Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta distanciamento social

A falta de respeito pelo distanciamento

Imagem
Não  consegui ficar indiferente, a um episódio que aconteceu em Rio Tinto, devido à questão do distanciamento. A briga começou na fila, e foi entre um senhor já alguma idade e outro na casa dos cinquenta. Ao que parece, um dos senhores pediu ao outro distanciamento, e o outro disse estando ambos de máscara não era preciso. A discussão começou e resolveram ir continuar a mesma no parque. Já no parque um com um machado de cozinha e outro com  uma garrafa de azeite, começaram a agredir-se e tiveram de ser separados. A noticia está  aqui e tem até vídeo e reportagem! É como eu digo, a pandemia não melhorou em nada os hábitos das pessoas, se já eram incorretos, assim continuam. O que custava respeitarem o espaço do outro. Ainda há pouco tempo, chamei a atenção a alguém, porque a pessoa precisava de privacidade para marcar o código. A pessoa ainda questiona "mas porquê?", digo que é porque a pessoa tem de marcar o código e a senhora está a ver. E a pes...

Façam só um pouco de distanciamento social

Imagem
Estamos no ponto de situação, em que para a maioria das pessoas a pandemia já se foi embora e temos de voltar ao normal. Cada um é livre de ter a sua opinião, mas se ainda há algumas regras, tem de respeitar! O número de pessoas dentro do supermercado, já não é limitado. Em relação ao distanciamento já é mais complicado, porque nós já não insistimos muito com isso. Mas ainda há pessoas que o fazem e pessoas que até pedem para que haja distanciamento. Eu tento até com o separador do cliente seguinte, travar o andamento do tapete, para que as pessoa fiquem ao lado dos seus artigos e não avancem demasiado, mas por vezes não funciona, pois os próprios clientes, tiram o separador e avançam. As pessoas tem "fome" de estarem umas em cima das outras, nem a pandemia as civilizou. É que não havia necessidade, não é por estarem mais próximas que se vão despachar mais depressa. Aliás se der confusão, só vão é demorar ainda mais tempo! Pedi a uma senhora para se chegar só um pouco atr...

O aliviar das medidas e o regresso à confusão

Imagem
No passado sábado, dia 9 de outubro, o supermercado estava com uma grande afluência de clientes. Nós ainda tentamos que haja algum distanciamento, mas as pessoas agora tendem ainda mais,  a não aceitar! Dizem "mas agora já se pode, o governo já aliviou as medidas"! Outras diziam: "então e as discotecas e as esplanadas?" Parecia o regresso à selva! Entretanto andava uma senhora a passar de um lado para o outro, ora saía e ia à casa de banho e voltava, ora saía e ia ao multibanco. Chamei à  atenção, porque senti que as pessoas que estavam a ser atendidas se estavam a sentir incomodadas, mas de nada valeu! Uma situação que dei conta aqui há cerca de uns meses, foi que enquanto no continente a saída sem compras se faz por onde se entra, porque é um espaço largo, no PD as pessoas sem compras saem pelas caixas, mesmo que estejam lá pessoas a ser atendidas, mesmo que se rocem uns nos outros. Inacreditável, como nem com a pandemia mudaram essa situação. É claro que...

Pessoas casmurras...

Imagem
Há dias, estava a controlar, como sempre, o distanciamento. Isto porque, ao fim de ano e meio desta situação, as pessoas ainda não cumprem , nem aceitam. Estava a atender uma cliente, e a cliente seguinte já tinha os produtos sobre o tapete. Chega outra senhora e encostando-se a esta última, vai para colocar os produtos dela. Peço-lhe que aguarde um bocadinho, porque só podia estar um cliente do lado da saída e outro do lado da recepção dos artigos. Pergunta porquê, digo-lhe que é para fazer o distanciamento. Aliás, bastava a pessoa olhar à volta  para as outras caixas para ver que aquele era o procedimento, além do cartaz que está à sua frente, da direção da sua visão (já nem falo dos cartazes pendurados no alto, nem das recomendações pela rádio)! Entretanto, zangada, vai para outra caixa. A dada altura, eu estava a atender outra cliente, e do lado da receção de artigos estava um casal. A senhora que se tinha ido embora zangada, vai à minha caixa e pergunta: "E...

