Mas que Senhora D. Birra!

 Na fila do supermercado que estava atrás de mim, houve-se o chorar e o soluçar de uma menina linda. Estava sentada no chão e dizia entre gemidos: " Não és minha amiga!" De seguida já rebolava e o som do choro aumentou de volume! As pessoas já comentavam umas com as outras.


 


Duas clientes contavam também das birras que os filhos já tinham feito. Os pais a principio ignoram a pequena, mas depois mesmo ali atrás de mim, deram-lhe uns estalos bem grandes.  O que queria a pequena? Uma poli! Creio que são umas mascotes pequeninas que estão lá mesmo nos topos das caixas. O choro continuou, os pais tinham muitas compras! Quando iam a sair o pai levava a pequena assim como quem leva um saco de batatas ás costas!


 


Não lhe fizeram a vontade! Mas houve quem tenha ficado com pena da menina, e achasse que: "podiam ter comprado aquilo à miúda, para evitar um espectáculo destes"! Eu cá para mim pensei que nestas alturas os pais é que sabem, se devem ceder ou não, mas que foi uma situação um pouco constrangedora, isso foi!


 



 

Comentários

  1. tirando a parte do estalo e do carregar ás costas, diga-se que nem sempre se pode fazer vontades aos miúdos e ainda para mais se fizerem birra.

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  2. Pois, eu estou de acordo com o Daniel. Se cedessem desta vez, para a próxima iria fazer nova birra. Mas podiam ter evitado o estalo e levá-la às costas. Há outras formas de educar sem ser preciso recorrer à violência.

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  3. eu acho que os pais nao deviam ter comprado!! nao é facil estar na situação dos pais nestas alturas... mas deviam ensinar a criança quando é não, é não! jamais recorrer a violências é muito pior!! mas coitados dos miudos nestas alturas vêem tanta coisa na televisao entao quando vao aos supermercados, é o mundo deles, como dizia, nesta altura os brinquedos estao logo à vista deles...

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  4. Em relação às birras dos cachopos, abstenho-me de opinar. Cada pai/mãe é que sabe o que é melhor para o seu filho. Pessoalmente não me incomoda nada as birras dos outros nem condeno a maneira de agir de nenhum pai. Tenho um filho e não sei para o que estou guardada, portanto evito "cuspir para o ar"! ;)

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  5. Eu também tenho uma filha (que já é uma jovem mulher), que nunca me fez uma birra e a quem nunca precisei de bater. Por isso volto a dizer: há outras formas de educar as crianças, sem ser preciso recorrer à violência. Essencialmente é preciso ter disponibilidade para conversarmos com elas e explicarmos porque é que não devem fazer determinada coisa antes mesmo que lhes passe pela cabeça fazê-la. Explicar-lhes o que está certo e o que está errado e porquê. Elas entendem. Por muito pequenas que sejam. E podia alongar-me acerca deste assunto, mas não é aqui o lugar para isso.

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  6. O chato é que há sempre alguém a julgar: se batem é porque batem, se não batem é porque deviam ter batido! Ouço muito esse tipo de julgamentos

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  7. É isso não se deve ceder sempre...explicar antes de sair de casa também é uma opção! Também depende um pouco da idade e da maturidade da criança...

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  8. E ainda não chegou aquele período onde os brinquedos expostos são mais que muitos...

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  9. Pois eu antes de ter filhos também dizia "se fosse meu filho..." e agora que tenho um reguila vejo que nem sempre é fácil. Felizmente ainda não rebolou no chão como está pequena...costumo fazer uma "palestra" antes de ir ás compras!

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  10. Já tou como outro comentador, eu antes de ter filhos tb via essas coisas com outros olhos...mas quando os temos, aiiii!!!As minhas nunca me fizeram isso, mas pedem claro, mas se levam um não á primeira e a segunda, raramente tentam a terceira...
    Bjs

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  11. Julgo que o mal é ceder uma vez porque a partir daí...é a desgraça completa! Quem ceda a esse tipo de birra uma vez na vida bem se pode preparar para ter "espectáculo" todas as vezes que entrar num sítio onde haja algo que as crianças apreciem.:-)
    Beijinho

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  12. Não há muito a acrescentar: 1) quando um/a filho/a faz birra não se deve dar-lhe o que quer porque ele/a vai aprender que fazer birra compensa e 2) violência nunca.
    Agora há que dizer: se não há crianças perfeitas também não há pais perfeitos; há alturas em que 'aquela gota de água' faz transbordar o copo. E aí... bem...
    Para bom entendedor...

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  13. Pois é justamente isso cede-se uma vez e estamos "tramados"! Não sei se foi o caso daqueles pais, mas se foi devem de se ter arrependido e estavam a tentar mudar as coisas. :) Beijinhos

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  14. Houve uma pessoa que estava lá também a observar este cenário que disse "a educação dá-se em casa"...

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