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Entender, acolher e ajudar...

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Uma cliente, mulher na casa dos 35/40 anos, quando chega à caixa com o seu carrinho cheio, encosta o mesmo ao tapete e dirige-se a mim, e pergunta se me pode pedir uma coisa. Ao que eu respondo com recetividade.  Pediu-me para não começar a registar os produtos, antes de ela os colocar sobre o tapete, porque como estava  sozinha, fica enervada e ansiosa, de ver o monte do outro lado.  Como de ansiedade em coisas simples, percebo eu bem, respondi de forma compreensiva e acolhedora. Percebi, que ficou aliviada.  Deixei que ela tirasse quase tudo para o tapete, felizmente foi num momento calmo. Quando ela tinha só duas ou três coisas por tirar, disse-lhe que ia começar a passar as coisas devagarinho, até me ofereci para ajudar a embalar, mas ela disse que tinha que separar as coisas da forma que ela sabia.  Assim acabou por fazer as coisas à maneira dela, sem pressas, sem stresse, sem pressão! No final despediu-se com gratidão. Ás vezes não custa nada ser empática ...

O custo de vida para os mais velhinhos

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Uns velhinhos já ambos debilitados, e cada um com uma bengala, iam olhando fixamente para o ecrã onde iam controlando os preços ou o total. Tinham poucos artigos, e eu própria os coloquei no saco, porque a preocupação deles era outra. No final a senhora pergunta baixinho ao senhor "então chega ou não!?" Ele afirma que sim, e coloca umas quantas moedas em cima do tapete e pede-me para eu contar. Na verdade, faltava sete cêntimos, mas eu disse-lhe que estava certo.  Estas situações deixam-me triste. Porque se faltasse mais dinheiro e tivesse que anular artigos, seria ainda pior, porque por mais empatia que possamos ter com as pessoas , também sabemos que não podemos fazer mais. 

Será que o robô veio para substituir os funcionários ou para os ajudar?

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Este robô permite que o espaço esteja sempre limpo e assim os funcionários podem se dedicar  a tarefas  mais exigentes, que os robôs ainda, não conseguem realizar! Assim, os humanos não precisam de "correr" tanto para realizar todas as tarefas! Mas só perguntando aos funcionários da limpeza a sua opinião!  

Há um pão que mesmo embalado deita farinha

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Há um pão que mesmo embalado deita farinha, e isso é um problema para os celíacos , pois o tapete rolante, tem de estar limpo. Nós temos alguns clientes que têm esta condição, se assim lhe posso chamar. Uma cliente já por diversas vezes,  me pediu que limpasse o tapete, antes de colocar os seus artigos,  porque o filho de 13 anos, não pode apanhar qualquer grão deste pó de farinha ( glúten ), nos alimentos,   porque corre o risco de perfuração no intestino, disse-me. Ora isto é grave! Há uma outra cliente, esta já adulta que também tem esta condição, mas também me disse que o caso dela, até nem é,  tão grave! Como nem sempre se consegue ter o tapete impecável, quando há muito movimento, tem que se arranjar uma forma de ajudar estas pessoas, e que passaria talvez pela divulgação desta condição, para que elas não sentissem incómodo perante os outros clientes em pedir uma limpeza ao tapete, que só é possível, se nos deram uns minutos com o tapete vazio. Se eu pudes...

Eu gosto de ajudar os outros

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Por vezes há situações em que notamos que as pessoas precisam de ajuda, e eu gosto de ajudar, acho que sou empática, solidária. Uma senhora já com alguma idade, estava a fazer um esforço enorme a tirar os artigos do carrinho, porque estava, do lado do puxador, quando deveria estar do lado da ponta que é mais baixo. Quando expliquei , exemplificando, que havia uma forma mais simples, a senhora aceitou, e agradeceu!

A importância de ter o tapete rolante limpo para atender alguém que é celíaco

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Hoje esteve um dia com algum movimento, e, quando assim acontece, é difícil, conseguir ter o tapete rolante e o tapete de saída, sempre limpos. Uma senhora, não coloca as compras sobre o tapete, e, educadamente pergunta-me se o posso limpar porque tinha vestígios de farinha e o filho é celíaco. "Claro que sim , até agradeço, isto foi um saco de  mandioca em pó que rebentou e saltou poeira por todo o lado e ainda não tinha conseguido o limpar bem!" A senhora pede desculpa  e volta a falar me que pó de qualquer farinha é como veneno para o seu filho e tem de ter muito cuidado. Eu disse-lhe que entendia bem, porque a filha de uma pessoa amiga, também tinha esse problema e já conhecia, ainda que de longe, o problema! É sempre bom podermos ter conhecimentos e estar disponíveis para melhor poder entender e atender os clientes!

