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A mostrar mensagens de janeiro, 2021

O talão de compras é um comprovativo da deslocação

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Como estamos em estado de emergência e em confinamento, ir ao supermercado, é uma das situações que é permitido fazer. No entanto, a ida ao supermercado é para que se façam as compras de bens essenciais, como sabem, até há  artigos  que agora não estão disponíveis no supermercado, por não serem bens essenciais, e, para que as outras lojas que estão fechadas, não fiquem prejudicadas. Mas, até para ir ao supermercado, pelo que ouvi nas noticias, as pessoas têm de andar com  um comprovativo de morada e até guardar o talão das compras. Alguns clientes que antes dispensavam os talões, agora preferem guardá-los. Também já aconteceu um ou outro cliente não querer o talão e depois se lembrarem desta medida, e voltarem lá a buscá-lo. Eu própria agora já questiono se não querem mesmo o talão, devido a esta medida. Quem tem fatura electrónica, provavelmente terá de abrir o email, se tiver internet no momento, e mostrar, ou então  mostrar ...

Respeitar regras e sinais

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À saída do supermercado continente onde trabalho, há um sinal de transito que nos obriga a virar à direita. Ora para quem quer seguir para dentro do Cartaxo, ter de ir dar uma volta enorme à rotunda, é chato, mas é um dever. Quantas vezes já saí em cima da hora para algum compromisso, e, me dava tanto jeito ir logo em frente!? Mas não o faço! Acontece que já por diversas vezes quando vou a sair, vejo clientes a sair do parque e a transgredir o sinal, e penso para comigo: " se estas pessoas nem um sinal de trânsito, cujo incumprimento dá multa respeitam, como hão de respeitar as regras e a sinalética do supermercado!?" Daí concluo que mesmo que o não cumprimentos das regras desse multa, as pessoas iriam continuar a não as cumprir!

E se respeitassem o acrílico!?

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Um cliente  debruçou-se sobre o acrílico para chegar a uns frasquinhos de álcool gel, que estão num suporte à nossa frente. O normal seria ele pedir. Quando se debruçou cheguei-me para trás indignada, ao que ele ainda disse:  "não tenha medo"! Respondi:  "Este acrílico está aqui é para que não seja transposto, é para nossa segurança! O senhor só quem que respeitar!" A imagem que me veio à cabeça foi de um surfista numa prancha a deslizar. Já não chega atirarem com os artigos a bater no acrílico, ainda têm de vir eles próprios! Eu já não consigo ficar calada, agora tenho de falar, sempre educadamente, mas tem de ser, não posso deixar passar, se não vão continuar a cometer os mesmos erros! Será que nas outras lojas ou serviços  onde também há acrílicos as pessoas também acham que aquilo é para furar, para contornar, para invadir!?

A cliente picuinhas

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Há uma cliente, sobre a qual,  já  aqui contei uma situação, que continuo sem a perceber, mas já aceitei que tem algum tipo de irritação, distúrbio ou sensibilidade. Na primeira situação fez questão de ir chamar a gerência porque eu lhe passava os artigos fazendo-os rolar pelos rolinhos do tapete. Outra vez eu reconheci-a e como ela tinha poucas coisas passei tudo devagar, mas irritou-se porque queria pagar com dois cartões e eu não percebi. Da última vez chegou à caixa e disse: "Bom,  é o costume! Passe os artigos devagarinho, não passe pelos rolos, suavemente, sem pressas - que não estou com pressa, e tenha especial atenção à frutinha!" Lá lhe fiz a vontade, porque o cliente manda, não é!?

Dias positivos e dias cansativos

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Há dias positivos, tranquilos, onde tudo até corre bem, na medida do possível, mas há outros com situações e pessoas que nos cansam... O nariz fora da máscara, o teimar em não fazer o distanciamento, o não respeitar o acrílico e a sinalética, o estar ao telemóvel no momento de finalizar o atendimento ou mesmo durante o mesmo, o passar pela linha de caixas, sem compras e incomodando quem lá está,  enfim... Exemplos: Estava ainda a atender uma cliente, quando uma outra passa pro outro lado, digo-lhe que não pode passar enquanto ainda ali está uma pessoa, ao que me responde: "Não vou passar, vou só deixar os sacos"! Ao que eu digo: "Pois,  mas não  pode!" O tapete de recepção dos artigos, nem sempre o consigo limpar a tempo, mas o tapete de saída, limpo quase  sempre, a não ser que esteja limpo e não seja necessário desinfetar. Então, eu tinha-o limpo antes de uma cliente chegar. Quando acabo o atendimento, havia lenço de papel amassado e senhas de quando...