Continua o drama

Imagem
Passe o tempo que passar, uma grande parte das pessoas continua a ignorar o  distanciamento. Ainda achei que a pandemia tinha tornado as pessoas um pouco mais civilizadas e que as tinha feito ter comportamentos mais corretos, mas não! Desejo que chegue o dia em que me digam assim: "olha é para deixar as pessoas à vontade com o distanciamento, se elas quiserem estar umas em cima das outras, deixa! Não te stresses mais com isso!" Não é fácil para quem ali está, estar a atender um cliente, dar a devida atenção com as questões necessárias, e ter de estar com um olho não no cliente seguinte, mas no que está logo após o seguinte, pois é esse que está sempre desertinho para que encostar e roçar no outro. Hoje, ao ver um cliente a encostar-se logo, sem aguardar quer o espaço, quer o tempo, chamo atenção e ele  pergunta o porquê, mesmo vendo que até a outra pessoa se estava a sentir incomodada com tanta proximidade. Peço educadamente para aguardar só um pouco até ...

Comportamentos que nem a pandemia corrigiu

Imagem
Um problema que parece difícil de solucionar, é o facto de as pessoas, quando não fazem compras saírem pela linha de caixas, principalmente quando lá estão pessoas e carrinhos! Nem sabendo do distanciamento social dos dias de hoje, mudam de atitude! Acredito, que haja supermercados, onde a  saída sem compras seja pelas caixas, mas, a meu ver, é algo que não está correto! E depois a tendência das pessoas é acharem que é por ali, que é tudo igual. Algumas pessoas até sabem que a saída é pelo local onde entraram, que é mais espaçoso, mas só por teimosia querem sair pelo sitio errado! Um destes dias estava a atender uns clientes, cujo carrinho estava lá no devido espaço, e tinham um bebé no ovo que estava atravessado. Vem um cliente, que ao principio ainda pensei que fizesse parte da família, mas não. Então a criatura empurrava o carrinho para passar, quase fazendo cair o ovo com o bebé e os pais não diziam nada. Lá tive de intervir e dizer ao senhor que a...

E a saga continua...

Imagem
Era um casal na casa dos quarenta anos, que não queria fazer distanciamento, e tivemos uma troca de palavras. Quando respondi que este procedimento já durava há mais de um ano, eles disseram que agora já não era preciso tanta coisa. Voltei a dizer que, ainda assim eles tinham de cumprir as regras como os outros. E o homem diz para a mulher: " Deixa estar que o covid está acabar !" Parecia querer dizer, que "a minha diversão, estava a acabar!" Porque devia de achar que me diverte fazer os clientes cumprirem regras! Até parece que fui eu, e era a única, a exigir distanciamento! Porque eu faço o que me apetece e não o que a empresa manda! Haja paciência infinita!

Juntos, mas separados

Imagem
Estava a atender duas pessoas que julguei estarem juntas já que a mulher estava quase colada ao jovem rapaz. Acontece por vezes duas pessoas estarem juntas e cada uma ter a sua conta. A dada altura quando o rapaz ia pagar e a mulher estava mesmo ao lado, ele diz "olhe desculpe, eu estou a incomodar?!" E a senhora olha para mim e depois para ele, mas não se afasta . Foi a aí que percebi que não estavam nada juntos. Claro que se eu soubesse que não estavam juntos, não tinha permitido aquela proximidade. Quando percebi, pedi à senhora para se afastar e disse ao rapaz em voz alta, para que a senhora ouvisse e percebesse o erro: " peço desculpa julguei que estavam juntos, já que esta senhora estava tão perto. Infelizmente as pessoas ainda não perceberam que têm de fazer distanciamento, é um abuso!" A senhora nem se importou nem enfiou a carapuça! E depois do rapaz sair, ainda criticou, mas eu disse que as pessoas tinham de fazer o distanciamento! Quando surgiu a pandemia...

Dia da segurança e saúdo no trabalho

Imagem
Cá estou novamente para relembrar que este é o dia da segurança e saúde no trabalho. Agora, devido à pandemia, é ainda mais importante que se assinale este dia.  Mais do que nunca, a sensibilização para a adoção de práticas seguras no local de trabalho é importante e pode até salvar vidas. Na minha perspectiva, de  operadora  de caixa, há medidas que são essenciais continuar a ter em conta, nomeadamente o levantamento e movimentação de pesos, o distanciamento social, o uso da máscara, a lavagem das mãos e o álcool gel ( medidas de higiene), o respeito pelos espaços (não invadir para além das barreiras acrílicas), o respeito pela sinalética . Nós trabalhadores estamos na linha da frente, os clientes precisam de nós e nós precisamos dos clientes, por isso é uma missão em conjunto!

