O filho foi à frente e a mãe estava atrás, perguntei ao rapaz aí dos seus 11/12 anos se queria saco, e a resposta foi: " claro, não vamos levar as coisas às costas"!
A educação é tão linda. E a falta dela uma tristeza! Com 12 anos já devia saber melhor. A mãezinha se não disse nada ou não ouviu ou então sabemos onde o menino aprendeu os bons modos. Enfim!
São estas respostas que nos fazem perceber a educação que os pais dão aos filhos. Se fosse meu filho, chamava-o à atenção. Estas pessoas/ filhos pensam que quem está por detrás do balcão ou no seu caso, nas caixas registadoras, têm obrigação de os servir e tratam com desprezo.
E deixa me adivinhar, a mãe caladinha que nem um rato! Se fosse meu filho levava logo um raspanete ali à frente, seria obrigado a pedir desculpa e enn casa tratariamos do restante castigo. Não suporto má educação.
O primeiro ponto a registar sobre esse comentário é, de facto, a má educação da criança. O segundo é a falta de resposta da mãe relativamente a isso, e o terceiro é a falta de preocupação de ambos para com o ambiente. Já muito antes de haver esta política relativamente aos sacos, eu levava-os sempre comigo quando ia às compras. As senhoras da caixa já me conheciam.
É assim mesmo! Os miúdos saem-se com cada uma. No outro dia ia eu e a minha filha, mas eu estava distraída e não vi o vizinho. Diz-me ela bem alto: "então mãe, não falas às pessoas?!"
Uma cliente, mulher na casa dos 35/40 anos, quando chega à caixa com o seu carrinho cheio, encosta o mesmo ao tapete e dirige-se a mim, e pergunta se me pode pedir uma coisa. Ao que eu respondo com recetividade. Pediu-me para não começar a registar os produtos, antes de ela os colocar sobre o tapete, porque como estava sozinha, fica enervada e ansiosa, de ver o monte do outro lado. Como de ansiedade em coisas simples, percebo eu bem, respondi de forma compreensiva e acolhedora. Percebi, que ficou aliviada. Deixei que ela tirasse quase tudo para o tapete, felizmente foi num momento calmo. Quando ela tinha só duas ou três coisas por tirar, disse-lhe que ia começar a passar as coisas devagarinho, até me ofereci para ajudar a embalar, mas ela disse que tinha que separar as coisas da forma que ela sabia. Assim acabou por fazer as coisas à maneira dela, sem pressas, sem stresse, sem pressão! No final despediu-se com gratidão. Ás vezes não custa nada ser empática ...
Num mundo onde agora são os influencers e outras redes sociais, que mais imperam, esperemos que os blogues, tenham sempre espaço. Que o gosto pela escrita, sem "fogo de artifício", se mantenha! Que habitar na Blogosfera seja um privilegio, um gosto, uma bênção, terapia, um local de cultura, uma diversão!
Na passada sexta-feira, dia 23 de janeiro, a padaria do continente modelo onde trabalho, passou a ser de livre serviço. Embora tenha ficado um espaço bonito, e a prática já seja habitual em muitas lojas, divide opiniões. Agora somos (operadores de caixa) nós que registamos tudo, não é, como em algumas lojas, onde há balanças e são os clientes a fazerem esse trabalho. Fiquei a saber que existem 1001 pães diferentes, e que é preciso os saber distinguir, para além de um número infinito de bolos e salgados. A caixa registadora tem imagens, é certo, mas mesmo assim, é preciso algum tempo. Houve clientes que lamentavam já não serem as padeirinhas a aviar. A máquina de cortar o pão, também agora manejada pelos clientes. Vi alguns pães cortados ao alto, e outros, que por estarem quentes, ficarem quase em sopas. Ontem, estava a atender um casal que tinha, por acaso, uns pães, que nem eles sabiam o nome, nem eu encontrava a imag...
A educação é tão linda. E a falta dela uma tristeza! Com 12 anos já devia saber melhor. A mãezinha se não disse nada ou não ouviu ou então sabemos onde o menino aprendeu os bons modos. Enfim!
ResponderEliminarNão percebi se a mãe ouviu ou não porque estava perto, mas se ouviu concordou, pois não disse nada :(
ResponderEliminarSão estas respostas que nos fazem perceber a educação que os pais dão aos filhos.
ResponderEliminarSe fosse meu filho, chamava-o à atenção.
Estas pessoas/ filhos pensam que quem está por detrás do balcão ou no seu caso, nas caixas registadoras, têm obrigação de os servir e tratam com desprezo.
E deixa me adivinhar, a mãe caladinha que nem um rato! Se fosse meu filho levava logo um raspanete ali à frente, seria obrigado a pedir desculpa e enn casa tratariamos do restante castigo. Não suporto má educação.
ResponderEliminarO primeiro ponto a registar sobre esse comentário é, de facto, a má educação da criança. O segundo é a falta de resposta da mãe relativamente a isso, e o terceiro é a falta de preocupação de ambos para com o ambiente.
ResponderEliminarJá muito antes de haver esta política relativamente aos sacos, eu levava-os sempre comigo quando ia às compras. As senhoras da caixa já me conheciam.
É assim mesmo!
ResponderEliminarOs miúdos saem-se com cada uma.
No outro dia ia eu e a minha filha, mas eu estava distraída e não vi o vizinho. Diz-me ela bem alto: "então mãe, não falas às pessoas?!"
eu espero bem que o meu filho não faço algo do género...
ResponderEliminara mãe ou não ouviu ou concordou...
ResponderEliminaré bom ser conhecida por ser ecológica...
ResponderEliminarcomo já afirmei fiquei sem saber se a mãe ouviu ou não a resposta do filho, pois não se manifestou...
Sim, os miúdos são assim...mas essa até nem foi grave :)
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