Ainda há quem não entenda a importância das regras
Estou a acabar de atender um senhor, a seguir está um casal, que parece estar com alguma pressa. Digo para avançarem. No entanto, a mulher ao invés de se manter ao lado do marido, a colocar os artigos no tapete, passa para o outro lado, encostando-se literalmente ao outro senhor (até este ficou surpreendido) que ainda não tinha saído do outro lado. Eu digo " desculpe mas não pode passar, assim não está a manter a distancia"! Ao que ela responde, incomodada e até meio zangada: "tanta coisa, tanta coisa"!

Ainda bem que já não trabalho no contexto de um hipermercado , tendo em conta que é algo recorrente, tendo em conta o que me diz uma familiar que ainda trabalha nessa área , eu acho que nessa situação teria parado o atendimento , até á senhora respeitar as indicações. Vocês são verdadeiros heróis a trabalhar num cenário muito difícil. Se já é difícil às vezes, pela falta de civismo de alguns clientes, agora ainda pior.
ResponderEliminarQuando estas novas regras foram implementadas, na primeira semana, eu até estava surpreendida pela positiva, via as pessoas a acatarem as regras, e até a pedirem desculpa, quando erravam, por falta de conhecimento, eu até dizia " não há problema, estamos todos a no adaptar".
ResponderEliminarEntretanto, de vez em quando lá aparecem estás pessoas, que acham tudo exagerado.
A senhora recuou porque o marido a puxou. Mas só me apetecia dizer que quem não aceita, tem de escolher outro lugar...
Nem sempre é fácil!
Obrigada pelas simpáticas palavras!
As pessoas simplesmente não têm consciência... Nem absurdas o bem bem estar delas mesmas! Também sou Operador de Caixa e há dois dias aconteceu uma situação com uma cliente, que desde então eu decidi não dizer mais nada e deixá-los fazerem o que querem... Metam se todas umas em cima das outras à vontade ... Estava a atender uma senhora a passar lhe as compras na caixa, e temos umas linhas desenhadas no chão para que o próximo cliente ali se mantenha até acabarmos de passar as compras do cliente que estamos a atender para que assim se mantenha a distância de segurança e para que também possamos higienizar e desinfectar o tapete rolante. Só quando as compras já se encontram no outro lado é que o próximo cliente deve avançar. Pois bem... Mal o tapete ganhou um pouquinho de espaço a senhora que se seguia começou logo a enfiar para lá coisas e a chegar-se para cima da cliente que eu estava a atender. Educadamente lhe pedi que se mantivesse junto a linha a aguardar que eu acabasse de passar as compras da senhora para que se mantivesse a distância de segurança. Resposta da Senhora: "Não sei qual é o seu problema!!! Daqui a nada vou estar aí ao pé de si! " Ao que lhe respondi que eu não estava a alertá-la para minha segurança, pois exposta já eu estou ... Mas sim por estar a zelar pela segurança tanto da senhora que eu estava a atender como pela dela. Mas só pela atitude arrogante com que ela falou para mim que não lhe disse nada de mal, e não apenas ela mas vários clientes que tenho visto a darem este tipo de respostas a outros colegas, decidi desde então não dizer mais nada a ninguém. As pessoas têm de ter consciência, sabem bem o que se passa no País, sabem as medidas de segurança que devem tomar, não as tomam problema delas... Quando aparecerem infectadas pode ser que abram a pestana... Já que não nos ouvem nem nos respeitam... Acham que são donas da razão... Então força nisso...
ResponderEliminarSó acho "graça" é que dentro do supermercado, quando andam a encher os carrinhos vejo os muito preocupados" em se desviarem uns dos outros, mas depois quando chegam à caixa vale tudo.
Essa situação não me surpreende, há sempre estas "alminhas perdidas"!
ResponderEliminarÉ preciso uma grande dose de paciência.