

Qualquer dia peço ...

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Qualquer dia peço para colocarem no meu posto de trabalho uma vitrina à minha volta , só com um buraco para ouvirem a minha voz e fazerem o pagamento. Como nos Centros de Saúde. É que os clientes não respeitam mesmo aquele pequeno espaço que é só da operadora:  Já aqui há uns tempos contei um tinham tentado ficar com a minha caneta; Estão sempre a tirar-me os sacos da frente, mesmo quando há outros em cima do tapete: E hoje até uma cábula que eu tinha à minha frente com uma explicação de uma promoção me mexeram, dizendo: " e isto, o que é?" Ufa que é demais! Será que não têm a noção que estão a ser indelicados? Um bocadinho de respeito por nós e pelo nosso espaço!  

Saber esperar a sua vez no local certo

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Bem, confesso que já algum tempo que queria dar um toque sobre este assunto. Quando há fila, há sempre pressa, não é? As pessoas muitas vezes atropelam-se. Por vezes ainda a cliente está a procurar a carteira e já o outro cliente está a colocar-se no sítio da cliente anterior, se é que me entendem! Depois ou são os clientes que estão na sua vez que pedem delicadamente (ou não) licença para concluírem o pagamento ou tenho de ser eu a dizer: " olhe desculpe, mas pode dar espaço...que ainda estou a concluir o atendimento a esta cliente!" Não é uma situação fácil, mas poderia ser se cada um tivesse consciência do espaço e do lugar que deve ocupar. É uma questão de respeito! Imagine você estar a marcar o código do multibanco e ter uma pessoa mesmo colada a si? Até pode parecer que está a decorar o seu código. Toda esta situação seria evitável se cada um se soubesse colocar no seu espaço.   Não deixe que a pressa, seja uma desculpa para não respeitar, o seu lugar no tempo certo. F...