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Carrinho sem freguês não guarda vez!

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Mais uma vez esta situação aconteceu. Uma senhora deixou o seu carrinho na fila e foi falar com alguém, como havia filas eu chamava e ninguém vinha, porque estava ali aquele carrinho. Eu disse à pessoa para vir, pois não ia ficar ali parada quando havia tanta gente para atender. Então veio um senhor,  e,  como a dita senhora do carrinho continuava ausente, veio também a pessoa que estava a seguir e começou a colocar as coisas. É aí que chega a dona do carrinho abandonado e começa a discussão. Eu ainda disse que tinha sido eu a chamar, mas a senhora continuou a ralhar. Quando chegou a vez dela e a outra senhora ia a sair, ouvi a dona do carrinho abandonado, a que estava sem razão, dizer para direcionado para a outra senhora "Vá derreto Satanás!" Acho que isto é o se chama rogar uma praga. Há que anos que não ouvia esta frase! Isto vai de mal a pior. As pessoas não têm paciência, não têm tempo. Não há guerras, nem epidemias, nem pós de África, nada faz com que as ...

Os clientes que não gostam de mostrar os sacos que trazem de casa

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Estava a atender um casal, talvez na casa dos 65 anos. A senhora passou para o lado de saída para arrumar os artigos, o senhor ainda estava com o carrinho no lado de recepção dos artigos. Quando este estava a empurrar o carrinho para a esposa, e como levava os sacos em formato de balão uns sobre os outros, levantei me para espreitar o seu interior. O senhor, muito ofendido, pergunta-me se estou a achar que ele leva coisas lá escondidas. Digo-lhe que estou a fazer o meu trabalho e aponto para um  escrito que lá está, onde pede para os clientes colocarem todos os sacos, inclusive os que trazem de casa, em cima do tapete. Mas ele continua a reclamar. E pergunta de novo se  acho que alguém ia levar lá alguma coisa. Como já estava a ser desagradável e não respeitar uma regra da empresa, respondo "não seria  nem o primeiro, nem o segundo, nem o décimo!" E ele volta a dizer mas "Mas eu!?" Eu respondo que não o conheço, e mesmo que conhecesse é uma norma igual para todos. ...

O atendimento ao público é uma fonte de inspiração

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Estou tranquilamente a registar os produtos a uma senhora, que está acompanhada de outra jovem, talvez filha. Cada uma tinha um saco, e iam embalando os artigos. A dada altura diz-me: " escusa de estar com pressa, que eu vou arrumar as coisas ao mesmo ritmo "! Digo: "desculpe!?" ela diz: " escusa de estar com pressa, que eu vou arrumar as coisas ao mesmo ritmo, está bem ?" Respondo:  "está bem"! Ela diz em tom altivo, "obrigado"! Ora se há coisa que eu sempre tenho em atenção é registar em função do cliente. Nunca fui de registar e atirar os artigos à pressa, porque quando me fazem isso (e há sítios que o fazem), e eu sou cliente, não gosto, ninguém gosta. Acelero um pouco se vejo que o cliente está com mais pressa e a acompanhar o meu ritmo. Mas enfim, esta senhora certamente vinha mal disposta de casa e precisou de aliviar o stresse em alguém, tadinha!

No supermercado: existe o tapete de receção de artigos e o tapete de saída

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Estou a atender um jovem casal. A dada altura a senhora pergunta se pode colocar determinados artigos no tapete de saída e contabilizar dali. Digo que não. Quer saber porquê! Digo que para aquele lado só vão os artigos depois de registados. Continua a perguntar porquê. Respondo que são normas da empresa e digo onde está escrito que é assim o procedimento! Responde que mesmo sendo normas da empresa, estando tantas pessoas na fila, eu tinha de facilitar para ser tudo mais rápido  (na perspectiva dela, da maneira dela, as coisas seriam mais rápidas)! Diz-me também que é promotora e que é ela quem trata do registo dos nossos furtos, e que nós não somos assim tão eficazes a evitar roubos. Há ainda tanta gente que não entende que existe o tapete de receção de artigos e o tapete de saída e que cada um tem um propósito! Depois de fazer o pagamento, entrego-lhe os talões e os selos. Diz-me se posso registar-lhe uns copos que   já me dá a caderneta. Ent...

A quexinhas...

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  Como podem ver nesta imagem, existe no tapete de saída de artigos, estes rolinhos, que servem de ajuda para que os produtos desçam  para o topo, onde está o cliente e assim se manter o distanciamento entre funcionária e cliente. É um facto que objetos cilíndricos fazem um certo barulho, mas não se estraga nada, nem estraga outro tipo de produtos. Eu passo o dia a fazer este movimento, tanto que por vezes ao fim do turno até me doem os braços. Felizmente a maioria dos clientes percebe a utilidade dos rolinhos, e alguns, em jeito de brincadeira, até acham graça ao nosso movimento, e até dizem que estamos como se fosse num ginásio a ganhar músculos! Já tive há uns meses uma senhora que me pediu para lhe passar os artigos com mais cuidado e mais devagar, porque aquele barulho a incomodava. Mas hoje, a situação foi diferente. Uma cliente não gostou que passasse assim os artigos e pediu-me que não os passasse dessa forma e que os passas...

