Entender, acolher e ajudar...
Uma cliente, mulher na casa dos 35/40 anos, quando chega à caixa com o seu carrinho cheio, encosta o mesmo ao tapete e dirige-se a mim, e pergunta se me pode pedir uma coisa. Ao que eu respondo com recetividade. Pediu-me para não começar a registar os produtos, antes de ela os colocar sobre o tapete, porque como estava sozinha, fica enervada e ansiosa, de ver o monte do outro lado. Como de ansiedade em coisas simples, percebo eu bem, respondi de forma compreensiva e acolhedora. Percebi, que ficou aliviada. Deixei que ela tirasse quase tudo para o tapete, felizmente foi num momento calmo. Quando ela tinha só duas ou três coisas por tirar, disse-lhe que ia começar a passar as coisas devagarinho, até me ofereci para ajudar a embalar, mas ela disse que tinha que separar as coisas da forma que ela sabia. Assim acabou por fazer as coisas à maneira dela, sem pressas, sem stresse, sem pressão! No final despediu-se com gratidão. Ás vezes não custa nada ser empática ...
vamos mandar mais uns quantos para o desemprego .
ResponderEliminarvamos levar à falência as fábricas de sacos de plástico .
estranha obsessão essa por acabar com os sacos de plástico .
você tem a certeza que é só caixa ou faz parte da administração da SONAE ?
Não é obsessão em acabar, é apenas preocupação em reduzir. Aqui há quase duas décadas vivi uns tempos num pais, onde o seu uso era proibido. Um país onde havia regras, mas onde havia muita educação, onde não se deitava lixo para o chão, onde não havia mendigos na rua, onde havia segurança, e onde o não cumprimento da separação do lixo dava direito a sanções. adaptei-me muito bem e fiquei com uma mente mais aberta para as questões ambientes. Era um Portugal assim que eu queria para o meu filho viver.
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