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A mostrar mensagens de julho, 2016
Tudo em grande
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Estive num grande, grande continente. Nada a ver com o "meu" continente modelo. O que mais me impressionou foi o sistema de filas únicas e como as pessoas as escolhem, já que também existe o sistema, a que eu chamo normal... Neste continente até os carrinhos/cestos são diferentes, mais modernos! É um mundo tão diferente.
Hoje "a minha lupa" está nostálgica
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Corria o ano de 2009, quando este blogue teve um dos seus primeiros momentos de "fama". Um programa de rádio, na antena1, com Pedro rolo Duarte. Ouvir este programa, deixou-me tão feliz! Gostei do que foi dito, gostei daquela música, gostei da inspiradora voz do locutor... Na altura, pouco entendia de fazer vídeos, e esta foi a forma que consegui fazer. Peguei no áudio, busquei umas imagens do blogue, e foi o que deu...
O senhor que se esqueceu do código do multibanco
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Um cliente habitual (entre os 55/60 anos) marcava o código e a mensagem era sempre a mesma "código errado", mas o senhor insistia que era aquele código. Eu disse-lhe para ter atenção porque ao fim de tantas tentativas se fosse ao multibanco ficava lá o cartão. O senhor começou a ficar atrapalhado e preocupado e ao mesmo tempo incomodado porque quem estava na fila olhava para ele, talvez porque estavam com pressa, ou até com pena do senhor. Coloquei a conta do senhor em espera, e guardei-lhe o carrinho das compras, enquanto o senhor procurava uma solução. Entretanto, o senhor foi à caixa do multibanco e o cartão, tal como eu suspeitava, ficou lá dentro. Veio me dizer que tinha de ir a casa. Um dos senhores que estava na fila, quis ter graça e disse "não deve é de ter lá dinheiro", claro que o defendi, pois do que conhecia daquele cliente, sabia que não era esse o caso ... Voltou tempo depois com o dinheiro e disse que tinha trocado os pares de dígit...
Nós não somos robôs de registar
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Eu sei que andamos todos sempre com pressa, e que é complicado fazer tantas tarefas, quando há sempre entraves. É que hoje, foi difícil conseguir sair do meu posto de trabalho. Mesmo com a caixa fechada, e já a limpar o tapete e a arrumar as coisas para sair, fui interpelada aí umas 5 vezes por clientes a pedirem que os atendesse. É que nem havia grandes filas...e depois, para atender um, teria de atender a todos. O que daria quase mais uma meia hora de trabalho, se tudo corresse bem, se não houvesse um artigo a passar mal, outro sem o código... É que até é constrangedor para mim, estar sempre a dizer que já fechei a caixa, que não posso atender, nem que seja só meia dúzia de artigos. E depois ficam ofendidos e fazem aquele olhar do gato das botas , a ver se mudamos de ideias. Porque será que as pessoas não entendem, que nós não somos robôs de registar, somos humanos temos horários, temos fome, temos necessidades fisiológicas, temos outras tarefas para fazer, se já cumprimos aquela...
Será que também há pokémons no supermercado!?
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Já na caixa estavam um grupo de amigos de várias idades. Um deles, mais velho, pede a um dos mais novos para ir buscar uma garrafa de água. O rapaz demora um pouco, e outro deles diz : " Oh, foi para zona das águas!? Ainda se perde por lá à procura de algum pokémon!" Daí a pouco, o rapaz chega com a garrafa da água e a mexer no telemóvel! Fiquei a pensar, que, se calhar, o rapaz andava mesmo à procura das ditas criaturas! Será que também há pokémons no supermercado!? Se houver, aproveitem, porque, por enquanto, ainda não têm código de barras, e são para já, grátis!
Brincar com os legumes e com a língua portuguesa
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Há um casal que costuma ir habitualmente ao supermercado, vão sempre animados, apesar de, já me terem dito que não têm uma vida fácil. Desta ultima vez levavam legumes. Eu registei tomates e o senhor disse "não me amasse os tomates", depois registei um pepino e ele "não me esfole o pepino"! E a esposa sorria... São brincadeiras inofensivas, com o devido respeito, que fazem bons momentos. Mas, nem todos os clientes têm esta capacidade... Estes são especiais!
