Será que esta lei tirou o discernimento às pessoas!?
Imaginem o cenário:
Tinha o tapete cheio de artigos, chega à minha caixa uma rapariga acompanhada por outra senhora, talvez a mãe, com um carrinho cheio de compras e outro carrinho com um bebé! É um facto que todas as caixas têm serviço prioritário. Esta rapariga começa a fazer sinais para passar, para usufruir da sua prioridade.
Eu não podia, simplesmente pedir à cliente que já tinha todos os artigos sobre o tapete para os retirar, e atender a prioritária. Ia demorar imenso tempo e seria uma falta de civismo. Será que esta lei tirou o discernimento às pessoas!? O bebé até devia de estar a dormir.
Ocorreu-me a ideia de pedir delicadamente à pessoa prioritária para aguardar um pouco enquanto eu registava os artigos que já estavam no tapete.
Felizmente chegou uma colega, que pediu à cliente prioritária para a seguir e abriu a sua caixa e atendeu-a.
A situação salvou-se desta vez. Mas se voltar a acontecer? Informei-me e disseram para fazer justamente o que me tinha ocorrido, ou seja, pedir à pessoa prioritária que aguardasse só um pouco...
Pois, não me parece que faça sentido mandar o cliente anterior retirar os seus artigos da passadeira.
ResponderEliminarSó tem é que aguardar, isso é gente que se acha mais esperta do que todos os outros. Comigo fizeram-me uma semelhante.
ResponderEliminarA mãe entra no mini-mercado onde os preços são mini, com apenas uma caixa aberta, manda as duas crianças pequenas com um pacote de massa para a fila. As crianças, que devem sofrer da mesma falta de educação que tem a mãe, passam-me à frente, mas como eram apenas crianças e só tinham um produto, deixei. Nisto chega a mãe com o carrinho cheio e mete-se à minha frente a tirar as coisas, levou logo ali um berro. "Ai, mas os meus filhos estão aqui a guardar lugar." Só não lhe chamei mais nomes porque tinha as crianças ao lado.
E viva aos abusos... Não havia necessidade....
ResponderEliminarPor norma, evito comentar, porque sei que as minhas opiniões podem parecer más. Mas não posso deixar de comentar aqui:
ResponderEliminarSim, essa lei parece ter tirado o discernimento das pessoas, até porque, se antes se vissem enrascadas, pedindo até passavam na frente, actualmente, nem discernimento, nem educação parece ter sobrado às pessoas. É chegar e passar na frente, mesmo numa situaçao destas em que vão duas pessoas e UMA criança - como é que posso aceitar que aí sejam prioritárias?
Enfim, apenas uma de muitas situações desagradáveis...
Também já escrevi sobre este assunto no meu cantinho:
ResponderEliminarhttp://naosejasengracadinha.blogs.sapo.pt/juro-que-isto-nao-e-uma-cruzada-80119
É como digo, lá porque uns têm prioridade isso não quer dizer que os outros perdem o direito a ser atendidos. O civismo e educação servem para os dois lados.
Triste é um país que precisa de uma lei para definir prioridades, mas como vivemos nesse país... Percebe-se que essa lei é necessária quando há pessoas como essas, que se aproveitam de uma lei para usufruir de algo que não têm, porque dois adultos e uma criança num carrinho precisam de prioridade para quê? Enfim...
ResponderEliminarSe de facto precisassem dessa prioridade, penso que ela se refere a serem atendidas imediatamente a seguir ao cliente que está a ser atendido, o que me parece que era o que estava a acontecer a quem já tinha todo um carrinho em cima do tapete. A conta não precisa de começar para começar o atendimento.
Prioridade não é emergência, e muita gente ainda não percebeu isso.
Segundo a legislação, a cliente tem prioridade mas, a prioridade só é accionada depois de atenderes a pessoa que estás a registar. Basta teres passado 1 artigo, mesmo que a pessoa tenha 2 carros cheios de coisas e esteja a colocar no tapete, a prioridade não pode ultrapassar aquilo que já está em curso.
ResponderEliminarInfelizmente, muita gente acha que prioridade é chegar para ser atendido, expulsando os outros. Se alguma vez alguma dessas chicas-espertas reclamar, não estás a violar a legislação. Se estás a atender alguém, a prioridade só é válida para depois desse cliente pagar a conta. Se quiser reclamar... a multa é para ela e não para a loja. A maioria só aprende na altura que a autoridade lhes diz que se a queixa não for aceite, tem de pagar 36 euros mais imposto de selo e a loja pode processar a cliente por acusações infundadas.
É o que faz mais sentido.. se o atendimento já estava a decorrer, até podia demorar mais tempo a retirar o conteúdo todo do tapete do que a finalizar a compra...
ResponderEliminarBeijinhos
Eu não me considero racista de pele. Mas sim de comportamentos. Vivo numa zona onde 80% da população é preta. E agora, com esta lei, é que têm o "rei da barriga". Se já antes o tinham, agora é uma fartura. Tantas vezes que estou na fila do supermercado e lá passam elas grávidas à nossa frente. Nem sequer pedem licença...são as rainhas do Sabá. Pois na terra delas ou dos seus pais, porque a maior parte já nasceu cá, nem sabem o que isso é...prioridade, direitos... mas aqui têm de fazer ver aos brancos que eles é "que mandam". Tenho pena, porque somos chamados de racistas, quando na verdade são eles (os pretos, os ciganos, os muçulmanos, etc) os mais racistas, sobretudo ins com os outros. Falo aqui deles porque convivo com os mesmos. Mas há tambám aí muita "gente fina" que é pior que o pior...tipo estou numa loja a tentar ser atendida, chega a pseudo-fina e mete-se á frente como se eu fosse invisivel. Mas comigo têm azar, porque eu não me calo e meti-a no seu lugar. Ainda sobre o post...fez muito bem atender primeiro quem já tinha os produtos no tapete...era o que faltava.