O continente é considerado um sítio seguro

Imagem
Estou a atender um casal, já está outro cliente com os artigos sobre o tapete do outro lado, quando mais um avança. Peço-lhe que aguarde. Pergunta porquê! Respondo: para manter o distanciamento! Então responde-me: "ah mas no intermaché, já não ninguém faz isso!" Ao que eu respondo: "pois é coitados, mas o continente é um sitio seguro!" E depois mostrei-lhe o "nosso" selo covid safe e disse-lhe que o outro supermercado não o tinha conquistado! «A marca “Covid Safe” é apenas atribuída a organizações que respeitem as orientações da Direcção-Geral da Saúde (DGS), da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) e da Organização Internacional de Trabalho (OIT).» Ainda esta manhã precisei de ir a um  intermaché, e constatei isso! A pessoa que estava atrás de mim, nem me deixou pagar em paz, nem retirar os artigos, veio logo encostar-se! E ninguém (funcionário) disse nada! Mas eu disse e olhei-a nos olhos! Felizmente no continente o distanciamento é obrigatório!...

Este vírus é matreiro

Imagem
"Este vírus é matreiro, só ataca as pessoas nas filas para pagar, nos corredores, não faz mal a ninguém!" Já não é a primeira vez que ouço uma frase desde género,  muitos clientes implicam com o facto de só terem de fazer distanciamento nas filas. Certamente queriam um segurança por cada corredor a dar instruções para não estarem próximos. Ou então, se calhar, o ideal era sempre que alguém entrasse no supermercado, ser-lhes colocado um chip, e sempre que uma pessoa se aproximasse demasiado da outra, aquilo apitava  ou dava choque! Até parece que gozam connosco, porque acham incoerente que nas filas tenham de fazer o  distanciamento, e nos corredores ninguém faz. É pena que não percebam que o que estamos a fazer é o nosso trabalho,e que, se cada um fosse responsável, também tinham cuidado nos corredores. Eu, quando estou em modo cliente , se preciso de ir a um corredor onde estão  muitas pessoas, dou a volta, e volto lá depois. Já me...

O jogo do macaquinho do chinês

Imagem
Saio um pouco da caixa para ir responder a uma questão à cliente que já tinha atendido. Ela tinha uma dúvida com um preço no talão. Demorei um minuto, quando voltei para a caixa já tinha três pessoas com artigos no tapete. A princípio pensei que estavam juntos, mas depois vi uma cliente meio encolhida a desviar-se (esta sim consciente). Foi quando percebi que as outras duas se tinham aproveitado de um momento de distração   para  desrespeitarem o distanciamento.  Parecia o jogo do macaquinho de chinês, em que olhamos não está ninguém, viramos e já está uma data de gente em cima. As pessoas, muitas delas, só respeitam o distanciamento enquanto estamos a controlar, se nos descuidamos, elas avançam e não querem saber. As pessoas não querem ou não sabem ser responsáveis sozinhas!?

Uma espécie de glossário ilustrado

Imagem
Desde o inicio da pandemia que têm surgido tantas palavras ou expressões novas ou anteriormente pouco usadas, relacionadas com o assunto. Por exemplo: assintomático, coronavírus , confinamento, distância social, desconfinar, isolamento profilático, máscara, paciente zero, pandemia, quarentena, e mais uns quantos que agora não me recordo. Estas  palavras   têm um sentido  geral, mas em cada empresa, lugar, loja, serviço, também surgiram   novas palvras para  criar mecanismos de comunicação entre funcionários e clientes. E também para segurança! No meu ponto de vista, as novas palavras ou mecanismos, até agora no supermercado são: acrílico : um escudo protetor ente funcionários e clientes álcool gel : para desinfetar as mãos a cada atendimento distanciamento social : que se pede que seja de dois metros janela de pagamento do acrílico : espaço onde se faz o pagamento máscara : de preferência bem colocada sinalética : inclui todos ...

Roçar é o que está a dar

Imagem
Parece que as pessoas não se querem distanciar e só se querem juntar/roçar. Até parece que roçar é o que está a dar!

A importância do acrílico na pandemia

Imagem
Devido ao covid-19, estamos num ponto da situação onde o acrílico é um dos nossos maiores aliados e protectores  nas lojas, hotéis, supermercados, serviços e até na praia! Mas do que vale tanto investimento neste produto, se depois  os clientes não o  respeitam !? Dão encontrões, tentam contornar, invadir, seja à volta seja por cima. Parece que o produto para eles é invisível ou sem importância! O acrílico, tem importância semelhante ao álcool gel, à máscara e até ao distanciamento. Tudo isto junto forma um melhor escudo protetor!