No supermercado, preste atenção aos cartazes

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Eu sei que andamos todos fartos e cansados deste vírus, de regras, mas por favor, enquanto têm de esperar nas filas, olhem à vossa volta, há cartazes, há panfletos, mensagens, sinalética, pedidos, tudo  para que as coisas funcionem melhor! Nós até nem exigimos, por exemplo, se tiver dez garrafões de água que os coloquem todos sobre o tapete, basta um, mas se forem artigos pequenos, é mais fácil de controlar assim... Os clientes não gostam que façamos o pedido para ver os sacos que trazem de casa, mas é um pedido legítimo, que está assinalado. Se não os querem colocar no tapete, mostrem o fundo, não passem com os sacos em balão, dentro uns dos outros! Tudo tem uma razão de ser, e quem não deve, não teme! Nós cumprimos ordens!

Roçar é o que está a dar

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Parece que as pessoas não se querem distanciar e só se querem juntar/roçar. Até parece que roçar é o que está a dar!

Questões que alguns clientes colocam

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Uma cliente perguntou-me se aqueles carrinhos/cestos estavam desinfetados . Ora eu sei que são desinfetados, mas também sei, que seria impossível desinfetar cada cesto, a cada cliente, então respondi : "Sim são desinfetados!" Mas um conselho que já me deram é pegar no puxador com luvas ou com um lenço papel ou como agora cada um de nós anda com álcool gel ou spray colocar um pouco na pega. Também me perguntaram se podiam pagar em dinheiro , porque achavam que não se podia. Expliquei que não era questão de não se poder, mas que apenas era mais aconselhável usar cartão, por causa do manuseamento das moedas e das notas e porque as mesmas andam em muitas mãos. Uma coisa que me ensinaram mesmo antes da chegada desta pandemia é que o dinheiro é a coisa mais suja que existe! Uma cliente também perguntou se agora não podia levar a filha ao supermercado , porque já a tinham criticado. Eu respondi que não era proibido, mas que era aconselhável. Até disse à senhora q...

Falar com máscara, cansa

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Já aqui referi o facto de a máscara  e o acrílico serem necessários, mas os mesmos também impedirem o som, tornando a comunicação entre o cliente e a/o operadora/o muito difícil. Acontece que além destes dois fatores, ainda podemos juntar o som da música do rádio, bem como outros sons da loja, por exemplo o barulho que vem do corte da carne do talho, um porta paletes a passar. Por vezes temos de falar mais alto e repetir a conversa porque não ouvimos, não nos fazemos ouvir ou não temos a certeza das respostas. Já não é a primeira vez que me sinto cansada só de falar e de estar sempre a repetir e a esforçar a voz, de tal forma que um dia uma cliente reparou no meu cansaço e disse que também lhe acontecia se cansar de falar com a máscara e que era uma situação normal nos dias que correm. Até falamos, que  não são  só quem  está a atender o público como também  os  professores que também têm de falar de máscara e também se cansam mais, porque é um esforço dobr...

Destaque

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Um pouco mais de calma...

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Hoje foi um dia difícil. Os clientes andam sem paciência, para as filas, estão sempre com pressa. Discutem uns com os outros. Chegaram a perguntar-me se não havia ninguém para gerenciar as filas. Realmente as pessoas não sabem ficar nas filas como deve ser, ficam ou em roda, ou todos ao molho, ou fazem fila única. Complicam tanto! Hoje um cliente colocou no tapete duas paletes de leite, por cima meteu duas caixas de cervejas. Eu já andava mal do braço, mas não tinha outra solução se não pegar numa caixa, para depois chegar à outra. Mas estava tão alta, que tive de fazer um esforço extra. Era uma questão de bom senso, não deixar daquela forma! Agora estou cheia de dores no braço e no ombro direito, tendo já passado quase duas horas. Espero  recuperar, porque não é boa altura para baixas! Depois é o distanciamento, é preciso estar sempre, sempre a pedir, porque as pessoas não o fazem por sua conta. É certo que há pessoas que cumprem, mas as que não cumprem, ainda são algumas! Haja sa...