ResponderEliminarTem toda a razão. O que diz é mesmo verdade. A lei tirou completamente a falta de discernimento a muita gente infelizmente. É óbvio que se deve dar sempre que possível prioridade a grávidas, pessoas com crianças de colo e pessoas com mobilidade reduzida, mas a verdade é que infelizmente vejo sobretudo as pessoas com crianças pequenas e as grávidas imporem-se como se fossem mais do que os outros apenas porque estão protegidos pela lei. Se as pessoas fossem civilizadas e dessem naturalmente a prioridade a lei nem era precisa.
ResponderEliminarAgora com a lei, cometem-se injustiças. Veja-me bem esta cena: uma tia minha a fazer quimioterapia, sem cabelo e de lenço na cabeça, chega uma grávida à fila e passa-lhe à frente. A sério?... Alguém tem mesmo a coragem de invocar a nova lei para passar à frente de uma pessoa com cancro? A gravidez não é uma doença. E a senhora nem tinha gravidez de risco. Acho engraçado como as pessoas agora se acham mais só porque têm ou vão ter crianças. Com isto não discordo que se dê prioridade, mas discordo que lhe estendam o tapete por cima de todos os outros. Há pessoas que fazem quimioterapia que não faz cair o cabelo e por isso as pessoas nem sequer sonham o que a pessoa está a passar. E garanto que custa muito mais à pessoa que faz quimio ficar de pé na fila do que alguma vez custará a uma grávida nem que seja no fim da gravidez.
Por este motivo eu discordo em parte da lei. As pessoas adoram ter direitos e adoram sentir-se protegidas pela lei para fazerem o que querem. Mas depois esquecem-se dos deveres e do bom senso. Devia-se acabar com a lei e simplesmente incentivar ao civismo. Ou seja, os funcionários e pessoas devem dar passagem, mas não deviam ser obrigados a fazê-lo. Relembro que uma pessoa que faz quimio e não tem grandes sinais exteriores que evidenciem que o esteja a fazer, na maior parte das vezes não vai dizer alto para todos ouvirem que ela está doente. A maioria das pessoas por constrangimento fica em silêncio enquanto está a ser prejudicada. Por isso peço o cuidado a todas as pessoas com crianças e grávidas, que pensem nesta possibilidade quanto invocarem esta lei. Eu pessoalmente nunca teria coragem de o fazer porque sei o que custa às pessoas com cancro, que são mais do que pensamos. A gravidez não é uma doença e bebé num carrinho não é um problema porque a pessoa não está carregada. (daí falar-se em crianças de colo e não em crianças que andem pelo próprio pé).
Optou pela melhor opção, e felicito-lhe por isso. Prioridade não pode implicar espezinhar os outros.
A Lei não tirou o discernimento às pessoas, o discernimento nunca existiu!
ResponderEliminarEstou grávida de 7 meses, com uma barriga enorme e, apesar de ira ao supermercado praticamente todos os dias, passei à frente das restantes pessoas na caixa uma única vez e porque tinha apenas 2 artigos e estava à minha frente uma senhora com um carrinho cheio.
Muitas vezes sinto que não preciso de passar à frente, porque me sinto bem e não estou cansada e por isso também não peço... Mas também já me aconteceu estar super cansada, depois de um dia complicado no trabalho, com dores causadas por complicações prematuras e não ter coragem de pedir a prioridade a que tenho direito por lei, por me sentir constrangida com os olhares de reprovação das restantes pessoas à minha frente!
Nos 3 meses em que a minha barriga é visivel, seguramente já estive em mais de 50 filas de supermercado/lojas e posso garantir-vos que apenas DUAS pessoas se ofereceram para me deixar passar... Isto também é falta de discernimento!
Já para não falar das 2 ou 3 vezes em que estive em salas de espera cheias de pessoas aparentemente saudáveis, em que ninguém foi capaz de me ceder o lugar para sentar... Civismo é bonito, mas é para os outros!
Gravidez não é doença, é certo, mas pode ter fases complicadas e se ninguém vê o sofrimento de uma pessoa que está sujeita a tratamentos de Quimioterapia (ou que tem outro tipo de doença), também ninguém consegue ver se uma grávida está com dores ou não (como foi o meu caso quando estava com contrações, à espera numa fila).
Obviamente que não tem de parar de atender uma pessoa para atender alguém com prioridade que acabou de chegar! Não faz sentido nenhum e, na realidade, nunca vi ninguém com direito a prioridade de atendimento a pedi-lo... devo andar nos sitios errado, com certeza!
Mas que é lindo chegar a uma fila e ver toda a gente que está à frente, de repente, virar-se para a frente e fingir que não me vêm, é!!
penso que as pessoas também devem ter o discernimento de não irem para caixas prioritárias com muitos artigos.
ResponderEliminarAtendimento ao público, é pior k tiro de canhão! Eu estive 30anos, a atender o público! Com esta lei, as pessoas, acham k podem passar pr cima de tudo e de todos! Haja paciência! No meu tempo não havia prioridades, cada um esperava pr sua vez! Se viamos uma pessoa, idosa ou com algum problema,havia sempre kem lhe desse a vez! É como as grávidas, tem k se lhe dar a vez! Porquê? Se a pessoa k está a trabalhar, tb está grávida, tem k aguentar ali 8h ou mais em pé, e levar com o mau humor, de certos clientes, e dos chefes! Pois é mas o mau estar dos funcionários, não conta, k se lixem! Sempre assim foi e será!
ResponderEliminarCom a entrada desta lei, TODAS as caixas são prioritárias...
ResponderEliminara pessoa em questão não tem prioridade. A prioridade só seria atribuída SE a pessoa estivesse sozinha com uma criança até aos dois anos de idade . Se está acompanhada por outro adulto, perde a prioridade pois não faz sentido. Informe-se para não ter nunca problemas no ser serviço.
ResponderEliminarÉ só aceitável para casos pontuais, de reconhecida humanidade, casos de deficiência física, por exemplo. Por que é que uma grávida de dois meses tem de passar à frente dos outros quando pode estar horas numa fila de trânsito, ou mesmo numa discoteca? O feto ficará prejudicado? Fui recentemente operado e tive de usar canadianas e opus-me a ser tratado diferentemente. Mesmo por que tenho todo o tempo do mundo e, por enquanto não sou nenhum inútil.
