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Os clientes que não gostam de mostrar os sacos que trazem de casa

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Estava a atender um casal, talvez na casa dos 65 anos. A senhora passou para o lado de saída para arrumar os artigos, o senhor ainda estava com o carrinho no lado de recepção dos artigos. Quando este estava a empurrar o carrinho para a esposa, e como levava os sacos em formato de balão uns sobre os outros, levantei me para espreitar o seu interior. O senhor, muito ofendido, pergunta-me se estou a achar que ele leva coisas lá escondidas. Digo-lhe que estou a fazer o meu trabalho e aponto para um  escrito que lá está, onde pede para os clientes colocarem todos os sacos, inclusive os que trazem de casa, em cima do tapete. Mas ele continua a reclamar. E pergunta de novo se  acho que alguém ia levar lá alguma coisa. Como já estava a ser desagradável e não respeitar uma regra da empresa, respondo "não seria  nem o primeiro, nem o segundo, nem o décimo!" E ele volta a dizer mas "Mas eu!?" Eu respondo que não o conheço, e mesmo que conhecesse é uma norma igual para todos. ...

Uma situação daquelas...

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Já por muitas vezes me comovi em situações em que os clientes não tinham dinheiro suficiente para pagar as compras. Algumas vezes velhotes reformados. Mas a situação recente foi diferente. Era uma senhora ainda jovem com os seus três filhos pequenos. Um ia entrar na primária e os outros dois na creche. No final da conta (material escolar c/ factura), a senhora não tinha dinheiro suficiente porque o tinha esquecido em casa. As crianças corriam nos corredores ela pedia a um para tomar conta de outro, depois deu falta de um... enfim coitada da senhora, ali na fila a dar voltas á mala a procurar dinheiro, vários olhos postos nela. Depois dizia:" estes miúdos põe-me doida, já nem sei se perdi o dinheiro ou se deixei em casa!" - eu respondi: " pois se um já dá tanto trabalho, imagino três!" e sabem o que ela disse? "-Pois mas eu ainda tenho outro, um bebé!" A senhora tremer de nervos disse finalmente: "- Olhe vou ter de deixar aqui as compras, guarde-mas, p...