O tapete está todo molhado

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Aqui há uns dias quando chamei uma cliente, nem reparei que o tapete estava  sujo de farinha. E ela pediu, com razão, para limpar o tapete. Aliás, eu queria mesmo era poder, desinfetar o tapete a cada cliente. Entretanto, um dia destes, tinha eu todo o posto de trabalho bem limpinho e higienizado, quando chega uma cliente, e começa logo a reclamar porque o tapete estava molhado. Digo-lhe que está desinfetado, mas a cliente insistia para que o secasse. No entanto, mesmo antes que eu pegasse em algo para o secar, ele secou, porque os produtos que usamos na desinfeção secam rápido! Os clientes são muito diferentes uns dos outros, o que uns querem ou apreciam, outros não querem. O melhor é fazer o que é suposto e deixar o resto! É impossivel agradar a todos!

Dias melhores virão

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Mesmo com a pandemia, com a resistência que alguns clientes têm em respeitar as regras, não deixo de gostar deste trabalho, consigo encontrar sempre alguma coisa, que me faz querer continuar. Mesmo porque, até esta pandemia há de ter os dias contados, e tudo há de voltar a um normal, até melhor que antes!

Por vezes ficamos sem palavras

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Um senhor está ao telemóvel, e vai colocando as compras com uma mão e segurando o aparelho com a outra, levando mais tempo, além de não me responder se quer saco, e, aparentemente não tendo onde colocar as compras. Já estão outras pessoas na fila. Prossigo e pergunto se tem cartão continente. O senhor tapa o som do telemóvel, pisca-me o olho e diz "espere terminar só esta chamada porque o cartão continente está na aplicação!"

O primeiro destaque de 2021

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Agradecida por este destaque, espero que tenha dado para, pelo menos, por as pessoas a pensarem no assunto, e quem sabe a perceberem o porquê de em fase de confinamento, não irem em grupo ás compras!

Ler antes de mexer...

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Este cartaz com estas informações, existe um em cada caixa, colado no fundo do tapete. Uma vez, um cliente achou que aquilo era o separador do cliente seguinte , e arrancou-o de lá depois de puxar com toda a força! Quando eu disse que não podia tirar aquilo dali, teve a lata de responder que já estava a descolado!

Hábitos errados que tive esperança que a pandemia corrigisse

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Alguns   hábitos errados  que tive esperança que a pandemia corrigisse ou melhorasse: Para abrir os sacos as pessoas lambiam o dedo na  boca -  diminuiu mas não foi totalmente erradicado! Para contar notas, também lambiam os dedos - ainda se pratica, mas muito menos. Os clientes sem compras passarem pela linha de caixas , causando incomodo a quem está a ser atendido porque tem de chegar o carrinho, quando podiam sair pela  saída sem compras - infelizmente mesmo com a pandemia, ainda o fazem! Era só quando já estavam  a ser atendidos na caixa, que se lembravam de ir imprimir os cupões , quando passam pela máquina à entrada - continua igual, e empatam os outros. Esquecem-se dos sacos no carro , e deixam-me a operadora em piloto automático para os irem buscar - ainda acontece demasiadas vezes! O cliente seguinte ficar atrás da pessoa que estava a marcar o código do multibanco - felizmente este hábito foi quase totalmente erradicad...

As pessoas continuam a ir em grupo às compras

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Quando termino o atendimento a um cliente e chamo o próximo, aparecem logo três pessoas adultas e  uma velhota. Educadamente peço-lhe para aguardar um pouco, porque ela própria tinha os seus artigos. Ela responde "ah esta gente é minha, não faz mal"! É aí que o neto responde " mas tens de respeitar, avó"! Isto tudo para dizer, que mesmo em pleno 2° confinamento, as pessoas continuam a ir às compras em grupo, e os velhotes não ficam em casa, mesmo os que têm quem lhes faça as compras!

Pergunta para 0,38€

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Posso ir só ali ao multibanco pagar uma conta, enquanto você me regista as compras? Resposta que deveria dar : Claro que não, então as compras não se arrumam sozinhas e há mais pessoas à espera. Resposta que dei : não convém...

