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O respeito pelo espaço da operadora de caixa

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Uma das situações que incomodam, é retirarem-me os artigos das mãos e não esperarem que eu os registe e os coloque do lado do cliente. A situação piora, quando são duas pessoas, por exemplo um casal, onde um fica próximo à operadora, a retirara-lhe os artigos e a empurra-los para a outra pessoa. Já levei algumas unhadas, também já  me retiraram artigos, sem estarem registados, porque, por vezes, o código não passa logo. Se o motivo é para despachar, esqueçam, não se despacham mais depressa, muito pelo contrario! Se existisse um acrílico , talvez respeitassem mais o nosso espaço!  

Quando sentimos uma certa falta dos acrílicos

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Por vezes sentimos uma certa falta dos acrílicos, não tão grandes, mas pelo menos na nossa frente, para evitar determinadas situações!

E a saga continua...

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Era um casal na casa dos quarenta anos, que não queria fazer distanciamento, e tivemos uma troca de palavras. Quando respondi que este procedimento já durava há mais de um ano, eles disseram que agora já não era preciso tanta coisa. Voltei a dizer que, ainda assim eles tinham de cumprir as regras como os outros. E o homem diz para a mulher: " Deixa estar que o covid está acabar !" Parecia querer dizer, que "a minha diversão, estava a acabar!" Porque devia de achar que me diverte fazer os clientes cumprirem regras! Até parece que fui eu, e era a única, a exigir distanciamento! Porque eu faço o que me apetece e não o que a empresa manda! Haja paciência infinita!

Por vezes temos de tomar medidas radicais!

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Não têm conta as vezes que esta situação acontece por dia. Umas vezes a coisa resolve-se bem, mas por outras dá confusão! Refiro-me ao facto de na fila as pessoas não deixarem o cliente que está ser atendido ter a sua privacidade, quer para arrumar as compras, quer para fazer o pagamento ou mais alguma coisa. O cliente seguinte fica em cima deste! Recentemente estava a atender um jovem, a seguir estava  uma senhora, parecia apressada ou impaciente, andava de um lado para o outro, até que se instalou no local de frente para o sítio onde o cliente que estava a ser atendido tinha de estar. Quando digo o total, o jovem aponta para senhora e diz que é ela que paga! Ao que ela rege um pouco agressivamente, vai o jovem diz que ela lhe tirou a privacidade, que se roçou nele , e que agora ela tem de pagar, já que está ali. Por pouco que esta situação não acabava mal! Sugiro para que se evite essas situações que se coloque uma sinalética no chão e que quando o c...

Para grandes males, grandes remédios

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A falta  de civismo de algumas pessoas só se resolvia com algumas medidas. Por exemplo, o cliente que está a seguir,  devia de apenas passar para o outro lado, quando o outro cliente estivesse despachado, e se o tentasse fazer, devia de soar um alarme, que o fizesse recuar imediatamente! É  cada atitude, cada atropelamento de carrinhos, cada falta de privacidade para marcar o código do multibanco, cada cusquice de um em relação ás compras do outro!

Aí não se mexe...

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Com esta campanha da "Star Wars", nós temos de ter naquele espaço diminuto, as   saquetas para dar aos clientes. Esse espaço está envolvido pelo acrílico, mas mesmo assim, uma criança foi lá tirar as saquetas, e o pai, ao invés de repreender a criança, disse-me que eu é que tinha de arranjar outro ligar para colocar aquilo. Ora o miúdo é que mexeu naquilo que não lhe pertencia e  invadiu o meu espaço...   Mas não só as crianças, há adultos que também gostam de tocar/mexer nas coisas que estão lá. Por vezes apetecia-me ter lá um mata moscas!

A pressa tira a cortesia

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  Se pudesse pedir um desejo de melhoria, no meu posto, pediria uma melhor organização no espaço .   Já devem de estar fartos de me “ouvir dizer” ou queixar de dois tipos de falta de espaço: o espaço entre a operadora de caixa e o cliente e o espaço entre o cliente que está a ser atendido e o cliente que está a seguir .   Começo pelo espaço entre a operadora e o cliente . Não imaginam as vezes que o cliente invade abusivamente do espaço da operadora. São capazes de colocar a carteira, os cupões em frente ao scanner onde preciso de registar os artigos. Já aconteceu  o próprio cliente registar o seu saco, porque invés de usar o espaço que tem para arrumar as compras está quase em cima da operadora, e junto ao scanner. Chegam a tirar-nos os artigos das mãos sem ainda estarem registados, arranham, bufam para cima de nós, espirram até. Mexem nos papéis que lá temos guardados. Ficam debruçados e a tapar o ecrã. Uma vez tinha uma nota de €20 para trocar por notas de €5 e o cliente pegou nela...