ResponderEliminarJá estive nessa situação com todas as minhas compras no tapete a sra. chegou e avançou dizendo que ela tinha prioridade, a operadora de caixa encolheu os ombros e disse que a sra. tinha razão, eu esperei pela minha vez mas não tirei nada do tapete.
ResponderEliminarEste é um assunto que me irrita solenemente. Não quero de todo ser mal interpretada, até porque nunca estive grávida/com bebé ou seja o que for. Já por duas vezes me passaram à frente numa fila de supermercado sem pedir. Passaram e pronto, após eu ter estado literalmente dez minutos à espera da minha vez, cansada depois 2H num hospital, sem comer e com dor de cabeça. Nem "com licença" nem nada! Passaram e eu tive que aguardar. Como disse, nunca estive grávida nem com bebé, mas acho que se uma mulher ou um casal vai às compras com um bebé no carrinho e este se encontra pacificamente a dormir, não devia ter de passar à minha frente. Infelizmente as pessoas abusam muito da prioridade. E o problema é que quem é mais "responsável" (no caso, alguns funcionários) permitem que tal aconteça (como já vi, relativamente a este post, pessoas a recolher os produtos do tapete para que alguém com "prioridade" passasse). É muito triste e irritante.
ResponderEliminaraqui á dias ao entrar nos correios reparei numa gravida a fumar á porta de entrada,conversava animadamente com outra pessoa, ambas em pé junto á porta.
ResponderEliminarAlgum tempo depois entra a tal grávida que tinha estado em pé á porta pelo menos uns 10 minutos e vai de ser atendida passando á frente de todos os que lá estavam....teve tempo para estar em pé na conversa mas depois não pode esperar pele sua vez!
Os reformados também são parecidos, não têm nada para fazer, mas passam á frente ...porque têm prioridade!
O problema é falta de educação e principalmente muita falta de respeito!
Por norma de educação e civismo, todos fomos ensinados a dar a nossa vez nas filas, ou o nosso lugar nos transportes a grávidas, ou qualquer pessoa que se apresentasse com alguma dificuldade. Eu cresci assim e assim ensinei os meus filhos.
ResponderEliminarEste novo critério de eliminar as caixas prioritárias deixa-nos (pelo menos a mim deixa) fula da vida.
Para já, deveria haver mais do que uma caixa prioritária nas grandes superfícies , uma para grávidas e com criancinhas e outra para deficientes ou idosos.
Assim, estavam todos em pé de igualdade a atendidos por ordem de chegada.
Com esta nova lei/moda acontece que até é conveniente ter os "rebentos" ao colo na hora de chegar à caixa.
Passam à frente de toda a gente com os meninos mal comportados que minutos antes corriam desenfreados nos corredores incomodando toda a gente.
E na esmagadora maioria das vezes, o pai leva o carro das compras e a mãe leva a "cria" ao colo para comover.
Mas porque raio não vai só um fazer as compras enquanto o outro se encarrega de tomar conta/distrair os catraios ?
Até porque deve ser um tédio para as criancinhas olhar para os pacotes de margarina ou para as caixas do detergente sem perceber pevas o que aquilo é.
É uma questão de bom senso e, infelizmente, muita gente não o tem.
ResponderEliminarFalta de civismo foi o que levou a que esta lei seja necessária.
ResponderEliminarEu que não trabalho numa caixa, já perdi a conta ao numero de vezes que vi pessoas fingirem que não vêm as grávidas, bébés, crianças pequenas, pessoas de canadianas e idosos com óbvias dificuldades motoras, na fila da caixa.
Dito isto, ter o tapete com artigos não é o mesmo que estar a atender a pessoa que tem os artigos no tapete. Li alguns comentários e ao que parece algumas pessoas pensam que a situação que relata é que a grávida queria interromper um atendimento, pois o que descreve não é isso.
Pela sua lógica, se 5 pessoas tivessem coisas no tapete, então a prioridade seria atribuida para o 6º lugar. Não me parece que isso seja a definição de prioridade... digo eu...
Claro que existem pessoas que abusam, mas o fundo da questão é, se as pessoas fossem civicas numca teria havido necessidade para a existencia desta lei. Por isso, da próxima vez que pensar neste assunto coloque a culpa nas pessoas certas, sendo essas, "as cegas" que descrevi acima.
E já agora, acho triste que a sua pessoa, não seja a primeira a chamar as pessoas prioritárias e fique antes a ver se estas terão coragem de fazer os seus direitos valer.
Cumps,
Pedro
O que a chateia é que a lei não tenha chegado mais cedo ;)
ResponderEliminarA começar por si, que pensa que os reformados não têm nada para fazer logo não deveriam ter prioridade, presumo que na sua cabeça sejam inuteis.
ResponderEliminarMeu caro, contribua, a seu tempo será também reformado, depois entre as dores da PDI e os pequenos privilégios que lhe traz o ser reformado, talvez chegue à conclusão que os dias que tinha de esperar mais porque um reformado tinha prioridade, não eram assim tão maus ;)
"Não quero de todo ser mal interpretada, até porque nunca estive grávida/com bebé ou seja o que for"
ResponderEliminar..nota-se
". Nem "com licença" nem nada! "
Isto sim foi de facto má educação.
Quem é mal educado, não deixa de o ser porque está grávida ;)
São assuntos literalmente diferentes.
Mai nada!!!! marcar posição de força e tal e coiso...
ResponderEliminarO resultado prático da sua atitude foi que dificultou a vida á operadora de caixa, que estava apenas a fazer o seu trabalho respeitanto a lei em vigor, e esperar mais, pois ao dificultar o trabalho da operadora, significa que esta levou mais tempo a "despachar" a grávida com que você estava fula... logo você esperou mais como consequencia.
Que atitude inteligente!!!!! boa mike.
Devolvo o conselho, informe-se.
ResponderEliminarA pessoa pode estar acompanhada por mais 50 adultos, continua a ter prioridade.
"Mas que é lindo chegar a uma fila e ver toda a gente que está à frente, de repente, virar-se para a frente e fingir que não me vêm, é!! "
ResponderEliminar"Mas que é lindo chegar a uma fila e ver toda a gente que está à frente, de repente, virar-se para a frente e fingir que não me vêm, é!! "
Isto é constante.