Pessoas com mobilidade reduzida e a prioridade

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Nem sempre, as pessoas com mobilidade reduzida, usam cadeira de rodas, e nem sempre essa reduzida mobilidade, é permanente, pode ser temporária. Por vezes , pode ser uma pessoa que passou por uma cirurgia, e está a usar canadianas, e, dessa forma, tem prioridade na fila do supermercado. Também é importante, haver sinalização de quando o piso está molhado, porque se a pessoa tem mobilidade reduzida, também está mais sujeita, a quedas, e não queremos que nada de mal, aconteça. Também pode ser uma pessoa idosa, ou deficiente, e o uso de uma muleta, também lhe dá prioridade. No entanto, aconteceu que uma pessoa com alguma idade,  pediu prioridade por estar com uma muleta, mas a esposa de do sr. que iria dar prioridade, (também eles já idosos)  disse que o marido era coxo e que caminhava com dificuldade. Nesse caso, como havia duas pessoas com a mobilidade reduzida, o atendimento foi feito um a seguir ao outro. pela ardem de chegada à fila! Nem sempre é fácil, é preciso sempre...

Sabe bem, poder ajudar

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Hoje é o ultimo dia para descontar o saldo acumulados nos  15% da semana passada! Muitos clientes guardaram para este dia, e , talvez por essa razão, havia muitos clientes no supermercado! Uma senhora que vinte alguns euros pede para descontar. Ela tinha um  código que precisava marcar para efetuar o desconto, mas não sabia que tinha um código, e, muito menos sabia, o dito código. Perguntei se não havia alguém que soubesse. Responde que apenas ela usa aquele cartão e que nunca pôs qualquer código. Digo-lhe "mas então já que tem 4 tentativas, experimente algum código que tenha no multibanco, porque as pessoas por vezes, metem igual para não se esquecerem! Experimentou três códigos e nenhum era o tal. Perguntei se não podia ligar a alguém que soubesse. Volta a dizer-me que só ela usa o cartão, e que veio de propósito para descontar o saldo. Pergunta se posso por a conta em suspenso para pensar! Assim fiz, atendi o cliente seguinte, e a senhora continuava lá pens...

A missão continente ajuda a Ucrânia

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Para fazer face a esta situação pela qual os ucranianos estão a passar, a Missão Continente (em conjunto com a  Cruz Vermelha), tem esta campanha de vales com o nome "Missão de apoio à Ucrânia". Podem contribuir com os vales que vão de €1a €5. A missão decorre  de 4 a 27 de março ,  nas diferentes lojas (Continente, Continente Modelo, Continente Bom Dia, Continente online, Meu Super, Go Natural, Bagga, Wells, Dr. Well's, note, ZU, Home Story e MO) por todo o país. No supermercado, os vales estão junto ás caixas e também nas várias seções. Há por toda a loja  cartazes e informações. Alguma dúvida, as operadoras de caixa, ou qualquer funcionário,  também podem informar. O valor angariado, segundo nos foi informado, é para que a ajuda chegue aos que mais precisam nas zonas que fazem fronteira com a Ucrânia e também para quando os refugiados chegarem ao nosso país. Por isso, nós operadoras de caixa, temos o papel de pedir a contribuição dos  clientes,...

Missão continente e Animalife

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Felizmente a recolha física de alimentos e outros bens para os animais, desta vez, já foi assegurada pelos voluntários,e, claro está, notou-se logo a diferença! Entretanto, os vales solidários são outra das formas de ajudar, estando disponíveis em loja e no Continente Online de 4 a 17 de outubro. No meu ponto de vista, e sendo eu uma pessoa ligada as estas causas, e sendo também operadora de caixa, os produtos que estão nos vales, são considerados caros pelos clientes, e tem havido muita recusa. Há uma imensidão de produtos bem mais acessíveis. Deixo alguns exemplos: De qualquer forma, vamos continuar a tentar "vender"! Outra sugestão que gostaria de deixar, era que colocassem no supermercado uma boxe/carrinho, onde cada cliente pudesse deixar o donativo que quisesse, para isso deixavam uma lista de produtos mais extensa e não tão especifica quantos os vales!

