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A mostrar mensagens de abril, 2021

Fazer sala na caixa

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Normalmente as pessoas vão ao supermercado com pressa. É algo que acontece muito e que já desisti de entender porquê. Mas também é facto que essa pressa só se nota mais nas filas, porque quando se anda de corredor em correr, quando se encontra alguém conhecido,  para conversar um pouco,  o tempo aí não é escasso. No entanto, o que vejo acontecer diversas vezes e me chega a incomodar, é o tempo que os clientes demoram para pagar e sair da caixa, para desocupar o tapete de saída: Demoram  que tempos para abrir  a carteira, que depois não era aquela, arrumam uma , retiram outra. Entretanto há uma carteira para moedas, outra para cupões, outra cartões. Também há uma carteira que tem lá de tudo, mas que não se acha nada! Depois acontece que não se acha o cartão continente, e é preciso tirar tudo de dentro da mala, mas afinal estava no bolso do casaco porque o tinha utilizado para imprimir os cupões à entrada! De seguida, se peço trocos, logo me arrependo, porque...

Dia da segurança e saúdo no trabalho

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Cá estou novamente para relembrar que este é o dia da segurança e saúde no trabalho. Agora, devido à pandemia, é ainda mais importante que se assinale este dia.  Mais do que nunca, a sensibilização para a adoção de práticas seguras no local de trabalho é importante e pode até salvar vidas. Na minha perspectiva, de  operadora  de caixa, há medidas que são essenciais continuar a ter em conta, nomeadamente o levantamento e movimentação de pesos, o distanciamento social, o uso da máscara, a lavagem das mãos e o álcool gel ( medidas de higiene), o respeito pelos espaços (não invadir para além das barreiras acrílicas), o respeito pela sinalética . Nós trabalhadores estamos na linha da frente, os clientes precisam de nós e nós precisamos dos clientes, por isso é uma missão em conjunto!

O que vale mais:? Aquilo que é falado ou o que está escrito!?

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É frequente, quando fazemos algum pedido a um cliente ou chamamos atenção por algum incumprimento, eles dizerem: "e onde é que isso está escrito?". É muito bom quando conseguimos argumentar com algo que está  escrito, mesmo que seja em forma de recado, em cartaz, panfleto, pois quando apenas referimos ser norma da empresa o caso fica bem mais difícil de argumentar! Muitas vezes eles nem lêem a sinalética, mas se ela lá estiver, podemos apontar, reforçar! É algo que sustenta aquilo que falamos! Por exemplo, muitos clientes têm o hábito de passar com o fundo do carrinho com os sacos que trazem de casa, todos abertos, ou em monte, temos de pedir para que os mostrem. Muitos não gostam desse pedido e "torcem o nariz". Claro que se os mostrassem ou os levassem de forma a que não existisse qualquer suspeita, não teríamos de pedir. É que muitos não entendem, ou não querem entender o motivo do nosso pedido, e dizem que já os pagaram, ou que até nem os compraram...

Água continente

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Estou a atender um senhor, que levava um garrafão de água da marca continente no carrinho, como é hábito já sabermos o código, o senhor apenas me informou que levava lá a agua. Mas eu disse-lhe que aquela água era diferente e que não tinha o código. O senhor insistiu "mas é da marca continente" Eu digo: "mas essa é diferente, é alcalina"! Ao que ele responde: "mas não é para beber"!?

Usar a máscara suja e com o nariz de fora

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Num destes dias um velhote que tinha a máscara bastante suja e ainda o nariz de fora, pediu a uma senhora se o deixava passar só para pagar o pão. Ela acedeu. De seguida perguntou-me onde estava o segurança para lhe perguntar porque deixou o senhor entrar com a máscara naquele estado. Disse também que a máscara devia de estar cheia de baterias, e que além de ser prejudicial para a própria pessoa também contaminava os outros com quem se cruzava! É uma verdade, aparecem montes de vezes pessoas com as máscaras sujas, já para não falar do nariz de fora. Certa vez, disse a uma velhota para que tinha o nariz de fora e ela respondeu que era asmática, e fiquei sem saber o que responder; outra vez disse a um velhote, e ele olhou-me com ar de zangado! Também já uma senhora disse que os velhotes já lhes falta o dinheiro para medicamentos e comida quanto mais para máscaras. No entanto, creio que em alguns casos, seja mesmo desleixo, falta de cuidado, falta de informação! Realmente é mesmo...