Outra semelhante;
A umas semanas atrás estava eu na fila da caixa quando chegou um casal com um bébé, prontamente lhes disse para passarem a frente, no entanto mais a frente na fila, reparei que pararam, pelos vistos um homem tinha lhes dito para não passarem a frente dele porque ele tinha poucas coisas, o homem do casal olhou pra mim e desculpou o homem.. "ah ele tem poucas coisas..." dizendo aquilo com um ar atrapalhado.
bem.. na altura percebi que não queriam que eu dissese nada, a moça da caixa nada disse e eu decidi que se o homem do casal não se fazia valer, não era eu que me ia chatear.
Fiu atendido uns minutos depois... já depois do casal, do tal homem que tinha poucas coisas, e de mais 2 pessoas que estavam também a minha frente... sincerament, não percebo porque esperar uns minutos mais justifica a falta de civismo.
E depois, vem este pessoal falar de educação.... sinceramente.
"Mas que é lindo chegar a uma fila e ver toda a gente que está à frente, de repente, virar-se para a frente e fingir que não me vêm, é!! "
ResponderEliminar"Mas que é lindo chegar a uma fila e ver toda a gente que está à frente, de repente, virar-se para a frente e fingir que não me vêm, é!! "
Isto é constante.
Outra semelhante;
A umas semanas atrás estava eu na fila da caixa quando chegou um casal com um bébé, prontamente lhes disse para passarem a frente, no entanto mais a frente na fila, reparei que pararam, pelos vistos um homem tinha lhes dito para não passarem a frente dele porque ele tinha poucas coisas, o homem do casal olhou pra mim e desculpou o homem.. "ah ele tem poucas coisas..." dizendo aquilo com um ar atrapalhado.
bem.. na altura percebi que não queriam que eu dissese nada, a moça da caixa nada disse e eu decidi que se o homem do casal não se fazia valer, não era eu que me ia chatear.
Fiu atendido uns minutos depois... já depois do casal, do tal homem que tinha poucas coisas, e de mais 2 pessoas que estavam também a minha frente... sincerament, não percebo porque esperar uns minutos mais justifica a falta de civismo.
E depois, vem este pessoal falar de educação.... sinceramente.
Hoje em dia é mesmo isto que acontece.
ResponderEliminarHá quase 16 anos tive de ir à Segurança Social por causa do nascimento do meu filho. Quando lá cheguei admirei-me com um aviso que dizia que as pessoas com prioridade por terem crianças com elas teriam de provar que aquela criança era delas. Na altura achei tudo uma idiotice mas nas horas que esperei reparei que havia dezenas de pessoas que chegavam, o segurança pedia os documentos da criança e as pessoas iam embora. Em conversa com uma pessoa que também esperava dizia-me que as pessoas traziam os filhos dos vizinhos para ser mais rápido. Incrível! Quem faria isso?
Pelos vistos muita gente...
Parabens pelo post.
mas carrinho com bebe tem prioridade? ou so criança no colo?
ResponderEliminarTristeza de comentário.
ResponderEliminarVá destilar o seu racismo para outro lado.
Xico-espertice tuga no seu melhor.
ResponderEliminarAcho que racista é você....eu não tenho pudores em chamar pretos, ciganos, etc. Eu sou branca, existem pretos, existem amarelos...racismo chamar negros e incomodar-se com a realidade.
ResponderEliminarSim, sou racista...mas de comportamentos, falsas moralidades e o politicamente correto. Não me considero racista de pele ou credo. COMPORTAMENTOS. Tanto critico os pretos, como os brancos, como os amarelos, comos os ciganos. Critico um português branco que vá para outro país portar-se mal...ala com ele. COMPORTAMENTOS.
Atenção, se se sente assim tão incomodado...quem deverá ser o racista? Quer ficar mais contente??? Ha muitas tiazinhas e tiozinhos BRANCOS que são uns completos imbecis e não respeitam ninguêm numa fila ou num café. Pensam que são os reis e rainhas do sítio
Criança até 2 anos de idade.
ResponderEliminarO carrinho é irrelevante para o caso.
Ó dona maria, mas o que é que pretos, ciganos e muçulmanos têm a ver com o post inicial?
ResponderEliminarE a maneira como generaliza a classificação ("eles, os pretos, os ciganos e os muçulmanos") é de um racismo bafiento que muita gente julga não existir em Portugal mas que infelizmente o seu post vem contrariar.
Aproveitou o assunto do post para vir destilar o seu racismo mais básico e tem a lata de dizer que não é racista.
Ó dona maria, assuma-se, que isso nota-se à légua.
Não ia comentar este post, até ler
ResponderEliminar"A gravidez não é uma doença e bebé num carrinho não é um problema porque a pessoa não está carregada. (daí falar-se em crianças de colo e não em crianças que andem pelo próprio pé). "
Bébé de colo não é o mesmo que bebé AO colo. Ou seja, o bébé de colo, pode estar no carrinho. É exatamente o mesmo. Tem prioridade.
Makiavel....
ResponderEliminarMude de País!!!!
Sim eu sei que é o mesmo. Mas o que quero dizer é que é mais complicado para a pessoa quando tem a criança ao colo sem ter maneira de a pousar, do que quando tem o carrinho onde pode colocar a criança e assim é mais fácil porque não cansa os braços. Era isso que eu queria dizer.
ResponderEliminarTecnoformas???!! Você? Por aqui? Ainda à espera do diabo?
ResponderEliminarMude de país!!! Chulos já cá temos muitos, ihihihih
ResponderEliminarNota-se? Nota-se porquê? Se eu não o dissesse saberia?
ResponderEliminarO meu problema é com pessoas mal educadas mesmo. Nenhuma grávida me passou à frente :) e muito sinceramente para mim tem mais direito uma grávida do que, como referi no comentário, uma mulher ou um casal que leva um bebé a dormir no carrinho.
exatamente! E ninguém morreu por não haver prioridades!
ResponderEliminarNão se esqueça de ir à reunião semanal do pnr. Olhe que a rapaziada abusou nos esteroides e está cá com uma potência... prepare-se para fazer horas extra. Deixe lá, é a bem da nação.