A importância do acrílico na pandemia

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Devido ao covid-19, estamos num ponto da situação onde o acrílico é um dos nossos maiores aliados e protectores  nas lojas, hotéis, supermercados, serviços e até na praia! Mas do que vale tanto investimento neste produto, se depois  os clientes não o  respeitam !? Dão encontrões, tentam contornar, invadir, seja à volta seja por cima. Parece que o produto para eles é invisível ou sem importância! O acrílico, tem importância semelhante ao álcool gel, à máscara e até ao distanciamento. Tudo isto junto forma um melhor escudo protetor!

Todos por todos - Continente

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As pessoas estudam as 1001 maneiras de contornem as regras

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Com muitos "ses" e "mas" Mesmo com o acrílico,  com a tudo sinalizado, mesmo avisando no som do supermercado, na rádio continente, muitos clientes não aceitam ou não respeitam as regras.  As pessoas simplesmente não querem ouvir, não querem ler, nem os cartazes que estão pendurados, os panfletos que estão mesmo ao nível da sua vista, ou mesmo os autocolantes que estão no chão. A  fase do "ah não sabia, para a próxima já sei!" - Já não faz sentido! Mesmo porque damos conta das mesmas pessoas a cometerem os mesmos abusos, com as mesmas desculpas! Primeiro se pedíamos para pagar pela janela do acrílico, perguntavam se o vírus por ali não passava. Como a dita janela é tão apertadinha, deixei  de fazer pressão para que a usem! Por vezes até atiram artigos por cima do acrílico. Se pedimos para colocarem os artigos atrás da zona verde para haver mais distanciamento, protestam! Se há um vidro à frente para não entregarem os produt...

Cada macaco no seu galho, cada funcionário no seu posto

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Já aqui tenho escrevido sobre o facto de muitos clientes não quererem respeitar regras, desta vez, quero relatar sobre as inquietações dos clientes, porque também gosto de os ouvir e tentar perceber. E muitas vezes eles têm as suas razões. E ninguém gosta de esperar e toda a gente vai ao supermercado com muita pressa! O que mais eles perguntam "Porque é que há caixas fechadas quando há tantos clientes nas filas?"  "Porque é que estão três pessoas na frutaria, quando faziam mais falta aqui nas caixas?" "Porque anda aí tanta gente de um lado pro outro nos corredores e não as põem nas caixas?" "Porque é preciso fazer barulho, para que chamem mais alguém para as caixas"!   Claro que para todas estas questões existem respostas. Para o cliente o tempo de chamar mais alguém para a caixa pode parecer imenso porque estão à espera, para quem lá está é o tempo de deixar de fazer o que se estava a fazer e ir até à caixa.  Quando respondo que ca...

Se todos fizermos o que é certo, o caminho será menos longo

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Não sei se foi impressão minha,  coincidência ou sorte, mas hoje, o meu turno correu muito bem. Gente simpática, ordeira, cumpridora das regras. Será que com este novo confinamento, as pessoas estão mais convencidas que é melhor seguir as regras, para que não aconteça o supermercado fechar, como está a acontecer com outros serviços!? Também é bom para nós quando as coisas correm bem, pois já andamos um bocado saturados das lutas diárias, com o distanciamento, o nariz para fora da máscara, o desrespeito pelo acrílico... Bom sábado, e tentem ficar em casa!

Lista dos vencedores dos Blogzillas do Ano 2020

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Parabéns aos vencedores, e obrigada aos organizadores deste certame pela iniciativa, que mostrou que os blogues da escrita ainda estão para durar! O blogue [A lupa de alguém] não foi vencedor, mas esteve nomeado, o que também foi muito positivo!

O velhote teimoso e chato

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Um velhote teimou que tinha deixado um cupão em cima do tapete, disse-me que eu o tinha. Tirou tudo dos bolsos para me provar que não estava com ele, mas sim comigo. Pedi a uma colega para reimprimir, passei o cupão e a situação ficou resolvida. Mas, uma hora depois achou o cupão e foi lá o entregar. Digo-lhe que agora já não era preciso, mas ele disse:  "mas tem de ficar aí com ele"! Para que o caso ficasse realmente resolvido, disse-lhe " está bem"! Daí por uns minutos, voltou à minha caixa para me dizer que as colegas do Mini-preço tinham dito que o cartão  Mini-preço também dava para usar no continente. Primeiro ainda lhe disse que não dava, mas como ele não saia dali e teimava, deixei-o ir com a sua razão! Nesse dia, foi lá ao supermercado só durante a manhã umas 4 vezes!