Nós, não estamos habituados a ver esta situação
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Como de costume, nesta altura do ano, já chegaram os sotaques, ou melhor os emigrantes. A língua francesa, principalmente, já se ouve nos corredores e linha de caixa do supermercado, onde trabalho. Hoje um casal já habitual, observou uma situação com emigrantes, e comentaram-na comigo. Disseram-me que era um jovem casal português a falar francês (acho que os ouviram a falar as duas línguas). Tinham uma criança com eles que deveria ter uns dois anitos. Acontece que o dito casal, deixou a criança sentada no carrinho sozinha num corredor, enquanto eles, os pais, andavam em outros corredores, longe da criança. Esta senhora, que falava comigo, até me disse que teve de desviar o carrinho da criança para passar e os pais completamente alheios a tudo. A mulher ainda me disse, que ela bem poderia ter levado o carrinho com a criança dali para fora, que eles nem se dariam conta! Entretanto, consegui ver o dito casal e a criança, que me pareceram, bem tranquilos. Disto eu tiro pelo menos ...
Que tal começar pelo início!?
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Uma senhora entra no supermercado, escolhe os artigos que pretende levar, coloca-os no carrinho. Dirige-se para a linha de caixas. Coloca os artigos no tapete. Pergunto se vai precisar de sacos, responde:" não, tenho sacos no carro"! Vou registando os artigos que vão ficando do lado de saída. A cliente não está a arrumar as compras, está a mexer no telemóvel. Como existe a aplicação do continente, suponho que esteja á procura de algum desconto em código para me dizer. Quando lhe pergunto se tem cupões. Responde-me que os vai imprimir á máquina. A máquina está um pouco longe da minha vista, mas vejo perfeitamente a senhora imprimir os cupões e sair para a rua. Não posso colocar a conta em espera e atender o cliente seguinte, porque tenho toda a área cheia de artigos, e o cliente seguinte, também tem muitas coisas. Se calhar, dou meia volta e coloco eu as compras de volta no carrinho da cliente - pensei . Mas onde se meteu a cliente, será que desistiu e não disse nada!? Nada...
De quem é o dever!?
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A propósito das cadernetas dos "Angry Birds", uma cliente, uma senhora ainda nova, em vez de me entregar a caderneta preenchida para levar o peluche, entrega-me a caderneta com uns selos colados e os restantes ainda dentro das saquetas. Vou registando as compras e coloco o peluche de lado. Digo-lhe que a caderneta não está completa, ao que a senhora me responde:" Sim, mas estão aí, pode colá-los"! Isto num dia com filas. Respondo que só pode levar o peluche com a caderneta preenchida e a senhora insiste: "Então mas não pode colar você!?" Volto a dizer, que é o cliente que tem de entregar a caderneta preenchida. Responde-me "então tem de esperar". Digo-lhe: " Não posso ficar à espera, a senhora preenche a caderneta enquanto eu vou atendendo, e depois quando estiver, eu registo o peluche"! A senhora paga as compras e fica lá na ponta a colar os selos insatisfeita! Uma senhora na fila começa a abanar-se e a dizer: " Isto até m...
Tempo para aprender
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Eu não estava sozinha na caixa, estava com uma menina, que estava a aprender o ofício... Então, alguns clientes, quando viam que estava uma pessoa a aprender, pressupunham que iam demorar mais um bocadinho, afastavam-se e procuravam outra caixa; outros até iam lá à minha caixa e diziam palavras de incentivo à nova operadora. Uma cliente, já habitual e sempre amável, disse-me:" Então hoje está de professora?!" Houve também um senhor que, talvez por ver que a moça era muito novinha, desejou que para ela, aquele trabalho fosse apenas temporário. É curioso como as pessoas são tão diferentes umas das outros. E ainda bem, que é assim.