ResponderEliminarEra para não comentar porque geralmente não me rebaixo a gente chula e ignorante, mas fiquei com pena, muita pena. Não tenha medo do pnr, não tenha medo do fascismo...ele há de voltar, tenha calma. Mas até lá, trate se, cuide de si, mime se....olhe, reze a nossa Senhora, ela atende os pobres de espírito. Deus o/a ajude, temos de ser piedosos com os miseráveis
ResponderEliminar" Nota-se? Nota-se porquê? Se eu não o dissesse saberia?"
ResponderEliminarNota-se quando compara uma dor de cabeça e fome, num qualquer dia da sua vida, com uma gravidez.
Faz-me lembrar as pessoas que comparam os animais de estimação a crianças....
Já agora , isto da internet é tramado, pois eu esta a "dizer" em tom de brincadeira. Pois bem... o teclado não passa sentimentos :(
"O meu problema é com pessoas mal educadas mesmo"
Pois... compreendo. O que não falta ai é falta de educação, e isto está a piorar pois já não se permite uma palmada que é logo acusações de maus tratos. E depois é o que se vê, miudos que não respeitam os pais, nem os professores, o que serão estes miudos na sua idade adulta?...
No entanto permite-se bullying na escola... ainda esta semana soube de um caso de uma mãe que só foi chamada a escola para a colocarem a par do que se estava a passar com o seu filho dentro da escola, quando o piqueno se fechou no WC da escola a dizer que se queria matar. E aproveitaram logo para lhe dizer que o pessoal da escola não pode estar de olho nos miudos, e que os pais dos putos mal comportados, por norma, não visitam a escola.
Ora num mundo destes, a educação sai preudicada. Desculpe se pareceu que eu me estava a estender, mas a mim parece que tudo isto está ligado.
"uma grávida me passou à frente :) e muito sinceramente para mim tem mais direito uma grávida do que, como referi no comentário, uma mulher ou um casal que leva um bebé a dormir no carrinho. "
Complicado de se avaliar tudo pela mesma bitela.
A grávida pode estar confortável, dependendo da altura da gravidez e das sua saude (ex. pode estar a sofrer de diabetes da gravidez, pés inchados, ou estar numa boa).
Uma mãe com um bébé a dormir no carrinho. Ora o bébé pode acordar em qualquer altura.
Um casal com um bébé. Não significa que uma vez que o bébé esteja acordado que tudo seja fácil porque são dois.
O problema é que as pessoas cada vez são mais mal educadas, sem valores. Por isso tem de vir o estado e criar uma lei que mais não é que bom senso e civismo. As leis precisam de ser absolutas, logo não podem contemplar todas as variáveis (algumas descritas acima).
É triste, é triste que o povo português só seja civico quando a lei o obriga. É triste que mesmo com esta lei eu continuo a ver cegueiras temporárias nas filas nos super, cada vez que uma grávida ou uma criança pequena aparece na caixa.
Isto de dar prioridades não me incomoda nada, nadeca de nada e acho ridiculo quem se diz incomodado.
A mim o que incomoda é quem larga meia duzia de artigos na caixa e depois passa o tempo a "esquecer-se" de alguma coisa, usando aqueles artigos que colocou inicialmente num carrinho ou certo encostado á caixa como uma forma de guardar lugar á "boca da caixa". Isso sim me incomoda.
Ou quando fica uma pessoa na fila da caixa e a outra vai fazendo as compras.
E que autoridade tereia eu, a operadora de caixa, para o fazer!?
ResponderEliminarIsso é o se costuma chamar de chico-espertismo!
ResponderEliminarFalta de bom senso!
ResponderEliminarSe houvesse mais civismo e bom senso, quer da parte das pessoas "não prioritárias", quer das pessoas "prioritárias", nem seria preciso criar esta lei, acho eu!
ResponderEliminarNeste caso além do bom senso, também faltou a educação. parecia que para esta pessoa, os outros eram invisíveis...
ResponderEliminarGostei dessa frase "prioridade não é emergência", diz tudo...
ResponderEliminarQuando esta rapariga me começou a fazer sinais, eu ainda não tinha registado nenhum artigo da cliente que tinha já tudo sobre o tapete, mas de qualquer forma, ela podia ver e compreender, que era impossível, fazer-lhe a vontade...
ResponderEliminarMas é bom saber essa dos 36 euros, obrigada!
Exatamente se eu pedisse para retirar os artigos, ainda ia demorar mais, do que simplesmente atender aquela pessoa.
ResponderEliminarAposto que daqui a uns tempos vais passar também por estas peripécias e as vais partilhar...
A educação devia fazer parte da formação de todos. Até pode haver quem não a utilize justamente por não lhe ensinaram, nem na escola, nem na família, têm de a aprender com a experiência, e por isso precisam de tempo.
ResponderEliminarFazia falta uma campanha de informação e de formação, justamente com a lei...
Por vezes estas situações deixam-nos tão surpreendidas que é difícil tomar uma atitude logo na altura.
ResponderEliminarRealmente essa situação da sua tia é delicada, as pessoas também não têm de ter sinais exteriores da sua prioridade, mas podem sempre dizer alguma coisa. Até sei que podem e devem ter algum comprovativo. Já tive uma senhora que me mostrou um papel que dizia ter uma percentagem de incapacidade...eu vi mas nem entendi, qual a incapacidade, mas respeitei...
Acredito que as pessoas que poderiam dar prioridade, também são capazes de fingir que não estão a ver. Deve ter sido por isso que houve necessidade de criar a lei...
ResponderEliminarAgora, todas as caixas são prioritárias...
ResponderEliminarÉ mesmo, o atendimento ao público não é nada fácil... Vê-se um pouco de tudo!
ResponderEliminarPelo que sei, a grávida tem prioridade mesmo estando acompanhada, tal como o deficiente, o idoso e por fora...
ResponderEliminarQuando há espaço para isso, mas neste caso que relato, o tapete estava atolado, não havia espaço para a prioritária colocar os seus artigos...
ResponderEliminarA falta de educação das pessoas prioritárias a passarem á frente sem pedir licença. Será que tem de ser a operadora a dizer "olhe pode passar, mas antes tem de pedir licença, aos outros". Enfim...