As pessoas têm direito a um atendimento com a devida privacidade

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Continuo a presenciar situações de falta de civismo entre os clientes, principalmente no que diz respeito ao espaço. Ainda não terminei de atender um cliente e já o outro está a roçar neste. Chegam a dar com o carrinho nos calcanhares ou nas costas do outro; chegam a ficar a observar o outro a marcar o código do multibanco, chegam a ocupar o tapete com os seus sacos quando ainda está na vez do outro.   Talvez um dia andem à chapada, pois já faltou mais. Talvez depois se pensa numa solução, uma  marca no chão, sensores, cartazes, advertências na rádio do continente...

O respeito pelo espaço

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Há coisas que nunca mudam. Uma delas é o respeito pelo espaço. O espaço entre clientes e o espaço da própria operadora de caixa.   O cliente está sempre a colocar os seus cartões e cupões justamente à frente do scanner, quando não atira com o molho de chaves onde está o cartão cliente para a nossa frente. Debruça-se em cima do visor. Quando está impaciente sopra para cima de nós. Ora o nosso espaço só tem aí meio metro, custa assim tanto não o invadir!? Há um supermercado da concorrência que tem o acrílico bem mais alto, o que protege mais a operadora, era bom termos um assim!   Entre clientes, é admirável o respeito que têm uns pelos outros. Estão sempre a roçar uns nos outros com a pressa. Uma pessoa que quer marcar o código do multibanco tem de fazer cá uma ginástica. Chegam a pisar-se. Dava tanto jeito uma marca no chão, como nos bancos, onde o cliente seguinte só pudesse avançar quando o cliente anterior tivesse terminado todo o processo, mas não, andam sempre a chocar uns com os ...

Delimitação de espaço - supermercado

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Ontem foi daqueles dias, em que duas ou três situações, me fizerem , novamente, pensar em invasão de espaço. Primeiro foi o conflito de dois clientes, porque um estava colado ao outro, mesmo antes do pagamento.  Impressionante, é que a pessoa que estava a arrumar as suas compras nem tinha espaço para se mexer, houve discussão da brava! O que faz falta? Uma marcação de espaço como existe nos bancos, pois, as pessoas tem direito ao seu espaço e à sua privacidade, nem que seja só por uns míseros minutos! Depois, como sabem, nós temos os selos das facas à nossa frente, e o acrílico, a parte se separa a operadora do cliente é muito baixo. Um cliente estava debruçado quase em cima de mim, nem me deixava ver o visor e às tantas vejo-o a mexer nos selos, e num gesto brusco toco nos selos, como que a achar que o cliente os queria tirar. O cliente, disfarçou e disse, que queria selos. Eu disse que ele tinha de esperar eu acabar a conta, e que eu é que os dava! O que faz falta? Um acrílico, mai...

Privacidade a marcar o código no pagamento com multibanco

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Não quero ser chata e repetitiva, mas há uma cena que me deixa mesmo indignada. Refiro-me ao facto de na fila o cliente que está a seguir não deixar o cliente que está a ser atendido marcar o código do multibanco com a devida privacidade. Nos bancos, por exemplo, existe uma linha amarela no chão ou mesmo uma fita a marcar o espaço...podia existir algo do género. Já estive nos dois lados, ou seja, como espectadora (caixa) e como cliente...e é uma situação lamentável!

O espaço da operadora de caixa

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Já por algumas vezes falei neste assunto, e sei que por vezes me torno repetitiva, mas é algo que aborrece. O facto de a parte do acrílico que separa o cliente da operadora ser muito pequeno e baixo, faz com que o cliente invada o nosso espaço. Desta vez, eu tinha em cima da registadora uma nota de vinte euros, porque estava à espera que a supervisora me trouxesse quatro notas de cinco. Um cliente, pega na nota e com ar de engraçadinho pergunta: "esta é falsa ou quê!?" E eu, por instinto, tiro a nota da mão da pessoa de forma um pouco brusca, ao que o senhor diz: "estava com medo que eu ficasse com a nota ou quê?" Só me apeteceu mandar-lhe um berro! Brincadeiras tolas!

Cada macaco no seu galho

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Há coisas que dificilmente me habituarei. Uma delas, é a invasão do nosso, já tão pequeno, espaço. Ou é para nos tirarem a caneta, ou é para tirarem-nos sacos da frente, ou até mesmo os artigos das nossas mãos,  antes de devidamente registados...é impressionante! Mas a última que sucedeu na minha caixa, foi um cliente, já com alguma idade (pelo menos suficiente para ser educado), se debruçar sobre o tapete de forma a carregar no botão que faz andar o tapete! È que não há respeito algum! Pois além de estar a invadir, ainda está a chamar a operadora de caixa de incompetente, por não ter ela, já puxado o tapete. E que tal esperar um bocadinho? Se a operadora ainda não puxou o tapete é porque tem outras tarefas mais urgentes, ela não se esqueceu ou não o fez porque não lhe apeteceu! Pensa que se vai despachar mais cedo por isso!? Irrrrr    

O espaço entre o cliente e o operador de caixa

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No outro dia num supermercado da concorrência, fiquei com uma certa inveja das operadoras de caixa de lá! Elas têm a sorte de ter a parte em acrílico que separa o cliente do operador muito mais segura, mais alta, maior. É tipo uma barreira onde assim o cliente não poderia fazer certas coisas como nos fazem. Porque muitos clientes invadem o nosso espaço, mexem nas nossas coisas, como por exemplo na esferográfica, arrancam-nos os artigos das mãos antes de nós os registara-mos, tiram-nos os sacos da frente. Um dia tinha lá notas de cinco euros que a colega do balcão me tinha trazido e como eram novas, um cliente resolveu pegar-lhes, fiquei impressionada!  

