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Queres que o pai pague duas vezes!?

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Estava a atender um jovem pai com a sua filha. A pequena achou graça aos rolinhos que temos para os artigos descerem. Então estava a empurrá-los para cima, para já depois de registados, virem até mim. Com a brincadeira, a empurrar, estava a fazer com que viessem ter ao pé do scanner  e a serem registados de novo. Eu tinha de anular. O pai não dizia nada! Ou não queria saber ou nem se estava a aperceber. Resolvi então dizer-lhe "olha que assim as coisas registam-se de novo e o pai tem de pagar duas vezes!" E a criança percebeu e parou com aquela atitude e ficou sossegada o resto do tempo!

A missão coninente alimenta

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Quando há uma causa destas, há que falar dela e divulgá-la.  E esta causa está relacionada com aquelas três que defendo, porque ajuda: Pessoas , já que pretende reforçar a doação de excedentes, garantindo que a ajuda chega a mais instituições de forma transparente e justa. Ajuda animais através da doação de excedentes alimentares a instituições de apoio animal e parcerias com associações como a Animalife  . Também apoia o ambiente ao combater o desperdício alimentar através de várias iniciativas que visam reduzir a quantidade de comida que vai para o lixo, promovendo a sustentabilidade e o aproveitamento de recursos. «Com a “Missão que Alimenta”, o processo de seleção das instituições passa agora a ser realizado através de uma plataforma online, com candidaturas abertas de três em três anos. Podem candidatar-se entidades sociais ou de apoio animal, com atividade em Portugal Continental e na Região Autónoma da Madeira. Todas as candidaturas elegíveis serão aval...

Causas sim, mas publicidade, ainda não

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De vez em quando, recebo por email, ofertas de publicidade, para o blogue, mas principalmente para a página de Facebook.  Não sei de futuro não mudarei de ideias, mas para já não tenho aceitado. Uma coisa que me aborrece muito, é querer ler uma noticia qualquer, e surgir publicidade, ter de aceitar cookies, e sei lá que mais. não quero sujeitar os meus seguidores a isso, é muito aborrecido! Prefiro continuar aqui com as histórias e conversas de caixa, e com as minhas causas!

Momento doce

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Estava a atender uma simpática senhora, brasileira que vinha com o seu filho, um jovenzinho especial, com um sorriso doce. A sra disse -me " hoje trouxe o meu filho que aceitou me ajudar em troca de um chocolate... não foi de graça não!" Então eu disse -lhe "gostas muito de chocolate é!?" Ele sorriu timidamente. Não falou, não sei se falava, mas sei que ele me entendeu. Quando registei o chocolate, ele pegou logo nele, meio envergonhado. Quando me despedi da mãe disse acenando "tchau"ao rapaz e a mãe disse para ele me dizer tchau e ele lá sorriu e acenou. Havia ali muito cuidado, muito amor . Fico grata por estes momentos e por pessoas assim tão simpáticas, porque podia ser apenas mais duas pessoas que vieram comprar pão e leite, com as questões básicas do costume, pagamento e adeus, mas foi muito mais que isso. Foi gratificante!

O chão do lixo é aqui!

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Mais uma situação com a prioridade

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Nem sempre é fácil quando surge alguém a pedir prioridade, algo que faz parte do quotidiano do supermercado, em que é preciso sensibilidade e compreensão, e ás vezes quando a situação não é visível, um documento.  Estou a acabar o atendimento a uns clientes, a seguir estão duas pessoas de idade, depois está um jovem, e logo a seguir um velhote com bengala e com dois ou três artigos nas mãos , que diz que vai passar porque tem prioridade. O jovem desvia-se , mas o casal de idosos, a esposa, ralha com o marido e diz " Estás a ver!? Não quiseste trazer a bengala, agora ficas para trás!" Realmente o senhor parecia coxear. Então tive de dizer ao senhor que pediu prioridade, que aquele senhor também tinha prioridade, e que quando havia duas pessoas na mesma situação, tinha que respeitar a ordem da fila. Recordo-me de uma vez, numa situação parecida, alguém dizer que passa à frente quem tiver o problema maior. Mas acho que se fosse assim, a situação ainda seria ma...

Não há necessidade de retirarem os artigos das nossas mãos

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Acontece, por diversas,  vezes quando estou a atender, seja  um casal ou mesmo duas pessoas que estão juntas, uma ficar mesmo encostada a mim a retirar-me praticamente os produtos das mãos , para os empurrar para a outra pessoa. É uma situação enervante, pois chegam a arranhar-me.  Além disso, há artigos que ou não passam à primeira ou tenho que os digitar, e já me estão retirá-los das mãos. Houve uma situação em que tive de quase implorar ao cliente para que me deixasse registar, porque porque estava praticamente debruçado sobre o tapete para alcançar mais depressa o artigo. Ás vezes dava jeito ter um escudo protetor. É que não é necessário estas atitudes, porque depois de registar, eu própria,  empurro o artigos, pelos rolinhos , para o cliente.