"Eles" não dormem, andam sempre por aí...

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Continua esta invasão de espaço, esta falta de respeito pelo acrílico, os fura-acrílicos, não nos dão descanso! Já não sei onde esconder o meu  álcool gel. Porque será que está ali um acrílico? Porque será que a empresa investiu na colocação de barreiras acrílicas? Para ficar bonito!? Não! é para não ser transposto! Até para passarem o cartão continente enfiam-se por ali a dentro, quando podiam passar do lado de fora. É que assim, prefiro passar eu o cartão do que ter de levar com a invasão.

Amuam o resto do tempo

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Quando se chama atenção do cliente por alguma coisa que não esteja de acordo com as regras, distanciamento ou algo do género, alguns amuam o resto do tempo! Ficam de trombas, atiram os artigos à bruta, respondem mal ou nem respondem! E eu fico tão cínica, tão simpática nestas alturas!

Podiam apenas responder não!

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Terminou a campanha de angariação de alimentos para a cruz vermelha. Muitas pessoas, que observam de fora, não tem noção do que nós tivemos de ouvir, sentir,  ultrapassar, com tudo isto. Não é fácil, além de todas as nossas tarefas, ainda termos de pedir aos clientes se querem contribuir. Quando muitas pessoas tinham era  pressa, e nem ouviam até ao fim. E depois, há as pessoas que contribuem com ou até dois artigos, as pessoas que até contribuem com o cabaz inteiro, as pessoas que dizem NÃO e as pessoas que aproveitam o momento para criticar, para irem buscar histórias, que verdadeiras ou não, nós ali, não  teríamos que as ouvir, as engolir, mas já que estamos a dar a cara, que remédio! Eu contribui , pois mesmo que algumas histórias sejam verdadeiras, mesmo que não seja tudo perfeito, pelo menos fiz a minha parte, e fiz achando que estava a ajudar alguém que precisa, porque não sei se também eu poderei vir a precisar!

O continente é considerado um sítio seguro

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Estou a atender um casal, já está outro cliente com os artigos sobre o tapete do outro lado, quando mais um avança. Peço-lhe que aguarde. Pergunta porquê! Respondo: para manter o distanciamento! Então responde-me: "ah mas no intermaché, já não ninguém faz isso!" Ao que eu respondo: "pois é coitados, mas o continente é um sitio seguro!" E depois mostrei-lhe o "nosso" selo covid safe e disse-lhe que o outro supermercado não o tinha conquistado! «A marca “Covid Safe” é apenas atribuída a organizações que respeitem as orientações da Direcção-Geral da Saúde (DGS), da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) e da Organização Internacional de Trabalho (OIT).» Ainda esta manhã precisei de ir a um  intermaché, e constatei isso! A pessoa que estava atrás de mim, nem me deixou pagar em paz, nem retirar os artigos, veio logo encostar-se! E ninguém (funcionário) disse nada! Mas eu disse e olhei-a nos olhos! Felizmente no continente o distanciamento é obrigatório!...