Este blogue completa hoje 13 anos de existência

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O número 13 para mim, não é número de azar, por isso espero que para o blogue também não seja! É inacreditável como já passaram treze anos desta escrita, desta partilha. Ultimamente os acontecimentos em tempo de pandemia têm sido difíceis para mim enquanto operadora de caixa, mas ricos em histórias para a  blogger,  em desabafos, muitos deles tristes, mas que têm de ser partilhados, nem que seja para que as pessoas vejam como esta pandemia os está a tornar, para que reflictam nas figurinhas que andam a fazer. Pode ser que pelo menos alguns repensem os seus comportamentos! Obrigada aos leitores, críticos, apoiantes, clientes, e, principalmente colegas de trabalho que têm paciência para esta leitura! Obrigada também à Sapolândia pela estadia! Parabéns LUPA!

Ano novo, atitudes velhas

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Hoje, dia 5 de janeiro de 2021, o supermercado esteve cheio de gente, pelo menos até eu conseguir sair. Claro que é bom para a empresa, mas não é habitual a uma terça-feira, parecia um sábado. E quando há muita gente, há pouca paciência, há pouca tolerância, há muita pressa. E quando há pressa, esquecem-se que continuamos em contexto de pandemia com as regras habituais, ou que,  já deveriam ser, mais que  habituais e normais para esta época, mas não! Continuam a não querer respeitar as regras, e a cada um, impor e decidir  as suas! Disse a um cliente que ia a sair com aqueles carrinhos/cestos vermelhos que não os podiam levar à rua, e ele respondeu: " ah então, você venha atrás de mim !" A senhora que eu estava a atender e outra que estava noutra caixa, ficaram surpreendidas e indignadas com a falta de civismo e falta educação do homem. Mas, até eu telefonar, atenderem, e se chamar o segurança, o homem já estaria na rua. Depois é o acrílico. Parece que...

A limpeza do tapete rolante

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Uma das coisa que para mim  é  essencial, é manter todo o posto de  trabalho, principalmente o tapete de receção de artigos e o local de embalamento, limpos. Aliás, até já recebi elogios de alguns clientes que reparam nisso. Mas agora já não podemos usar uns paninhos brancos que vinham em rolos, que eram ótimos  para isso. Agora tempos de limpar com uns papeis zigzag. E, claro não é eficaz. Deixa tudo sujo. Imaginem limpar com papeis molho de peixe amanhado com pó da terra que trazem as batatas. Ficam tudo sujo, os tapetes, as nossas mãos, é horrível, toda aquela sujidade! Mas enfim, são regras. Sempre respeitei todas, só mesmo esta me incomoda um pouco, pois gostava de continuar a ter tudo num brinquinho, e assim é complicado! Um stresse!

Devia de ser proibido falar ao telemóvel durante o atendimento

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No dia 30, um cliente ia colocando os seus produtos no tapete ao mesmo tempo que ia falando ao telemóvel. Uma conversa de pura cusquice e nada urgente. Mesmo assim, foi empatando, porque, não se consegue fazer as duas coisas bem, ao mesmo tempo. Depois continuou no mesmo ritmo do outro lado, enquanto arrumava as compras. Comecei a ficar preocupada, pois foi num momento em que eu nem conseguia ver o fim da fila, tal não era o aglomerado de gente. Quando peço o cartão continente para dar continuidade ao atendimento, faz-me sinal para que espere, como quem diz " não vê que estou ocupado", ignorando os sinais do senhor, repeti em voz amais alta "o cartão continente tem?", ele tapa a parte da voz do telemóvel e responde "estou ao telemóvel" ao que eu respondo" pois, mas  isso é que não pode ser! Há pessoas à espera" É quando ele diz à pessoa que já lhe liga. E ainda vai ativar a aplicação para chegar ao cartão continente. A pessoa que estava a seguir ...