Porque tiram alguns clientes a máscara na caixa do supermercado

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Estou a finalizar o atendimento a uma casal de clientes na casa dos sessenta anos. Vejo o senhor colocar a máscara no pescoço. Peço-lhe educadamente que coloque a máscara. Responde-me "já ponho"! Pega num maço de notas que tinha na carteira, lambe os dedos para contar o dinheiro, entrega-me. Põe a máscara correctamente e diz-me "pronto já estou mascarado"! Se eu não tivesse máscara, ele  teria reparado, na minha cara de nojo, por ter de pegar nas notas, por ele salivadas! Fiz questão que ele visse a quantidade de álcool gel que utilizei em seguida! Numa outra ocasião, aconteceu com uma senhora da mesma faixa etária, uma situação semelhante. Só que esta senhora a colocação da máscara no pescoço não foi para contar as notas, mas para lamber os dedos e abrir os sacos. Quando lhe pedi para colocar a máscara, respondeu que tinha deixar de ali ir, porque a estavam sempre a chatear com a máscara, quando aquilo a sufoca! E assim acontece dia sim, dia...

Gente insolente

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Há uma cliente habitual, uma senhora que ainda não se deu conta o estado em que o pais está, por isso continua com as mesmas atitudes incorretas que sempre teve. Só a conheço dali, e parece-me uma pessoa mal formada e teimosa por natureza. Sempre teve o costume de não reparar que existem pessoas à sua volta que não têm que levar com as suas atitudes. Ela leva um trolley, dentro do mesmo tem imensos sacos, alguns em estado lastimosos, leva também um balde, daqueles que as crianças brincam na praia, que mete um saco e depois aí coloca o peixe. Antes da chegada do vírus, depois de a atender, ela ficava a ocupar o tapete com toda a sua tralha, eu chegava a atender umas três pessoas, e ela não saia dali, pois não se despachava e ainda se punha primeiro a confirmar o talão e só depois é que pegava nas tralhas e ia embora.  Agora queria fazer o mesmo só que eu fiquei parada a olhar para ela e disse-me "pode continuar o seu trabalho", ao que eu respondi "não, ...

O cliente que não sabe inserir o multibanco

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Infelizmente para mim, de vez em quando lá aparece uma pessoa desestabilizadora. Um senhor de boa aparência e de meia idade, no momento de fazer o pagamento com o multibanco, quando eu digo para inserir o cartão e confirmar,  ele diz que eu é que tenho de fazer isso, porque ele não pertence ao continente, porque é o meu trabalho e  ele não tem formação para fazer isso. E depois ainda continua a desbobinar a dizer que é só no continente que isto acontece.   Mantive a calma expliquei o motivo de ser assim, mas ele  não entendeu. Acho que não tinha capacidade para esse entendimento. Só faltava ser também eu marcar o código secreto dele, ou mesmo a tirar o cartão da sua carteira. Será que este senhor quando vai fazer um  levantamento ao multibanco, também exige que o banqueiro faça a operação e lhe entregue o dinheiro em mão!?

Sem razão pra tanta reclamação

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Era dia 10 eu sabia que ia ser um cheio com muitos velhotes, como de costume nestes dias.   Não contava era que a primeira cliente, não fosse uma velhota, mas sim uma senhora que está sempre com criticas, com reclamações, parece sempre mal disposta. Não sei da vida da senhora, nem se aquela disposição é por algum motivo. Pois até eu não estava no meu melhor dia, pois o meu filho estava adoentado, mas tento sempre que nada reflita no meu trabalho. Mas aquela senhora não é um dia, é habitual.   Então,  para começar ela veio logo pra caixa sem respeitar a ordem de fila, teve sorte que um velhote não se importou. Mas, a seguir  deixou lá as coisas e foi ao carro buscar os sacos, Depois quando digo o valor diz-me que o dinheiro não chega e tenho de descontar. Pergunto "descontar como"? Responde: "ora se eu lhe disse que a carteira ficou lá em cima ( não faço ideia a que - lá em cima -  se referia), e não tenho dinheiro, tem de descontar nas coisas"! Então começa a tirar ...

O do contra

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Um senhor chega á minha caixa e pergunta onde está o carvão. Respondo ao senhor, e ele diz-me que não está lá carvão algum. Peço que aguarde, chamo uma colega que vai ao armazém ver se está lá.  Não havia. Naquele momento, não havia carvão nem na loja nem no armazém.     O senhor fica zangado. Diz que por causa da falta do carvão não vai gastar 40 euros. Pensei que era por causa da caderneta dos copos, onde entregamos 1 selo por cada 20 euros. Quando lhe falo dos selos, responde longo que não quer nada de selos, nem de copos,  que queria era usar os talões que lhe tinham mandado para casa. Vejo a data dos talões que só entram em vigor no dia 9. Fica novamente zangado, e diz "se eu soubesse , não tinha vindo cá hoje". Ora a culpa de ele não ler as datas, era dele, ou do supermercado!?   Quando está para pagar, em multibanco, peço para inserir o cartão, e ele fica novamente zangado, porque, palavras dele, quando tinha loja, ele é que passava o cartão multibanco aos clientes! Ai...