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A mostrar mensagens de setembro, 2020

Há 35 anos a seu lado, para que não lhe falte nada

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Já passaram seis meses do covid-19

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Já passaram 6 meses da chegada deste malvado vírus, já passei por varias fases. Logo no inicio, a minha maior preocupação era levar o covid-19 para casa, já que era a única que tinha de continuar a trabalhar. Andava muito preocupada e cheia de receios, tinha 1001 cuidados. Mas depois, quando vi as medidas que a empresa implementou, e depois de perceber que os clientes estavam solidários connosco, consegui alguma tranquilidade. A primeira semana que a máscara foi de uso obrigatário, foi horrível para mim, sentia-me a sufocar, tinha pesadelos. Felizmente tive conhecimento de um outro tipo de máscara, que não a cirúrgica, e  mais uma vez, consegui alguma tranquilidade. Também me fazia alguma confusão estar cercada de acrílico, mas depois adaptei-me e até já conseguia esquecer que estava ali, prisioneira, porque me sentia mais protegida e segura. Entretanto, o tempo vai passado, e a desilusão com o comportamento de alguns clientes foi crescendo. Passa...

A rádio continente e os sons da natureza e animais

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Quem frequenta o supermercado continente , quer como cliente, quer como colaborador, de certo que já reparou que a rádio continente, está diferente. Agora há sons da natureza, animais, e até musica clássica. As opiniões dividem-se. Já houve quem me dissesse que os sons eram relaxantes, já houve quem dissesse que aquele barulho  afugentava os clientes. Há quem nem tenha reparado  na mudança ou quem nem se deixe afetar. São basicamente sons do mar, pássaros, cães, rãs... Mas o reparo que mais achei graça foi um senhor que me disse que nós tínhamos ninhos de pardais no teto, e que andava um pássaro ali a cantarolar e a esvoaçar. Será que foi a imaginação do senhor através daqueles sons que o levou para um pomar com árvores e pássaros!? Bem que eu queria que o som do mar também me levasse para outro lugar, mas não consigo essa proeza!

A resposta que não te dei

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Quando um cliente voltar a dizer que não faz distanciamento social... 

Mulher precavida

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Um dia destes uma senhora dizia-me que se sentia mais segura em ir ao continente, porque ali, mantínhamos as normas de segurança. Fiquei satisfeita de ouvir um "elogio", porque ultimamente não tem havido espaço para muitos . Também me contou que pouco sai de casa, porque está muito preocupada com a pandemia. Depois, disse-me que sempre que vem ás compras, ao chegar a casa coloca as compras todas sobre uma  mesa que tem no quintal, borrifa tudo com álcool, deixa lá ficar cerca de meia hora. Nessa meia hora, e antes de entrar em casa,  descalça os sapatos que ficam na rua, borrifa-os também com álcool spray. Entra em casa despe a roupa, mete a lavar na maquina de lavar, toma banho logo de seguida.

Uma caderneta pelo 35° aniversário do continente

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Caixas de vidro com tampa: redondas, quadradas ou retangulares. Parecem ser bem práticas e úteis!

A idade da falsa inocência

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Antes eu até podia espreitar para os carrinhos, para dentro dos sacos, mas não tinha a autoridade, que agora tenho, para pedir que os sacos passem por cima do tapete em vez de irem dentro dos carrinhos. Desde que tenho esta "autorização", quase todos os dias, aparecem uns "brindes". Naquele dia, não foi exceção. Quando pedi educadamente uma senhora idosa para me passar os saquinhos que estavam dobradinhos no fundo do carrinho, e mesmo vendo a atrapalhação da senhora, julguei que era ela que não me estava a perceber,  não esperava que lá estivessem quatro artigos: um esfregão da marca scotch brite , uma esponja de banho, um rolone e um shampoo para o cabelo. Meteu tudo em cima do tapete e não disse nada. Podem dizer que foi sem querer. Que são coisas da idade. Talvez, mas tenho dúvidas, porque ela ficou muito atrapalhada! Já não é a primeira vez que os "brindes" surgem nesta faixa etária!