Clientes flexíveis como os gatos e com bichos carpinteiros

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Os gatos passam por qualquer espaço sem se magoarem. A explicação é que os gatos não têm clavícula , mas sim uma cartilagem  no lugar, que permite que se consigam mover, esticar o corpo e entrar em lugares estreitos.   Os clientes desde que existe o acrílico também se esticam todos, enfiam os braços pela janela, invadem o nosso espaço, estão sempre  furar tudo. Ainda não atingiram, que se há um vidro à frente,  é para não entrar/furar. É que não compreendem, é  uma coisa que incomoda. Tenho uma esferográfica à frente e mesmo estando envolta em acrílico já um cliente a conseguiu  apanhar! Quando o vi com ela pensei: " mas como é que ele a tirou e nem vi"!? Outra coisa, eles parecem ter  bichos carpinteiros, pois também é um desassossego e mexem em tudo, é que há coisas que podem ver com os olhos e não com as mãos. Por exemplo,   tenho um montinho de sacos organizados, e em vez de pedirem, vão lá tirar (para quê, se primeiro tenh...

No dia seguinte, já estou pronta para outra!

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Preciso de clarificar aqui uma situação, devido a um comentário que recebi. Mesmo que por vezes aparente  que são tantas as situações negativas que acontecem que parece que  a qualquer altura vou cair , não é bem assim! Ao fim de tantos anos nisto, já estou vacinada . Apenas fico sentida no momento, mas depois venho para casa, se tiver, tempo e vontade ainda partilho as ocorrências.  Contudo,  no dia seguinte já estou fresca e  pronta para outra!  É tipo uma fénix, que renasce das cinzas. Se partilho as situações não é só para meu desabafo, mas também para que sirva de lição e exemplo a que me lê, ou para quem passa pelo mesmo! Isto porque agora tenho umas quantas colegas que me lêem na página do Facebook, e é tão bom! Por isso eu não preciso de ficar na retaguarda, porque,  como disse alguém, aquilo que não nos mata, fortalece-nos!

Movimentação e levantamento de pesos

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Porque é mesmo preciso um desenho

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Porque algumas  pessoas têm a mania de deixar lixo, quando estão de saída: é cupões que não entregaram, é o talões, senhas das outras seções, para não falar que já uma ou duas vezes deixaram lenços papel amassados! Falta de civismo! Há caixotes do lixo!

Faltava metade dos selos por colar

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Uma senhora traz os copos para trocar pela caderneta. Só que na caderneta faltavam metade dos selos, e, ela não estava à espera que lhos desse da actual conta para colar, ela já os tinha, só que, não sei porquê, não os colou. Quando eu disse mas faltam selos, ela deu-me um montinho deles e disse. "estão aqui é só cola-los"! Estava a mandar-me colá-los!? Com filas de gente à espera!? Ao ver a lata da senhora, respondi "mas nós só aceitamos a caderneta com os selos já colados!" Ficou irritada, colou os selos , e meteu um completamente fora do sitio, só para me atingir. Que vontade de a mandar pastar!

Cruz vermelha e continente juntos na angariação de alimentos

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Mais uma campanha para angariar alimentos sem os habituais voluntários. "A Missão Continente, parceiro fiel de longa data da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), volta a juntar-se à campanha de angariação de alimentos, através da venda de vales de bens essenciais. De dia 10 até 19 de abril, decorre uma campanha de venda de vales de bens alimentares em todas as lojas Continente, Meu Super e no Continente Online, cujo valor angariado vai permitir dar resposta ao número crescente de pedidos de ajuda que chegam diariamente por parte de famílias que, por razão da pandemia, se viram em situação de grande fragilidade." Contribua nem que seja só com um artigo, pois fará toda a diferença. Se não quiser contribuir basta dizer "não", não precisa de criticar e desmotivar quem está empenhado na causa. Porque nós operadoras de caixa, já temos tantas tarefas a fazer, e esta mais é uma que fazemos com gosto e dedicação! E lembre que um dia poderá ser você a precisar! Obrigada!

O português quer é "passar por cima"!

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O português é perito em invenções. Aquilo que seria pagamento por encosto (posso encostar?), ou contactlesse, fica logo em: passar por cima!

