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Invasão do espaço do outro

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Não dá para entender o porquê dos clientes, estarem tão encostados uns aos outros, em alguns momentos, do género desta ilustração. No meu ponto de vista,  o cliente que está a ser atendido, tem o direito de ter todo o tapete de saída a seu dispor, quer para arrumar as suas compras, quer para fazer o pagamento, principalmente se tiver que marcar o código no terminal de pagamento automático (TPA) do multibanco. Acontece que o cliente seguinte invade muitas vezes esse espaço. Talvez um traço amarelo no chão, para consciencializar as pessoas. Um dos últimos episódios , relacionado com esta situação, foi quando atendia um homem jovem,  havia uma senhora a andar de um lado para o outro, que até pensei que pudesse ser parente deste, mas afinal era só uma senhora curiosa , que queria olhar para o ecrã onde os artigos estavam a passar para ver os preços. Foi  a dita senhora confessou que era isso que estava a fazer.   O rapaz até lhe perguntou, se já que e...

Juntos, mas separados

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Estava a atender duas pessoas que julguei estarem juntas já que a mulher estava quase colada ao jovem rapaz. Acontece por vezes duas pessoas estarem juntas e cada uma ter a sua conta. A dada altura quando o rapaz ia pagar e a mulher estava mesmo ao lado, ele diz "olhe desculpe, eu estou a incomodar?!" E a senhora olha para mim e depois para ele, mas não se afasta . Foi a aí que percebi que não estavam nada juntos. Claro que se eu soubesse que não estavam juntos, não tinha permitido aquela proximidade. Quando percebi, pedi à senhora para se afastar e disse ao rapaz em voz alta, para que a senhora ouvisse e percebesse o erro: " peço desculpa julguei que estavam juntos, já que esta senhora estava tão perto. Infelizmente as pessoas ainda não perceberam que têm de fazer distanciamento, é um abuso!" A senhora nem se importou nem enfiou a carapuça! E depois do rapaz sair, ainda criticou, mas eu disse que as pessoas tinham de fazer o distanciamento! Quando surgiu a pandemia...

"Eles" não dormem, andam sempre por aí...

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Continua esta invasão de espaço, esta falta de respeito pelo acrílico, os fura-acrílicos, não nos dão descanso! Já não sei onde esconder o meu  álcool gel. Porque será que está ali um acrílico? Porque será que a empresa investiu na colocação de barreiras acrílicas? Para ficar bonito!? Não! é para não ser transposto! Até para passarem o cartão continente enfiam-se por ali a dentro, quando podiam passar do lado de fora. É que assim, prefiro passar eu o cartão do que ter de levar com a invasão.

Escutem bem o que é dito ao som

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Ao longo do dia, quer na rádio do continente, quer ao nosso som, a funcionária que está no balcão, vai pedindo aos clientes para respeitarem a sinalética, o   espaço de dois metros entre pessoas e para serem breves nas compras, para permitirem a entrada de outras pessoas. Estava uma colega a fazer o dito pedido, enquanto eu atendia uma senhora que estava com a sua mãe, era um momento até de acalmia. Entretanto a senhora mais nova (a filha) diz: "Vá mãe despacha-te, não ouviste!? Vão fechar para almoço e estão a pedir ás pessoas para saírem!" Percebi logo que as pessoas nem prestem atenção ao que dizemos, elas ouvem o que lhes convém, ou o que acham por bem, o que lhes apetece. É impressionante! Lá expliquei o que tinha sido dito, e que o continente não fechava para o almoço, como alguns supermercados na zona.