De novo, o Banco alimentar através de VALES

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Está de volta esta forma de ajuda. Na impossibilidade de se poder contar com os voluntários à porta dos supermercados, devido a situação de pandemia em que ainda nos encontramos,  a ajuda continua a ser feita através de vales disponíveis nas caixas dos supermercados. Contribuam. Se cada um contribuir nem que seja com um artigo, já será uma boa ajuda para alguém. Porque, mais do que nunca é importante e urgente ajudar. No entanto é opcional, eu prefiro ouvir um NÃO, do que ouvir teorias da conspiração. Frases que nos desanimam, quando o nosso foco é angariar alimentos para quem mais deles precisa! Nós apenas tentamos ajudar!

Missão continente e animalife juntos no banco solidário animal

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Devido à pandemia que estamos a atravessar, as associações de proteção animal, viram canceladas a habituais formas de angariação de alimentos à porta dos supermercados,  para os patudos que vivem à guarda de associações, como também animais errantes (colónias )  e até  a animais pertencentes a famílias em situação de carência económica. Em alternativa, existe no continente esta possibilidade de se angariar os alimentos através de vales de banco solidário animal , para que assim se possa contribuir para que não haja abandono, e sobrepopulação de gatos e cães quer nas ruas quer nos abrigos. Assim a Missão Continente e a Animalife   em parceria, juntam-se à causa com a máxima: “Não deixe para amanhã a ajuda que pode dar hoje”! A campanha disponibiliza quatro vales solidários, do género da imagem a baixo, com valores a partir de 0,69€, repartidos entre alimentação seca e húmida para cão e gato. A iniciativa decorre até dia 22. Desde já obrigada pela colaboraçã...

O continente tem vales do Banco Alimentar

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Em tempos de pandemia, desta vez o banco alimentar não conta com os voluntários á porta dos supermercados. Existem nas caixas, uns vales, com artigos de bens essenciais para que os clientes possam ajudar. Somos nós que perguntamos aos clientes se querem contribuir. A adesão, no meu ponto de vista, não tem sido muita, mas há sempre quem queira ajudar. Por vezes, os clientes dão respostas tortas, o que era desnecessário, bastava apenas responder sim ou não! Ninguém é obrigado, apenas é sugerido. Por isso deixo aqui a informação e o apelo. Há a produtos de apenas 0,48€. Obrigada a todos os que entendem, contribuem e não dão respostas tortas! Bem hajam!  

O "poder" das palavras

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O atendimento a pessoas com mais idade, pode nem sempre ser fácil. São pessoas que precisam de mais tempo, e muitos dos que estão na fila, não entendem isso, não estão dispostos a esperar.   Ajudei uma senhora que estava sozinha, no embalamento das compras, tentei despachar o mais depressa possível. Mas, a parte de tirar a carteira da mala, procurar os cupões, e tudo isso, não pude, obviamente, intervir. A senhora remexia, remexia e não encontrava a carteira. As pessoas da fila, já mostravam impaciência, e isso ainda atrapalhava mais a senhora.   Finalmente a senhora lá encontrou a carteira e os cupões. No final, antes de se ir embora, disse-me " obrigada pela ajuda e pela paciência "! Palavras, que naquele momento e naquele dia, souberam tão bem!   Por vezes, e para determinadas pessoas, tenho pena de não ter tempo para dar mais atenção, mas tenho de ser rápida a executar as tarefas, porque quem espera, desespera!    

Uma entrevista para trabalhar com crianças desfavorcidas

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Uma cliente disse-me que sabia que eu gostava de trabalhar ali, pela minha disponibilidade. Depois falamos de empregos de sonho, e eu falei que em tempos, quis ser professora primária, porque gosto de trabalhar com crianças. E a senhora perguntou se eu tinha tentado, mesmo não sendo como professora, trabalhar como auxiliar numa escola. Disse-lhe que tinha concorrido algumas vezes, por concurso público, mas que não tinha conseguido. Também lhe disse, que noutros  tempos tive um trabalho, com crianças. Esta conversa, fez-me lembrar, que há uns anos atrás, quando estava sem trabalho, ouvi uma notícia a pedir voluntários, para uma missão humanitária para cuidar de crianças num país de África. Pensei em me candidatar, mas depois houve alguém, que me lembrou do medo que tenho de bichos, insetos, répteis. Pus África de lado, mas concorri para um anúncio das aldeias SOS. Fui à entrevista, mas não não fui aceite daquela vez. Andei de comboio e metro até lá chegar, eram casinhas germinadas umas ...

Decorre no Modelo a Campanha: Juntos pela Madeira (para ajudar basta arredondar)

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