ResponderEliminarJá muitas vezes, os clientes que deram prioridade, se queixaram que as mesmas pessoas que pedem prioridade, depois ficam de pé na conversa num corredor á frente. Mas isso é da consciência de cada, de quem a têm...
ResponderEliminarCom esta lei todas as caixas são prioritárias, todas mesmo! Podem escolher qualquer uma.
ResponderEliminarDantes, mesmo sem ser preciso a existência de uma lei, sabíamos que nos transportes tínhamos de dar lugar aos velhinhos e fazíamos isso naturalmente...
Tem de haver bom senso de parte a parte para que as coisas resultem bem...
E é o que faz falta...
ResponderEliminarPois...
ResponderEliminarNeste caso, não era uma gravida, mas sim uma mãe com uma criança dentro de um carrinho. e não tinha o tapete com artigos de 5 clientes, era uma cliente com o tapete cheio e atolado, artigos até em pirâmide, quando esta mãe chegou...não tinha espaço, porque também esta tinha um carrinho cheio. se ela tivesse uns 4 ou 5 artigos, ainda mos podia ir dando á mão e eu ia os registando, mas assim, era complicado. e esta mãe não pediu licença, não usou a educação apenas me fez sinal de quem diz "atão, como é que é?quero que me atenda agora, porque tenho um bebé"
ResponderEliminarRealmente chegarem ao ponto de levarem os filhos dos vizinhos para terem prioridade é mesmo inacreditável, há mesmo quem esteja disposto a tudo...
ResponderEliminarSe a criança que for no carrinho tivere mais de 2 anos, já não tem prioridade.
ResponderEliminarOu seja se tiver 3 anos, já não tem.
Uma coisa que é comum a quase todos os clientes é que estão sempre com pressa. Ninguém gosta de esperar, ninguém tem paciência.
ResponderEliminarEsperar na fila do supermercado não dá o mesmo gosto que esperar na fila de um concerto para ver um artista famoso...
Pedro, eu não comparei apenas a dor de cabeça e a fome a uma gravidez. Eu referi no meu comentário que estive duas horas num hospital. Ninguém aqui sabe a fazer o quê! Imagine, por exemplo(!), uma pessoa doente, com problemas de saúde, o que seja. Não teria também prioridade ou apenas não tem porque não é visivel? Atenção: são apenas exemplos! Eu fui passada à frente uma vez na fila da charcutaria por uma rapariga com carrinho. O bebé estava acordado e estava bem disposto. Não me importei. O problema é que a senhora demorou horrores pois levou imenso do que havia exposto.
ResponderEliminarJá nesse dia que partilhei no comentário, das horas no hospital, do cansaço, dor de cabeça e fome, fui passada por um casal que nem com licença pediu! Mas sabe o que é pior, para mim? É que o homem, embora pai do bebé, apenas estava a acompanhar a mulher e o filho, pois mal passaram à minha frente a mulher foi com o bebé para a porta do supermercado e o homem ficou a fazer as compras, a colocar os produtos no tapete, a pagar e a arrumar. O problema é mesmo este, é que quem fez as compras foi apenas o homem, não sei se me estou a fazer entender mas penso que sim. A mulher e o bebé foram apenas usados porque "prioridades".
A mim também não me costumava incomodar dar prioridade, dependendo dos casos que eu conheço, mas o problema é que, como a autora deste post diz, "esta lei tirou o discernimento às pessoas", pois agora utilizam tudo o que podem para passar à frente dos outros. E sinceramente ninguém sabe o que se passa com esses outros. Como disse acima, no início deste comentário, o invisivel não significa inexistente!
Isto do bullying é um caso complicado, vejo imensas notícias sobre alunos agredidos, maltratados, humilhados e parece que ninguém faz nada. Ainda por cima tem razão, a educação sai prejudicada!
Eu tive uma professora de artes que chegou a puxar as calças de um colega meu para baixo e chamá-lo cão! Só porque sim. Muitas vezes as agressões físicas ou psicologicas nem partem dos colegas, partem dos professores... mas de qualquer das formas, cada vez é mais frequente e o interesse de quem é responsável cada vez é mais pequeno. É triste mesmo.
Não tem que me pedir desculpa, discutir ideias e opiniões é bom e saudável.
Exato. Chateia-me imenso a falta de educação. Um "com licença" ou "obrigado" não gastam muita saliva às pessoas, não gastam muito tempo nem obrigam a muito esforço. Só fica é bem. Mas como agora é obrigação deixar passar à frente, isso da educação """pouco importa"""
ResponderEliminarÉ como lhe digo...Há muitas pessoas que não querem tornar público que tiveram ou têm cancro, dizer, mesmo que discretamente, isso ao funcionário da caixa era difícil sem que quem estivesse na zona ouvisse. E as pessoas da fila podiam inclusivamente reclamar se não entendessem à primeira porque é que tinha sido dada prioridade a essa pessoa. A maioria não traz consigo sequer o comprovativo de incapacidade, se bem que devia porque eles têm direito a ter prioridade.
ResponderEliminarFez bem. As pessoas por vezes podem parecer não ter problema nenhum mas têm ou já tiveram e ficaram permanentemente com sequelas. O cancro é um desses casos, que muitas vezes leva a pessoa a ser considerada como tendo incapacidade a 80% ou mais. Mesmo que não se vejam os tais sinais exteriores, eles estão lá. São pessoas que não podem carregar pesos, cansam-se com facilidade, têm dores nos ossos, etc. Infelizmente é uma realidade que conheço de perto, por isso alerto sempre os outros para terem cuidado pois às vezes pessoas que podem parecer saudáveis, não o são.
Acho que o que faltava mesmo não era espaço, mas sim boa vontade. Quando não temos vontade, fica tudo bem mais dificil.
ResponderEliminarMas isto sou eu a falar, julgando pela forma como relatou e a forma como descreveu os seus sentimentos sobre o assunto, que vão além deste caso e põe em causa a própria lei.
Eu bem que percebo que deve ser "chato" para a operadora, mas coisas "chatas" são parte de qualquer trabalho..