O respeito pelo espaço do outro

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Estou a atender uma senhora na casa dos trinta anos, logo a seguir está outra senhora que podia ser a sua mãe. A senhora mais velha andava irrequieta de um lado para o outro. Cheguei a pensar que estavam juntas.   Quando chega a hora da senhora que estava a atender querer pagar com cartão multibanco, a outra senhora estava plantada atrás dela e a olhar, tirando a privacidade. A senhora que estava a pagar começou a falar ”entre dentes”, julguei que estava a falar comigo, mas era mesmo a criticar o facto de a outra estar colada a ela.   Eu sei que já por diversas vezes repeti este episódio, mas é uma situação demasiado frequente. Falta ensinamento e  formação às pessoas. Há tantos cartazes na loja com avisos, de publicidade, de informações, fazia falta um que remetesse para esta situação, para que existisse mais civismo, para que alertassem as pessoas. Uma sinalética no chão, embora quase ninguém olhe para o chão! Sei que por vezes, nem têm esta atitude por mal, muitas vezes até é distr...

A questão do espaço

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Sei que me torno repetitiva, por voltar a este assunto, mas faço-o porque o facto também se repete inúmeras vezes!   As pessoas que estão na fila a aguardar a vez, chegam a roçar-se na pessoa que estou a atender, chegam a olhar o visor para ver os preços das compras que não lhe pertencem, chegam a pisar-se, chegam a atropela-las com o carrinho, chegam a ficar atrás quando a outra estão a marcar o código do multibanco! É impressionante!   Se nas finanças, nos bancos, na segurança social, etc respeitam a privacidade dos outros, porque é que no supermercado é isto!?   Já vi casos de quase haver agressões, parecem crianças do jardim de infância, mas até essas são mais educadas e civilizadas...   Uma fita de demarcar, ou uma sinalética no chão, ou ainda um apito se passarem a linha, seria uma solução, já que o civismo não impera!  

Situações que incomodam

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Ainda não terminei o atendimento a um senhor, e a cliente que está a seguir, como já colocou os seus artigos no tapete, está a tentar passar com o carrinho para o outro lado, roçando no senhor que ainda estava a ser atendido. Intervenho dizendo para a senhora esperar um bocadinho porque ainda ali está uma pessoa.  Ela responde "ah está bem", entretanto o senhor desvia-se para  ir colocar o cartão multibanco de modo a efetuar o pagamento  e ela volta a roçar das costas do senhor. E o senhor diz-me: "não vale a pena, as pessoas não têm educação nenhuma"!   Só naqueles breves minutos um senhor levou dois toques nas costas, por causa da pressa de uma mulher!   E se houvesse um sensor no chão que tocasse em forma de alarme,  para as pessoas se afastarem daquele lugar e só avançarem quando o outro já lá não estivesse!?

Aí não se mexe...

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Com esta campanha da "Star Wars", nós temos de ter naquele espaço diminuto, as   saquetas para dar aos clientes. Esse espaço está envolvido pelo acrílico, mas mesmo assim, uma criança foi lá tirar as saquetas, e o pai, ao invés de repreender a criança, disse-me que eu é que tinha de arranjar outro ligar para colocar aquilo. Ora o miúdo é que mexeu naquilo que não lhe pertencia e  invadiu o meu espaço...   Mas não só as crianças, há adultos que também gostam de tocar/mexer nas coisas que estão lá. Por vezes apetecia-me ter lá um mata moscas!

As pessoas têm direito a um atendimento com a devida privacidade

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Continuo a presenciar situações de falta de civismo entre os clientes, principalmente no que diz respeito ao espaço. Ainda não terminei de atender um cliente e já o outro está a roçar neste. Chegam a dar com o carrinho nos calcanhares ou nas costas do outro; chegam a ficar a observar o outro a marcar o código do multibanco, chegam a ocupar o tapete com os seus sacos quando ainda está na vez do outro.   Talvez um dia andem à chapada, pois já faltou mais. Talvez depois se pensa numa solução, uma  marca no chão, sensores, cartazes, advertências na rádio do continente...

Onde pára o espirito natalício, na ida ao supermercado?

