Entender, acolher e ajudar...
Uma cliente, mulher na casa dos 35/40 anos, quando chega à caixa com o seu carrinho cheio, encosta o mesmo ao tapete e dirige-se a mim, e pergunta se me pode pedir uma coisa. Ao que eu respondo com recetividade. Pediu-me para não começar a registar os produtos, antes de ela os colocar sobre o tapete, porque como estava sozinha, fica enervada e ansiosa, de ver o monte do outro lado. Como de ansiedade em coisas simples, percebo eu bem, respondi de forma compreensiva e acolhedora. Percebi, que ficou aliviada. Deixei que ela tirasse quase tudo para o tapete, felizmente foi num momento calmo. Quando ela tinha só duas ou três coisas por tirar, disse-lhe que ia começar a passar as coisas devagarinho, até me ofereci para ajudar a embalar, mas ela disse que tinha que separar as coisas da forma que ela sabia. Assim acabou por fazer as coisas à maneira dela, sem pressas, sem stresse, sem pressão! No final despediu-se com gratidão. Ás vezes não custa nada ser empática ...
é verdade é muito chato quando acontece, mas existe uma maneira mais facil de resolver o problema... com calma e muita simpatia pedes ao cliente para pagar e depois para se derigir ao balcão de informação onde recuperando o talão damos a devolução ao cliente. assunto resolvido
ResponderEliminarComo já referi no outro comentário, o valar era um tanto alto demais para essa solução., mas obrigada ...
ResponderEliminarSe alguém me dissesse constantemente isso ia suspeitar que, no íntimo, teme não ter o amanhã...
ResponderEliminarRealmente tens razão, mas não vamos ser pessimistas :)
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