E no meio de todo este texto e comentários, ainda nã a vi mencionar a cegueria temporário que aflige as pessoas na fila dos super, que estou certo que você assiste todos os dias, vârias vezes ao dia.
Não me diga que também a aflige a si? ;)
"Neste caso, não era uma gravida, mas sim uma mãe com uma criança dentro de um carrinho"
ResponderEliminarE porque refere que a criança está dentro do carrinho? é menos criança por isso?
E este caso é apenas um, no entanto você questionou a existencia da lei quando colocou o titulo, "Será que esta lei tirou o discernimento às pessoas!? ". Já sem falar que generalizou com "pessoas", em vez "desta pessoa".
"e esta mãe não pediu licença, não usou a educação apenas me fez sinal de quem diz "atão, como é que é?quero que me atenda agora, porque tenho um bebé" "
Isso pode ser sinal de duas coisas.
Pura e simplesmente falta de educação, ou, uma mãe que está saturada das pessoas fingirem que não a vêm quando ela chega a caixa.
Infelizmente, eu mesmo, que não trabalho em nenhum super, "passo a vida" a assistir a "cegueira temporária" que aflige as pessoas nas filas das caixas sempre que uma pessoa com prioridade se aproxima.
Infelizmente, muitas vezes estas pessoas tem de se fazer valer, e sabe, quando as pessoas se saturam de uma determinada situação, começam a ficar menos polidas, o que leva a que sejam consideradas de mal educadas, pois não sabemos o que está por detrás.
Por outro lado, talvez essa pessoa, mãe, seja por e simplemente mal educada, não e uma gravidez que dá educação. Ou se tem, ou não se tem.
O que a senhora não deveria fazer é questionar uma lei que existe somente porque a falta de civismo em Portugal está generalizada, e é preciso uma lei para que as pessoas deem prioridade a crianças, grávidas, deficientes e idosos com dificuldades motoras.
Se passei a ideia que gosto de esperar, passei a ideia errada.
ResponderEliminarEu também vou ao super com pressa, odeio esperar e tenho ir bem tarde para que o super tenha menos pessoas para ter de esperar menos na fila. MAS, nada disso se sobrepõe á educação que os meus pais me deram.
Eu não vou "morrer" porque esperei mais 5 minutos na caixa. Isto faz-me lebrar os condutores que fazem ultrapassagens perigosas para chegar um minuto mais cedo ao destino, depois no dia em que tem um acidente perdem logo a pressa toda.
"Pedro, eu não comparei apenas a dor de cabeça e a fome a uma gravidez. Eu referi no meu comentário que estive duas horas num hospital"
ResponderEliminarM, discordo, talvez não se lembre do que disse, logo vou relembrar. Abaixo;
"Já por duas vezes me passaram à frente numa fila de supermercado sem pedir. Passaram e pronto, após eu ter estado literalmente dez minutos à espera da minha vez, cansada depois 2H num hospital, sem comer e com dor de cabeça"
Pareceme uma aparente comparação sobre a sua condição na altura com a condição da pessoa que passou á sua frente.
Mas pronto, nesta altura da nossa conversa, é um quanto ou tanto irrelevante.
"Ninguém aqui sabe a fazer o quê! Imagine, por exemplo(!), uma pessoa doente, com problemas de saúde, o que seja. Não teria também prioridade ou apenas não tem porque não é visivel?"
Não lhe sei responder, estou em dizer que tem prioridade se provar, pois se não tem uma debilidade aparente fica dificil para a operadora de saber se não está a mentir. Não a quero ofender, estamos a generalizar.
Talvez a autora do blog possa responder melhor á sua pergunta.
"Mas sabe o que é pior, para mim? É que o homem, embora pai do bebé, apenas estava a acompanhar a mulher e o filho, pois mal passaram à minha frente a mulher foi com o bebé para a porta do supermercado e o homem ficou a fazer as compras, a colocar os produtos no tapete, a pagar e a arrumar."
Portanto ficou chateada porque o homem ajudou a mulher? A prioridade nesse caso não é da mulher, mas sim do bebé. É por causa do bebé que eles lhe passaram a frente.
" não sei se me estou a fazer entender mas penso que sim. A mulher e o bebé foram apenas usados porque "prioridades"."
A isso chamase julgar o livro pela capa. Mais um pouco e pensa que esse casal teve um bebé para ter prioridade no super....
Não me interprete mal, estou certo que tem quem se aproveita, mas não é a generalidade. O mais comum é o casal ir ás compras, tem um bebé, logo tem prioridade. Nada mais.
"A mim também não me costumava incomodar dar prioridade, dependendo dos casos que eu conheço, mas o problema é que, como a autora deste post diz, "esta lei tirou o discernimento às pessoas", pois agora utilizam tudo o que podem para passar à frente dos outros."
A unica coisa que a lei fez foi incentivar as pessoas a defenderem os seus direitos.
Parece-me que você sempre teve problemas em dar prioridade, mas não era com muita frequencia logo conseguia "encaixar melhor", agora com esta lei, as pessoas reclamam mais pelos seus direitos, logo a frequencia com que lhe passam a frente aumentou, e você acha que isso é falta de discernimento.
" E sinceramente ninguém sabe o que se passa com esses outros. Como disse acima, no início deste comentário, o invisivel não significa inexistente!"
Se tudo for prioridade, nada é prioridade. No entanto se considera que existem situações que deveriam ser consideradas priorítárias, deve devender a inclusão dessas situações em vez de acusar outras pessoas de serem menos sérias porque reclamaram pelos seus direitos.
Ainda na semana passada fui passada à frente numa papelaria com serviço de CTT, em plena hora de ponta, com mais de 10 pessoas à minha frente, por um idoso que ia só comprar uma raspadinha. Sinceramente... devia ter imenso que fazer esse idoso para não poder ir a outra hora, tal como a importância do assunto que o trouxe ali!
ResponderEliminarNós, operadores, podemos, em caso de prioridade não visível, pedir um documento que o comprove...e esses documentos existem.
ResponderEliminarReferi pessoas, porque este não é o primeiro caso. Referi criança dentro do carrinho, porque a criança estava tranquila. Para a lei é indiferente se é uma gravida ou uma criança tranquila dentro do carrinho, mas para uma pessoa com bom senso, pode fazer alguma diferença.
