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A mostrar mensagens de agosto, 2019

A reclamar é que a gente se entende

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Estava um cliente (da 3º infância) no corredor a falar alto, a barafustar,  com dois ou três artigos na mão e mesmo assim, gesticulava.  Como olhei para ele, ouvi ele dizer "empregadas" e depois "café". Deduzi que procurava o corredor do café, e dei indicação nesse sentido. Respondeu "Ah, está neste aqui!?Mas onde, não a vejo!" É então que a cliente que estava a atender, a rir-se me diz "ele está é a dizer que não encontra empregadas, porque foram todas ao café!" Lá peguei no telefone,  para pedir apoio. A colega que atendeu, ouviu o senhor a falar alto e perguntou o que se passava, e disse-me calmamente que o senhor não encontrava ninguém porque a loja é grande. O que não deixa de ser verdade. Se o senhor tivesse procurado mais um pouco teria encontrado! Lá veio alguém ajudar o senhor. E lá foi ele cheio de pressa. Entretanto, que ele pediu uma empregada e quem o acompanhou foi um empregado! As pessoas por vezes acham que passamos o tempo todo n...

Mexer e arrumar

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Um cliente diz para o outro que não gosta que mexam nas coisas dele , isto porque o cliente seguinte estava a empurrar os artigos do primeiro. Vai o outro responde que não gosta de desarrumações ! E começa o bate-boca, que isto as pessoas gostam é de discutir, assim descomprimem e depois já se ficam a sentir melhor! Cá para mim pensei: até podia não gostar de desarrumações, mas também não tinha de ir arrumar "a casa" do outro!

Queixas dos pais

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É habitual haver perto das caixas de saída, artigos atrativos para as crianças. E claro eles pedem aos pais para comprar! Depois os pais queixam-se, dizendo que fazemos de propósito! É verdade são muitas tentações, e sim, se calhar é uma boa estratégica! Mas também é uma forma de educar. Não é só ali que eles fazem birra, se os pais conseguem fugir do corredor dos brinquedos e são apanhados ali, há que usar o dialogo e tentar não fazer do momento uma tortura!

O frantuguês está de volta

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Todos os anos é a mesma coisa, nem vale a pena pensar que este ano podia ser diferente. Os emigrantes, voltam ao seu país, para matar saudades, para descansar, estar com amigos e parentes. Saudades, mas não, de falar português! Costumam ir  ao supermercado, entre julho e  agosto, muitas famílias/grupos fazer as compras para as férias. Será que em França, quando estão em casa e em família, não se fala português? Porque no emprego/trabalho, nas compras, ou em qualquer serviço é normal, pois estão em França! Não sei se o fazem de propósito, mas fica aborrecido, estarem falar francês, depois português, e depois ainda, as duas línguas na mesma frase! Eu, mesmo que os entenda, faço questão de responder em português!   A meu ver, é principalmente na língua francesa que este facto mais se faz notar!   Até o "obrigada", se esqueceram!?

A corrida para a peixaria

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Os sábados de manhã são muito animados, principalmente à entrada do supermercado e antes mesmo, de abrirem as portas! Vão para a porta quase meia hora antes de abrir, as esposas ficam à porta, os maridos dentro do carro a dormir. O tema da conversa, que eu ouvi "deviam de haver senhas para o peixe aqui fora"! Isto porque quem chega primeiro ao supermercado, nem sempre chega primeiro à peixaria. Outro facto: logo à entrada do supermercado está o dispensador de cupões onde  também dá logo para tirar as senhas para as seções não só da peixaria, como talho, charcutaria, etc, só que muitas pessoas não se apercebem disso, e vão logo a correr para a peixaria.  Depois, quando percebem que ao chegar à peixaria primeiro, já há pessoas com senhas, que ainda estão primeiro, mas que chegaram atrás, rebenta a bolha, ou seja, a discussão! Uma senhora chegou a dizer-me que trazia o netinho para ele correr para a peixaria tirar a senh...