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Nos últimos dias, tenho notado as pessoas muito stressadas, apressadas, impacientes. Parece que andam numa correria enorme para chegar não sei onde. E os dias de maior afluência ainda não chegaram...   Uma senhora, depois de colocar alguns artigos no tapete, pega na sua grande carteira aberta e coloca-a em frente ao scanner onde eu tenho de registar os artigos. Digo:" olhe deixou aqui a sua carteira, e assim, não consigo registar", lá a tirou... Deixa-me indignada este abuso do espaço da operadora de caixa que já é tão pequeno! Não quero parecer desconfiada, mas uma vez, eu tinha os selos dos copos à minha frente e um senhor estava debruçado em cima do meu ecran, com as mãos quase a chegar aos selos, e a tapar-me a visão para o ecran.   De outra vez,  uma senhora estava ainda a arrumar os seus produtos, já uma das clientes seguintes estava a colocar sacos abertos, no tapete de saída.   De outra vez ainda, estava uma senhora a querer marcar o código do multibanco e tinha um se...

Encurtadas #10

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Imaginem que estão do vosso trabalho de caixa de supermercado, e que um cliente está à vossa frente debruçado/pendurado sobre o visor com as mãos de forma que quase  vos acerta nos olhos e que não vos deixa ver o visor...  

Coisas que irritam os clientes no supermercado

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Hoje, resolvi me debruçar sobre um comentário/queixa que me deixaram aqui no blog. São duas situações que acontecem diversas vezes, e que também me incomodam, como operadora de caixa e inclusive como cliente.   «Há duas coisas que me irritam nas filas do supermercado: 1ª quando a pessoa que está atrás de mim se cola a mim como se fossemos siameses; 2ª quando quem está atrás de mim vem acompanhado e o acompanhante passa por mim quando a funcionária ainda está a registar as minhas compras ou ainda estou a pagar e passa para o outro lado da caixa e fica a ver o que a funcionária e eu estamos a fazer! »   Eu ainda acrescentaria a parte em que o cliente tem de marcar o código do multibanco para efetuar o pagamento e o cliente a seguir fica "plantado" atrás deste.   Não tenho uma solução perfeita, mas deve de haver alguém que tenha uma. A mim, só me ocorre colocar um marcador pintado no chão, como existe em alguns bancos, mas quase de certeza, que a maioria das pessoas nem ia dar p...

Há um espacinho só meu

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Na  orientação do espaço na caixa, cada operadora o dirige, como lhe dá mais jeito, em determinados pontos e em outros pontos é como está estabelecido. Nós temos, por exemplo,  um local para os sacos, outro para os artigos deixados pelos clientes e outro ainda,  para guardarmos o triplicado das faturas que temos de levar para o escritório no fim do dia. Recentemente, uma cliente, depois de ser atendida volta à minha caixa achando que não lhe tinha dado o talão, e precisava do mesmo, caso tivesse de trocar alguma coisa. Chegou à minha caixa e vai direto às minhas faturas dizendo que devia de ser um daqueles papeis. Invadiu espaço privado. Isto porque o   acrílico   que separa o cliente da operadora é muito baixo e a tendência dos cliente é estarem sempre a mexer nas nossas coisas. E eu, num gesto instintivo, tirei as faturas da mão da senhora e disse que aquilo era meu. A senhora afirmava que eu não lhe tinha dado o talão e eu sabia que lho tinha dado. Depois lá o descobriu dentro da ma...

O problema repete-se

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Ainda não tinha acabado de atender um cliente, já estava a cliente seguinte com o seu carrinho a querer passar. Chegou mesmo a tocar com o carrinho nas costas do cliente que estava a atender. Ainda disse em tom de riso "ai desculpe"! O cliente estava completamente encurralado entre o carrinho do cliente seguinte e o seu próprio carrinho. Vi a cara feia que ele fez, e, antes que desse confusão, resolvi intervir e pedir à cliente seguinte para se chegar um pouco para o  lado da fila. Felizmente a senhora atendeu (mas não sei se entendeu) o meu pedido! Mas é raro o dia em que esta situação não aconteça! Esta imagem, é a fila de um banco, mas bem que se poderia pensar em algo do género para a fila do supermercado, não me refiro a fila única, mas no respeito pelo espaço/distância e privacidade de quem está a ser atendido!