Talvez tenha conseguido passar a mensagem a UMA pessoa

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Estava a concluir o atendimento a uma cliente, enquanto ela procura o dinheiro na carteira, aproveito para ir limpar/desinfetar  o tapete de saída. Entretanto apanho o dinheiro, e quando digito o valor, o cliente seguinte, estica-se para todo, invadindo o acrílico e coloca um pacote de detergente justamente em cima da gaveta da caixa registadora , que, com o peso, não abre para dar o troco. Eu: - Mas se está aqui este vidro porque não pôs as coisas atrás!? Cliente: - Era para você me passar isso primeiro para ir logo para o carrinho! Eu: Pois mas agora este cliente vai ter de esperar porque a gaveta não abriu. É que é só seguir as regras! O tapete até tem cores, há um vidro e mesmo assim, as pessoas não têm cuidado! Cliente: Pois está bem. Agora já sei! Depois até pediu desculpa por fazer a outra pessoa esperar que viessem abrir a gaveta. Se tudo isto deu para uma pessoa aprender alguma coisa , já fico satisfeita!

Os velhotes e as vacinas...

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Sei que são mais as vezes que partilho situações  negativas do que positivas, porque talvez elas me deixem mais insatisfeita e porque assim consigo dar o feedback ao público de como esta pandemia não deu para "civilizar"  as pessoas, como no inicio todos achávamos, mas para trazer ao de cima, o pior de muitas delas! No entanto, também há dias bons, pessoas sensacionais, humildes, ordeiras, simpáticas. Consigo até dar pela falta de algumas pessoas, consigo até sentir saudades das boas e até divertidas conversas que costumávamos ter. Embora as conversas hoje em dia vão, quase  todas,  parar à pandemia! Ontem, atendi dois casais de velhotes, que são uns queridos. Aquele "olá menina. então como tem passado? Há que tempos que não nos víamos!" Um dos casais apenas não tinha  aparecido, para se resguardar, mas o outro... Quando eu digo que já não os via há muito tempo, a senhora contou-me que "foi o covid"! Então eu pergunto-lhe  se esteve com o...

Este vírus é matreiro

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"Este vírus é matreiro, só ataca as pessoas nas filas para pagar, nos corredores, não faz mal a ninguém!" Já não é a primeira vez que ouço uma frase desde género,  muitos clientes implicam com o facto de só terem de fazer distanciamento nas filas. Certamente queriam um segurança por cada corredor a dar instruções para não estarem próximos. Ou então, se calhar, o ideal era sempre que alguém entrasse no supermercado, ser-lhes colocado um chip, e sempre que uma pessoa se aproximasse demasiado da outra, aquilo apitava  ou dava choque! Até parece que gozam connosco, porque acham incoerente que nas filas tenham de fazer o  distanciamento, e nos corredores ninguém faz. É pena que não percebam que o que estamos a fazer é o nosso trabalho,e que, se cada um fosse responsável, também tinham cuidado nos corredores. Eu, quando estou em modo cliente , se preciso de ir a um corredor onde estão  muitas pessoas, dou a volta, e volto lá depois. Já me...

Pergunta ao da caixa X, responde o da caixa Y

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Estou na caixa número 2. Quando o cliente chega além de o cumprimentar pergunto se precisa de algum saco. Ele responde. A meio do registo , a minha colega de trás pergunta ao cliente dela se ele quer saco, e o meu cliente responde: "já lhe disse que não"! Ao que eu lhe digo: "mas eu não disse nada, a conversa era ali atrás!" Esta situação repete-se vezes sem conta. Tudo culpa das máscaras, das barreiras acrílicas, da rádio do continente e dos sons e barulhos próprios do local. Andamos todos a ficar totós!

Quer número de contribuinte na fatura?

