a mim aconteceu-me uma coisa parecida, mas neste caso era um senhor ja de certa idade e vinha num dos autocarros que trazem os idosos a fazer compras, levava apenas uma latinha de atum, meti dentro dum saco e ele vira-se "pode-me por dentro de outro saco? é que vai para longe e pode partir" eu disse que nao se ia partir visto ser uma lata, eu olho para o lado e vejo a minha caixa a encher de gente, disse-lhe umas poucas de vezes que nao ia dar o saco mas so para o ouvir mais dei-lhe a porcaria do saco!! ja agora o que fizeste nesse caso?
Uma cliente, mulher na casa dos 35/40 anos, quando chega à caixa com o seu carrinho cheio, encosta o mesmo ao tapete e dirige-se a mim, e pergunta se me pode pedir uma coisa. Ao que eu respondo com recetividade. Pediu-me para não começar a registar os produtos, antes de ela os colocar sobre o tapete, porque como estava sozinha, fica enervada e ansiosa, de ver o monte do outro lado. Como de ansiedade em coisas simples, percebo eu bem, respondi de forma compreensiva e acolhedora. Percebi, que ficou aliviada. Deixei que ela tirasse quase tudo para o tapete, felizmente foi num momento calmo. Quando ela tinha só duas ou três coisas por tirar, disse-lhe que ia começar a passar as coisas devagarinho, até me ofereci para ajudar a embalar, mas ela disse que tinha que separar as coisas da forma que ela sabia. Assim acabou por fazer as coisas à maneira dela, sem pressas, sem stresse, sem pressão! No final despediu-se com gratidão. Ás vezes não custa nada ser empática ...
Num mundo onde agora são os influencers e outras redes sociais, que mais imperam, esperemos que os blogues, tenham sempre espaço. Que o gosto pela escrita, sem "fogo de artifício", se mantenha! Que habitar na Blogosfera seja um privilegio, um gosto, uma bênção, terapia, um local de cultura, uma diversão!
Na passada sexta-feira, dia 23 de janeiro, a padaria do continente modelo onde trabalho, passou a ser de livre serviço. Embora tenha ficado um espaço bonito, e a prática já seja habitual em muitas lojas, divide opiniões. Agora somos (operadores de caixa) nós que registamos tudo, não é, como em algumas lojas, onde há balanças e são os clientes a fazerem esse trabalho. Fiquei a saber que existem 1001 pães diferentes, e que é preciso os saber distinguir, para além de um número infinito de bolos e salgados. A caixa registadora tem imagens, é certo, mas mesmo assim, é preciso algum tempo. Houve clientes que lamentavam já não serem as padeirinhas a aviar. A máquina de cortar o pão, também agora manejada pelos clientes. Vi alguns pães cortados ao alto, e outros, que por estarem quentes, ficarem quase em sopas. Ontem, estava a atender um casal que tinha, por acaso, uns pães, que nem eles sabiam o nome, nem eu encontrava a imag...
a mim aconteceu-me uma coisa parecida, mas neste caso era um senhor ja de certa idade e vinha num dos autocarros que trazem os idosos a fazer compras, levava apenas uma latinha de atum, meti dentro dum saco e ele vira-se "pode-me por dentro de outro saco? é que vai para longe e pode partir" eu disse que nao se ia partir visto ser uma lata, eu olho para o lado e vejo a minha caixa a encher de gente, disse-lhe umas poucas de vezes que nao ia dar o saco mas so para o ouvir mais dei-lhe a porcaria do saco!!
ResponderEliminarja agora o que fizeste nesse caso?
Só quando deixar de haver sacos é que o pessoal deixa de poluir o ambiente!
ResponderEliminarSacos a 5 centimos cada um e problema resolvido. Tanto criticaram o PD por isso e afinal é uma boa medida.
ResponderEliminareram latas de atum de quilo ?
ResponderEliminarestas coisas só me fazem pensar: só querem saquinhos para fazer de saco do lixo em casa eheh
ResponderEliminarno meu caso eram das latinhas normais de atum, aquelas compriditas da bom petisco...
ResponderEliminarFiz-lhe a vontade, embora tenha mostrado desagrado! começou com a conversa de não ser tudo para a mesma casa, e tal...
ResponderEliminarEspero que isso não demore a acontecer...
ResponderEliminarTornava-se logo habitual trazer sacos de casa...
ResponderEliminarlatinhas de 120 gramas :)
ResponderEliminarPois. mas os sacos rasgam-se tanto, que deixam cair o lixo todo...
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