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A mostrar mensagens de dezembro, 2024

Depois de um dia movimentado, um dia calmo...

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O dia 24 de dezembro, foi bastante movimentado. O tempo até parece passar mais depressa, mas ver pessoas com pressa, algumas impacientes, ver egoísmo, enfim... Mas depois também há aquelas pessoas, mais tranquilas, com palavras bonitas, com paciência. O que me pode incomodar não é a multidão, as compras, o supermercado<do cheio, é mesmo a falta de paciência, a falta de civismo, a falta de  passividade! Hoje dia 26,  julguei que por ter havido um dia com o supermercado fechado, iriam todos lá parar, mas não! Foi um dia estranhamento calmo, com poucos clientes e sem a azafama da época! Agora é aguardar pela próxima festividade, esperando que seja, feliz e tranquila! Que as pessoas estejam com mais calma!

Boas festas

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Falta de sintonia

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A nossa caixa registadora, apesar de ser tátil, inteligente, não é um computador. Os preços não estão lá todos, temos apenas, cerca de  meia dúzia de artigos, para facilitar. Temos, por exemplo, as garrafas de gás, sacas de ração de 20 quilos, lenhas e pouco mais. Já tivemos os garrafões da água, mas depois foi retirado, e foi nos pedido para que os clientes coloquem , pelo menos,  um garrafão, no caso de termos de multiplicar, e claro que nos foi explicado o motivo. Então é assim que nós temos de fazer. Até pode haver outras lojas das nossas, que não façam assim, porque cada gerente, gere como acha melhor. Na minha opinião, está bem assim, é muito mais fácil de controlar. Sei que noutros supermercados concorrentes, os operadores dizem logo, que não é preciso colocar os garrafões, ou até outros artigos. O problema é que mesmo no supermercado onde trabalho, há quem tenha os códigos das águas e diga logo aos clientes, para não os colocarem no tapete, ora isso, gera confusão...

Mais do mesmo

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Lá vinha uma cliente que depois de tirar os artigos, passa com os sacos em balão para o outro lado, levanto-me para os verificar e ela diz: "Então? estes sacos já estão pagos!" Ao que eu respondo:" Sim, mas preciso de confirmar se estão vazios!" De forma inesperada, agarra nos sacos tira-os rapidamente para cima do tapete diz "que gente desconfiada"! Sabem o que havia lá? Uma caixa de acendalhas! E depois nós é que somos desconfiados. Acredito que tenha sido sem querer, mas pode acontecer. Ela só disse "pronto, pronto!" Deveria haver uma forma de evitar estas situações, uma forma universal, tipo um lugar onde as pessoas tivessem de passar os sacos, algo semelhante ao que acontece nos aeroportos para passarem as malas de viagem,   pois é que é chato para nós termos de fiscalizar, e ainda sermos  mal compreendidos ! Mas até se arranjar esta forma, será que podem trazer os sacos de forma a que se perceba que estão vazios!? Ou mostrando ou os tra...

O cliente que queria ter uma reunião

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Estou a atender um cliente que trás um artigo que é necessário ser retificado o preço. Pergunto ao cliente seguinte se ele pode aguardar só um bocadinho, porque sabia que seria algo rápido de resolver. O cliente, aparentemente muito zangado, responde:" A sério ? Não me diga!Logo agora que estou em cima da hora para  para uma reunião de trabalho!" Ao que eu respondo: " Então eu ponho a conta em espera e..." É quando ele me diz:" Calma, eu estava a brincar! Eu espero sem problema!" Foi um alívio, e a situação foi logo resolvida e o cliente seguinte atendido. Já que ele estava a brincar, também me despedi, dizendo! "Obrigada, bom dia e boa reunião!" É então que ele responde, com alguma amargura: "Antes fosse, antes fosse!" Fiquei sem saber o que responder, pois pensei que se certamente, estaria  sem trabalho!

A falta de paciência, a falta de tempo, a pressa

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Já é habitual  as pessoas andarem sempre com muita pressa, e nesta época, a pressa ainda aumenta mais . Quando tenho clientes com mais idade, tento sempre ter o cuidado de andar ao ritmo do cliente, e ajudar no que for preciso, principalmente, quando são aqueles clientes castiços, e simpáticos. Um senhor,  estava a fazer o pagamento com multibanco, mas estava atrapalhado, então eu estava a explicar ao senhor devagarinho, como ele tinha de fazer, e o cliente que estava a seguir disse "tanto conversa"! Ao que eu respondo "mas, o senhor está na vez dele! "Responde ainda:" pois é, mas eu estou cheio de pressa!" Não respondi, ignorei, e prossegui . E o velhote ainda pediu desculpa a este!