Mais privacidade ao marcar o código do multibanco no continente

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Imagem copiada da internet Agora a maquineta onde os clientes marcam o código do multibanco é diferente, para dar mais privacidade. Mas as pessoas que são mais altas e que têm de marcar os algarismos que estão em cima o 1, 2, 3 têm de fazer uma certa ginástica para marcar o código. Mas todos têm concordado que está melhor assim. Foi , quanto a mim, uma boa opção, já que o cliente que está a seguir tem sempre a tendência de se colocar em cima do que está a marcar o código! Há um supermercado que costumo ir, por uma questão de proximidade, onde tento sempre pagar em dinheiro, porque o sistema de pagamento deles com multibanco não oferece qualquer privacidade, falta-lhe estas partes laterais como o  continente tem.

Delimitação de espaço - supermercado

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Ontem foi daqueles dias, em que duas ou três situações, me fizerem , novamente, pensar em invasão de espaço. Primeiro foi o conflito de dois clientes, porque um estava colado ao outro, mesmo antes do pagamento.  Impressionante, é que a pessoa que estava a arrumar as suas compras nem tinha espaço para se mexer, houve discussão da brava! O que faz falta? Uma marcação de espaço como existe nos bancos, pois, as pessoas tem direito ao seu espaço e à sua privacidade, nem que seja só por uns míseros minutos! Depois, como sabem, nós temos os selos das facas à nossa frente, e o acrílico, a parte se separa a operadora do cliente é muito baixo. Um cliente estava debruçado quase em cima de mim, nem me deixava ver o visor e às tantas vejo-o a mexer nos selos, e num gesto brusco toco nos selos, como que a achar que o cliente os queria tirar. O cliente, disfarçou e disse, que queria selos. Eu disse que ele tinha de esperar eu acabar a conta, e que eu é que os dava! O que faz falta? Um acrílico, mai...

Situação embaraçosa

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Depois de sair, costumo ir, quase  sempre, fazer umas compritas. Resolvi comprar um saco ecológico. Quando o abri para colocar as compras, o que é que encontrei colado no seu interior!? Uma pastilha elástica. Fiquei tão surpreendida que mostrei à colega que estava a registar as minhas compras, disse-lhe:"olha só o que aqui está!" A cliente que estava a seguir  e que já estava colada no meu espaço é que respondeu: "ah uma pastilha elástica"! Entretanto fui embalando as minhas compras. Depois de ter pago, não sei como, peguei na carteira e no cartão continente que estavam à minha frente. Dei dois ou três passos à frente e quando ia colocar o cartão na carteira, vi ao abrir a carteira que a mesma não me pertencia. Voltei logo atrás e percebi que a carteira era daquela cliente que estava comigo na fila. Pedi desculpa, e disse que como a carteira estava no lado tapete onde eu ainda tinha as minhas compras e como era muito parecida com a minha, a tinha apanhado por engan...

Privacidade a marcar o código no pagamento com multibanco

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Não quero ser chata e repetitiva, mas há uma cena que me deixa mesmo indignada. Refiro-me ao facto de na fila o cliente que está a seguir não deixar o cliente que está a ser atendido marcar o código do multibanco com a devida privacidade. Nos bancos, por exemplo, existe uma linha amarela no chão ou mesmo uma fita a marcar o espaço...podia existir algo do género. Já estive nos dois lados, ou seja, como espectadora (caixa) e como cliente...e é uma situação lamentável!

Porque cenas destas acontecem demasiadas vezes...

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O espaço da operadora de caixa

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Já por algumas vezes falei neste assunto, e sei que por vezes me torno repetitiva, mas é algo que aborrece. O facto de a parte do acrílico que separa o cliente da operadora ser muito pequeno e baixo, faz com que o cliente invada o nosso espaço. Desta vez, eu tinha em cima da registadora uma nota de vinte euros, porque estava à espera que a supervisora me trouxesse quatro notas de cinco. Um cliente, pega na nota e com ar de engraçadinho pergunta: "esta é falsa ou quê!?" E eu, por instinto, tiro a nota da mão da pessoa de forma um pouco brusca, ao que o senhor diz: "estava com medo que eu ficasse com a nota ou quê?" Só me apeteceu mandar-lhe um berro! Brincadeiras tolas!