Delimitação de espaço

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Hoje quando eu pedia a um cliente que confirmasse o total da conta no multibanco, este continuava de braços cruzados a olhar para mim... e fazia sinal com o pescoço para o cliente seguinte que estava encostado a ele. Foi aí que mais uma vez percebi que este problema continua. Então eu pedi ao cliente seguinte se ele dava licença, e foi um pouco embaraçoso, porque este não me pareceu ter entendido. Bastava um pouco mais de civismo por parte das pessoas. Talvez uns cartazes a apelarem para o facto ajudassem, porque acredito que a maior parte das pessoas nem se dá conta...  

Há espaços que temos de respeitar

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Por vezes há coisas que vistas de fora, podem achar que não têm importância alguma, mas estando "dentro do terreno" podem fazer algum sentido. Refiro-me a um facto que já aqui falei antes. É o momento em que ainda não acabei o atendimento a um cliente e o  seguinte já está atrás deste, encostado ou mesmo quase colado ao mesmo. É que eu chego a colocar-me no lugar da pessoa que está na sua vez e que se está a sentir pressionada pelo cliente que se segue!   Há dias, uma cliente confessou-me o seguinte : " da outra vez que estive aqui consigo queria pagar com o multibanco, mas a cigana que estava aqui estava mesmo em cima de mim e tive medo que me visse o código!" Eu lembrava-me perfeitamente da situação e tive a sensação que a cliente queria pagar com o multibanco e não em dinheiro porque a vi ali a hesitar. Suponho que esta senhora cigana nem teria habilidade para decorar um código, mas enfim, intimida um pouco haver uma pessoa por perto quando se pretende usar o m...

O cliente que queria ficar com a minha caneta

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Uma ferramenta indispensável no meu trabalho é uma esferográfica, se não tiver uma comigo, sinto logo a falta. Costumo tê-la no bolso da camisa ou em frente ao teclado da registadora. Neste caso, estava no segundo lugar. Uma caneta azul que eu tinha comprado , porque aquelas do Modelo tinham acabado e porque já me habituei a esta.   Acontece que um cliente, daqueles que não percebe que há um espaço só da operadora, retira-me a caneta e diz :" olhe peça outra caneta ao seu chefe, que eu vou ficar com esta"! Eu disse logo :" diga?" Ao que ele responde :" A caneta do Modelo, este ano ainda não pedi nenhuma" !  É então que eu lhe digo :" Mas essa caneta não é do Modelo, comprei-a eu "! Resposta " Ah como era azul, pensei que fosse... tome lá a caneta"! Peguei na caneta e arrumei-a no bolso. Este senhor nem um pedido de desculpas usou. Agora tenho sempre a dita  no bolso, é que não há pachorra!  

Saber esperar a sua vez no local certo

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Bem, confesso que já algum tempo que queria dar um toque sobre este assunto. Quando há fila, há sempre pressa, não é? As pessoas muitas vezes atropelam-se. Por vezes ainda a cliente está a procurar a carteira e já o outro cliente está a colocar-se no sítio da cliente anterior, se é que me entendem! Depois ou são os clientes que estão na sua vez que pedem delicadamente (ou não) licença para concluírem o pagamento ou tenho de ser eu a dizer: " olhe desculpe, mas pode dar espaço...que ainda estou a concluir o atendimento a esta cliente!" Não é uma situação fácil, mas poderia ser se cada um tivesse consciência do espaço e do lugar que deve ocupar. É uma questão de respeito! Imagine você estar a marcar o código do multibanco e ter uma pessoa mesmo colada a si? Até pode parecer que está a decorar o seu código. Toda esta situação seria evitável se cada um se soubesse colocar no seu espaço.   Não deixe que a pressa, seja uma desculpa para não respeitar, o seu lugar no tempo certo. F...

O espaço reduzido da Operadora de Caixa

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O assunto que hoje aqui falo é justamente do curto espaço em que uma operadora de caixa tem de estar no seu turno de trabalho. Deve ter menos de dois metros.   Praticamente só nos movimentamos de um pé para o outro, a passar os artigos. Mas é completamente normal e sempre foi assim. O que me incomoda é o seguinte: nós colocamos á nossa frente um montinho de sacos para irmos embalando algumas compras, e mesmo havendo sacos em cima do tapete, os clientes tem a mania de ir tirar-nos os sacos da frente! Ai como eu detesto isso. É como se estivessem numa outra loja e entrassem pelo balcão a dentro e invadissem o espaço do lojista, estão a entender-me?   Já não basta termos que nos restringir aquele diminuto espaço, como também ainda nos querem invadir o nosso espacinho! É que há coisas que não fazem mesmo sentido!