O cliente PROCLINADO

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Aí este cliente, é tão chato, tem a mania de se pendurar sobre o visor, dificultando-me a visão do ecrã. Da última vez, pedi-lhe que me deixasse ver o ecrã,  mas ele tirou os braços e ficou com os cotovelos em cima. Desisto, é respirar fundo e ignorar!

Posso esquecer uma cara, mas não a situação

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A semana passada esteve lá um casal a fazer as suas compras. Quando iam pagar, pediram para eu descontar os 27€ do saldo do cartão continente. No entanto, o cartão não tinha qualquer saldo! Cuidadosamente digo ao senhor, que não tinha saldo no cartão e ele responde que tinha esse valor, pois tinha acumulado através de um cupão de 10%  na wells na compra dos  óculos e aponta para os seus óculos novos. Meramente, por  acaso, eu  sabia que existia esse cupão. Pedi um momento, liguei para o balcão de informação, onde me disseram que o senhor teria de se dirigir à Wells para ver o que se passava. Comuniquei ao senhor, e disse-lhe que nesta conta não era possível fazer o desconto, mas que lá o iam ajudar a perceber o que se passava. O senhor foi à loja e da minha caixa, consegui ver que alguém o estava a ajudar. A esposa ficou à porta com o carrinho das compras. O senhor saiu da loja e foi falar com a esposa, e também me veio dizer, que o cupão não foi passado na altura da...

Clientes que não recebem cupões pelo correio

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O  supermercado onde trabalho, é um supermercado de média dimensão, uma cidade, rodeada de vilas e aldeias e até montes. Há pessoas ligadas ao meio rural, que vivem em locais ermos e distantes, tipo  onde judas perdeu as botas . As pessoas mais novas, com automóveis e meios de deslocação e com conhecimento de tecnologias,  que apenas gostam de estar em contacto com a natureza, não têm certamente problemas. Mas depois há os velhotes, que sempre aqui escrevo sobre eles, e por tenho empatia. Estas pessoas recebem os cupões do continente pelo correio. Acontece, que na zona, os carteiros parecem ser escassos, e ainda costumam fazer greve. Então, estas pessoas estão muito tempo, além de isoladas, sem correspondência.  Um dia destes,  um velhote habitual, confessou-me que não recebeu a carta da eletricidade para pagar, então cotaram-lhe a luz e teve de pagar para regularizar a situação. É triste que isto aconteça com as pessoas. É que a falta d...

Mais uma pergunta estranha de uma cliente

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Mais uma pergunta estúpida, para cobrar 0,38€ Desta vez, andava eu a fazer as minhas compras, depois de ter saído do trabalho, não estava fardada, eu nunca ou raramente faço as minhas compras fardada. A maioria das vezes estou com pressa. Mesmo assim, uma cliente que certamente me conhece, vem ter comigo com um rolo de cozinha e pergunta: "Ouça lá , pode me dizer quanto é que isto pesa!?" Se pelo menos fosse uma pergunta com lógica, normal, tipo o preço, ou marca, os metros que tinha,  mas não, tinha que ser criativa, além de estar a abordar-me quando nem estava a trabalhar!

O cliente lesiona

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Talvez , o facto de ter fibromialgia me torne mais sensível, talvez se o cliente não pensasse só na sua comunidade para entregar os pesos pela frente em vez de os colocar sobre o tapete, ou os levantar ele próprio, minimizasse os danos que podem causar, inclusive as pessoas sem problemas. Estes gestos provocam danos, e podem levar o trabalhador a se lesionar e a por baixa! Já me lesionei nas costas, no ombro, e principalmente no pescoço devido à teimosia dos clientes! O tapete rolante serve justamente para facilitar , para ajudar principalmente em artigos pesados!

O mês de dezembro está a começar

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Há situações que não dependem de nós, mas que nos afetam. Então, neste dia as coisas até estavam a funcionar, mas num ritmo mais lento. A culpa não era nossa, era do sistema. a maioria dos clientes mostrava-se compreensiva, mas havia sempre uma ou outra pessoa, que reclamava. Fico um pouco stressada se vejo as pessoas á espera, e as coisas estarem num ritmo mais lento. Resolvi lembrar-me de uma voz amiga que me ensinou a pensar assim: "O que está a acontecer, é por minha causa? Não! Posso fazer alguma coisa para mudar a situação? Não! Se ficar mais stressada, as coisas avançam mais depressa? Não!" Durante algum tempo recordei isto e consegui estar tranquila. Depois o sistema melhorava, depois voltava ao mesmo, ou seja, com altos e baixos. Acreditem que  é também complicado para nós, trabalhar assim! Esperemos que isto tenha sido um episódio isolado, já que dezembro é o mês mais agitado do ano , no supermercado, pela minha experiência!