Mais do mesmo...
Um senhor depois de já ter o tapete de receção de artigos cheio de artigos, alguns sobre os outros, e de eu já ter registado alguns, tendo também o tapete do outro lado meio ocupado, deixa no carrinho várias garrafas de bebias alcoólicas e tencionava me as dar em mão, uma a uma do lado de saída. Ora, além de não ser permitido passar com as coisas não registadas para o outro lado, como é que eu ia controlar o que já tinha registado e o que tinha para registar!? Para mim, a intenção não era boa!
Disse-lhe que não podia ser assim, reclamou, fez birra! Tudo porque tinha de esperar que o tapete rolasse um pouco para ter espaço para colocar os restantes artigos.
Nem com um vidro alto à frente perdem a mania de entregar os artigos em mão, de estar próximos, de não se distanciarem, só falta se deitarem no tapete para chegarem mais perto de nós, não percebem que têm de colocar os artigos atrás e que o tapete os trás até nós!
Não se habituam a ter comportamentos mais civilizados e corretos!

Aqui no Intermarché ultimamente temos que pôr tudo, até as coisas mais pesadas, no tapete, se bem que da última vez, com o tapete cheio, e 5 sacas de areia para as gatas, me disseram para passar com as sacas no carrinho para o outro lado. Mas registam logo, antes de eu pôr mais alguma coisa no carrinho.
ResponderEliminarO que faço, muitas vezes, quando já não tenho espaço, é ir dando também em mão, mas do lado de cá, para poder esvaziar o carrinho e passar para o outro lado, para começar a arrumar as compras e libertar espaço. Mas pergunto sempre se posso fazê-lo.
No continente também já houve uma altura em que se punha tudo em cima do tapete, agora, desde que dê para ver bem as quantidades, podemos multiplicar.
ResponderEliminarDar coisas em mão, não. O tapete tem uma zona demarcada a verde, onde se deve colocar as coisas que depois vem até nós.
O cliente querer entregar, por exemplo uma pesada caixa de cervejas em mão á operadora, além do esforço físico que a obrigaria a fazer á coluna para se esticar, para além do acrílico, ia quebrar as regras do distanciamento. Se nós temos tanto acrílico á volta, é para não ser contornado.
Para o cliente seria só um artigo, seria um instante, mas para a operadora, seriam centenas de artigos por dia, por isso, já que a empresa investiu na segurança e saúde no trabalho, só tenho de respeitar e fazer cumprir, porque estou de acordo.
Agora no intermache as coisas talvez não funcionem assim. Ainda hoje tive de ir comprar pão num, e não havia distanciamento se quer na fila. Simplesmente olhei na cara da pessoa que estava a encostar se e disse "distanciamento social por favor"! Recuou logo!