Tudo ao molho e fé na sorte

Imagem
Estava eu a falar do Banco Alimentar a um casal de clientes, estava focada neles, não dei conta do aumento da fila, quando olho para o lado da fila, estava um monte de gente todos em cima uns dos outros, ainda perguntei se estavam todos juntos (apesar de se pedir para não virem em família, está sempre a acontecer), mas não,  estavam ali num empurra-empurra, para decidir quem tinha lá chegado primeiro. Pareciam uns miúdos da escola primária. Um membro do  outro casal até disse em voz bem alta "não respeitam nada"! Ao que respondi : " infelizmente é o prato dia"! Ao ouvirem isto, lá dispersaram. Quando esta pandemia começou, e vi as pessoas contidas a cumprirem, até pensei que, pelo menos, a pandemia, ia tornar as pessoas mais civilizadas, porque mesmo sem pandemia, as pessoas sempre gostaram de invadir o espaço do outro, inclusive no momento de marcar o código do multibanco. Mas foi sol de pouca dura , e quando a pandemia acabar, vão voltar a andar de novo todos ...

Será um comentário negacionista!?

Imagem
Quando chamo educadamente atenção a uma cliente por causa do distanciamento e do acrílico, ela responde: "Mas porquê ? Estão todos com medo de morrer, vamos morrer todos um dia"! Podia ter respondido: "Pois é, mas quanto mais tarde melhor!"

Falta de responsabilidade

Imagem
Digo a uma cliente que estava literalmente encostada a outra , para se afastar só um bocadinho, ao que ela responde:  " pois mas só se preocupam com isso aqui, ali atrás estava um a bater com o carrinho dele no meu e não foi lá ninguém falar !" Mas será que é preciso andar aí um policia de bastão na mão a controlar todas as pessoas? Será que as pessoas não sabem ser responsáveis!? Claro que isto do bastão, só pensei para mim, apenas disse que as pessoas também têm de ser responsáveis. Entretanto uma senhora disse-me que numa localidade no Alentejo anda alguém a controlar a proximidade das pessoas no supermercado, quando alguém está muito próximo, pedem para que façam distanciamento. Enfim, por vezes parecemos ovelhas que precisamos de um pastor, se não, ficamos desordeiras!

Tolerância e bom senso

Imagem
A primeira caixa do supermercado onde trabalho (caixa1), é uma caixa apta a cadeiras de rodas , ou seja, a passagem é mais larga e no final o sitio onde o cliente coloca o multibanco para pagar é mais baixo, para ficar ao nível de uma pessoa que está sentada numa cadeira de rodas. De resto funciona igual ás outras caixas. Mas sempre que lá estou, as pessoas, evitam a dita caixa. Uma vez chamei uma senhora e a resposta "Não, não obrigada! Depois vem um prioritário e tenho de dar a vez, e já estou aqui há muito tempo"! Expliquei à senhora que que mesmo em outra caixa se aparecer um prioritário ela teria de dar a vez, porque agora todas as caixas são prioritárias, aquela apenas é mais indicada para pessoas em cadeira de rodas. Veio para a minha caixa e disse-me que mesmo que aparecesse alguém, tinha o direito de não dar a vez! Não entrei mais em conflito, e deixei-a falar! Sempre que alguém está naquela caixa a tendência das pessoas é não ir lá, porque não querem d...

Aceitar aceitam, mas depois...esquecem-se!

Imagem
Estou a atender um casal, e, como eles já estão do lado lá, chamo o cliente seguinte para que vá colocando as suas compras no tapete. O senhor, já de alguma idade vem e a primeira coisa que faz  é empurrar as coisas do outros casal para ter mais espaço para as dele. É uma mania que nem a pandemia tirou, esta de uns mexerem nas coisas dos  outros, e neste caso, até era desnecessário, pois o tapete anda e faz esse trabalho. O homem do dito casal ao ver aquilo, resolveu ir falar com o velhote que lhe havia mexido nas coisas e disse-lhe para ele não fazer  isso porque, ele, por exemplo,  trabalhava num hospital e  podia não ser bom ele estar a tocar nos seus produtos. O velhote lá aceitou a dica do outro senhor, mas logo a seguir em vez de esperar atrás da sinalética, avançou demasiado ficando quase colado ao outro senhor. O outro senhor encolheu os ombros e disse-me: "não vale a pena, não entendem!" Ou seja, estar colado aquele senhor ...