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Gente insolente

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Há uma cliente habitual, uma senhora que ainda não se deu conta o estado em que o pais está, por isso continua com as mesmas atitudes incorretas que sempre teve. Só a conheço dali, e parece-me uma pessoa mal formada e teimosa por natureza. Sempre teve o costume de não reparar que existem pessoas à sua volta que não têm que levar com as suas atitudes. Ela leva um trolley, dentro do mesmo tem imensos sacos, alguns em estado lastimosos, leva também um balde, daqueles que as crianças brincam na praia, que mete um saco e depois aí coloca o peixe. Antes da chegada do vírus, depois de a atender, ela ficava a ocupar o tapete com toda a sua tralha, eu chegava a atender umas três pessoas, e ela não saia dali, pois não se despachava e ainda se punha primeiro a confirmar o talão e só depois é que pegava nas tralhas e ia embora.  Agora queria fazer o mesmo só que eu fiquei parada a olhar para ela e disse-me "pode continuar o seu trabalho", ao que eu respondi "não, ...

O diário do dia

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Já aqui vos falei de uma janela de pagamento, uma abertura no acrílico, para as transações. Passo o dia todo a pedir ao cliente para pagar por ali. Alguns aceitam e fazem, mas outros,  ou gozam, ou dizem disparates. Depois acontece que peço ao cliente o cartão continente por ali, ele da-me o cartão e vai para o topo, para me dar o dinheiro. Digo que o dinheiro também é por ali. Ele volta lá e dá-me o dinheiro. Quando dou conta já fugiu outra vez, lá o chamo de novo para entregar os talões. É  o dia todo nisto! Cansa, satura.  Como é que não percebe que tem de ser toda a transação por ali. Sim o "buraco" é pequeno, apertado, pode não concordar, mas pelo menos podia aceitar e cumprir!

Carrinho sem freguês, não guarda vez!

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No início das novas medidas, as pessoas respeitavam, como já aqui referi, mais as regras. Porque ao saberem que havia mais pessoas na rua à espera para entrar, levavam logo os sacos, o carrinho, os cupões. No entanto, já se voltaram a desleixar. Já são capazes de ao meio do registo ou mesmo no fim, irem imprimir cupões, ou pedirem para ir buscar um carrinho, ou irem ao carro buscar sacos, ou ainda irem buscar artigos que se esqueceram. Faz-me confusão isto. Parece que vão parar ao supermercado sem querer, e só se lembram que lá estão, quando estão na fila. Aconteceu uma senhora deixar lá o carrinho e ir buscar algo que se tinha esquecido. Como eu já tinha o tapete vazio, e o carrinho não marca vez, chamei o próximo. Deu tempo desse cliente colocar todas as suas compras no tapete e de eu registar umas duas ou três, quando a cliente do dito carrinho chegou. Começou a reclamar que estava à frente da outra pessoa.  Eu digo que fui eu que chamei. Ela reclama de novo ...

Deu objecto por cima do acrílico

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Uma cliente, queria que eu visse o preço de um creme facial, e como tinha o acrílico à frente, teve a ideia de se colocar em bicos de pés e atirar o creme pela frente. Depois de perceber o meu olhar e recuo, percebeu que tinha feito asneira,  e pediu desculpa! Esta situação até se pode considerar uma distração, um desconhecimento, mas ao mesmo tempo demonstrou uma falta de noção, uma certa falta de civismo...

Se for na desportiva, na brincadeira, aceitam melhor as medidas!?

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O caso não é para brincadeiras, é certo, mas talvez seja uma forma de haver uma melhor aceitação e respeito pelas regras de segurança e saúde!

Só pedimos que respeitem as regras

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Na minha opinião, no início da pandemia, ou por ser novidade ou  por medo do desconhecido, as pessoas/clientes aceitavam e respeitavam melhor as regras que estavam no supermercado, do que hoje em dia. Ultimamente tem sido complicado fazer com que os clientes cumpram as medidas impostas pelo supermercado que são pela segurança e saúde dos clientes e dos funcionários. É desgastante, estar a cada cliente, a chamar atenção, a dizer "aguarde atrás da linha", ou "o pagamento é aqui nesta janela", ou ainda "coloque as compras na zona verde" , e também "não podemos aceitar os produtos em mão, coloque sobre o tapete", e depois ouvir as discordâncias dos clientes, ou porque para eles não muda nada, ou não lhes  faz sentido, e ainda acharem que  como eles dizem, é que está bem. E depois como há colegas mais novos, que estão naquele trabalho de passagem, e que talvez não se esforçam tanto para manter as medidas, e por isso, deixam passar uma  coisa ou  outra...

Mascarados, nem nos conhecemos

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Estava a atender um cliente, a dada altura achei estranho a conversa, porque supostamente não conhecia aquela pessoa de lado algum, mas, afinal conhecia bem a pessoa, só que com máscara não o estava a conhecer! De outra vez foi entre clientes, uma pessoa meteu-se com a cliente que eu estava a atender, e a cliente olhava fixamente para a outra. Entretanto a outra percebeu que não a estava a reconhecer, retirou um pouco a máscara, e depois todos nos rimos da situação! "Ah és tu!" A máscara deixa-nos sem perceber o que os outros dizem, não nos reconhecemos, porque estamos meio mascarados, e ainda nos faz sentir sufocados, mas, temos de nos habituar!