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A imaginação das pessoas/clientes é incrível, nomeadamente na resposta à pergunta: " Quer número de contribuinte na fatura? " A resposta simples e mais correta seria " Sim, o que está associado ao cartão, por favor !" MAS , eles preferem inventar: Está no sistema Já aí/lá está Está incorporado Está no ecrã Então, mas não o está a ver aí!? Está agregado Não é preciso, porque já está automático Está à sua frente Está na ficha Associe esse que está no cartão Está incluído

"Vamos incestar artigos!?"- Pensam eles

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Um destes dias, estava eu a atender um dos últimos clientes do dia, quando este, tendo espaço atrás no tapete, atirou um artigo contra o acrílico. Pensei "oh estou quase a sair, não me vou estar a chatear"! Fingi que não vi. Entretanto, a pessoa repete atirando outra coisa. Respirei fundo, e voltei a não dizer nada! Mas à terceira disse. "Mas o que é isto!? Um cesto de basquetebol!?" Não sei se me percebeu! Pelo menos não repetiu a façanha! Parece que na visão de algumas pessoas, há ali um cesto de basquetebol para incestar artigos!

E que tal esperar a sua vez!?

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Estou a atender os clientes que tenho na minha fila. Uma senhora que está na fila atrás de mim, ao ver-me registar uns copos (da campanha dos selos) à pessoa que estou a atender, pergunta-me  até quando é a campanha. Respondo! Continuo o meu trabalho e a mesma cliente de trás volta a chamar-me para fazer outra pergunta, interrompendo o atendimento que estou a fazer. Ora ela estava noutra caixa, não podia esperar pela sua vez para fazer as suas questões, ainda confessa que estava já a perguntar para depois não se demorar tanto. Isto é de doidos! Não me deixou dar a devida atenção que eu tinha de dar ás pessoas que estavam na minha fila. Qualquer dia tenho uma explosão de nervos e digo alguma coisa que depois me vai lixar, mas é que há pessoas que têm o dom de nos testar a paciência! Falta de noção!  

Feliz Páscoa a todos

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Um aplauso para um cliente!

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Uma cliente trás dois cestinhos daqueles vermelhos com artigos. Está a colar os produtos sobre o tapete, quando pergunto se precisa de saco. É quando se lembra que não tem sacos, mas também não quer comprar, e pede para ir à rua buscar um carrinho - os carrinhos estão no parque. Como aparentemente, não estava muita gente,  lá foi buscar. Eu ia chegando os artigos para o fundo, para dar espaço. Chega um senhor, que percebe que eu estava sozinha. Entretanto a senhora lá chega, começa a colocar os artigos, o telemóvel toca. Pensei que como estava atrasada não ia atender, mas atendeu. E a partir daí, começou a arrumar as compras mais devagar. Eu já tinha registado tudo, aproveitei para limpar o tapete de receção de artigos. Como percebi que a conversa não era urgente e para ver se a pessoa percebia que já estava a empatar demais, perguntei pelo cartão continente. Mas nem me respondeu. Perguntei em voz mais alta. Ela diz à outra pessoa que já lhe liga. Olha para mim e para o outro ...

Cuidem dos vossos artigos

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Já aconteceu, várias vezes os clientes já estarem no tapete de saída com os artigos já registados,e, por descuido os estragaram e depois perguntarem se podem trocar ou ir buscar outro. Por exemplo: Uma senhora estava a arrumar os artigos e falar ao telemóvel ao mesmo tempo e deixou  cair uma embalagem de sopa no chão; Deixar cair uma melancia ; Meter coisas em cima dos ovos e partir os ovos Além de outras situações do género. Era bom que se tivesse mais cuidado, porque há supermercados que não são como o continente,e se estragou e quiser outro, porque não teve cuidado,  tem de pagar dois, e pronto! Um descuido todas podemos de ter, mas não custa ser um pouco mais cauteloso! Escrevo sobre isto porque ultimamente tenho presenciado muitas destas situações!

O ser humano e as ovelhinhas ordeiras

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Porque até os animais são mais ordeiros e respeitam melhor regras e espaços! Dão verdadeiras lições à humanidade, não só em afecto, como em civismo!