ResponderEliminarÉ um facto que esta mãe estava no seu direito, mas tem de haver alguma calma. A operadora de caixa também não pode fazer milagres e retirar as compras que uma cliente já tinha no tapete e substitui-las pelas dela num ápice.
Eu não quero questionar a lei. Acho que falta é mais informação, educação. Talvez uns cartazes, uns vídeos com advertência para estes casos e situações, ajudasse algumas consciências...
Realmente se acha que boa vontade da parte da operadora resolvia este caso, percebo que não está mesmo dentro do cenário.
ResponderEliminarimagine que você era a pessoa que tinha todos os seus artigos sobre o tapete e que tinha de dar a vez a alguém que também tinha um carrinho cheio, o que fazia? Retirava as suas coisas, demorava mais de 10 minutos e ia para trás desta senhora, que demorava mais 10 minutos, se não mais , a colocar as coisas dela...
Já tive uma situação em que uma pessoa disse que tinha cancro...
ResponderEliminarA mim custa-me ter de pedir comprovativos, a mim bastava-me a palavra do cliente, porque penso que ninguém inventa uma doença para passar à frente de uma fila, mas há procedimentos que temos mesmo de fazer...
Exacto...Se eu estivesse na sua situação também acreditava no que diria essa pessoa. Como diz, não quero acreditar que alguém tivesse sequer a coragem de inventar uma coisa destas. Mas enfim...Os procedimentos são para serem seguidos.
ResponderEliminar"Se a pessoa k está a trabalhar, tb está grávida, tem k aguentar ali 8h ou mais em pé, e levar com o mau humor, de certos clientes, e dos chefes!"
ResponderEliminarE a grávida que está à espera na fila também pode ter estado 8horas, ou mais, em pé e a aturar pessoas no seu proprio trabalho... Não há necessidade de ter de somar a isto mais um fila e gente mal educada e mal formada no supermercado!
Olá colega,
ResponderEliminarRespira fundo porque nessa situação a cliente não tinha assim tanta prioridade. A lei é clara. A cliente tinha prioridade, depois dessa cliente. Essa cliente já tinha as coisas na passadeira e já esta a ser atendida. A prioridade vem a seguir a essa senhora com as coisas da passadeira e antes dos outros senhores da fila... É o que está na lei... se a compra for enorme tem que aguardar na mesma. E só depois se aplica a prioridade. Nisso a lei foi bem feita.. porque a prioridade aplica-se depois de uma transação que já se encontra a ser efetuada.
E mesmo que o cliente barafuste e chame a guarda (que já nos aconteceu, perde a razão). No meu Continente até temos a lei e o procedimento enviado pela sonae quando a lei entrou em vigor junto do plano de trabalho, tanto para mostrar aos operadores como ao clientes que mostram muitas duvidas sobre quando pedir prioridade.
Bruna Pires
Quem me dera se neste continente essa lei também estivesse mencionada por escrito. Obrigada
ResponderEliminarÉ mesmo isso, temos de ter piedade pelos miseráveis :)
ResponderEliminarObrigada
Olha aqui está um bom post e tópico de debate..
ResponderEliminarEsta situação da prioridade na minha opinião e pelo que vejo precisa ser revista.
Para mim a lei da prioridade é a maior estupidez dos últimos anos.
Da forma que está escalonada, é ridículo e só serve para afiar o Chico-espertismo de cada um.
Como aqui neste post várias pessoas comentaram, esta lei é usada como free pass e não como um direito! Ou porque, é chato estar na seca à espera, ou porque, as pessoas se sentem de alguma forma especiais em determinadas situações, quando na verdade é algo perfeitamente normal.
Ex grávidas ou casais com os putos nas filas...
E antes que seja mal interpretado, há situações em que não só as grávidas mas também as pessoas com os putos (que sejam crianças "de colo"), devem ter prioridade, embora nas filas dos supermercados e afins me cause uma certa urticária..
Então crianças que têm claramente mais de 2 anos e até andam, mas depois os pais os põem no carrinho e se fazem de zecas, realmente deixa-me um pouco mal disposto.
Mas tudo tem a ver com civismo e bom senso, não só das pessoas não prioritárias, mas também das prioritárias.
A pergunta que deviam de fazer é se há razão para dar uso ao seu direito à prioridade, e não, se podem usar a prioridade da forma que lhes dá mais jeito ou convém.
Já tive várias situações, especialmente em caixas de supermercado em que já me saltou a tampa. Inclusive uma situação que me enojou e me deixou bastante mal disposto para não dizer outra coisa!
Usar um irmão com deficiência ou atraso mental, para passar à frente das pessoas na fila do supermercado, é patético.. É imoral, nojento e revoltante..mas enfim, hoje tudo é motivo para a "prioridade".
Outra situação é a falta de educação, independentemente da pessoa ter prioridade ou não, algo que devia existir é a educação e bons modos.
Como disse, a pessoa que tem prioridade tem todo o direito de a usar se assim o justificar. Mas, isso não invalida a boa educação e o dever de falar com as pessoas que já lá estão.
Não se justifica passar à frente de todos e agir como se as pessoas que já lá estão não existissem, sendo que depois lá tem que vir a empregada explicar o que se está a passar e se dizemos alguma coisa, somos nós os mal educados, porque:
- "é pá, as pessoas têm prioridade e tal".
A minha mãe já tem mais de 65 e infelizmente tem um problema motor num ombro/braço que a afecta a nível da coluna, devido a isso na maior parte das vezes vou com ela, até para transportar as compras, em especial nas ditas compras do mês. Ela tinha todo o direito de invocar o direito à prioridade, mas nunca o fez e não o faz.. Porquê? Porque não é por mais 5 ou menos 5 min na caixa que o justifica. E isto é só um exemplo, há muitos mais e alguns até piores!
Por isso, quando vejo este tipo de situações das grávidas, ou dos papás com o puto que por vezes já não é um criança de colo, me mete confusão entre outras situações específicas como a que descrevi.
O melhor era voltar ao sistema de caixa prioritária e quem quisesse que fosse para lá.. O problema é que iam ter que estar nas filas e os free pass acabavam.