Ai, valha-me Deus, que não chega!

Estou a atender uma simpático e bem disposto velhote, que vai arrumando os seus artigos diretamente no carrinho, porque tinha deixado os sacos na viatura!

A dada altura começa a olhar preocupado para o ecrã, e  diz: "Ai, valha-me Deus, que não chega"! Nesse momento, fico na dúvida se continuo a registar ou  se pergunto ao senhor alguma coisa. Também fiquei preocupada.

Quando termino o registo, peço o cartão continente, pergunto se tem algum cupão e se quer número de contribuinte na fatura.

O senhor disse-me que não sabia se tinha dinheiro que chegasse, e eu disse, "então vamos lá contar". Contei todas as notas, moedinhas...Faltava pouco, cerca de quase dois euros, e como o senhor tinha várias latas de atum de primeira marca, apenas anulei uma. Pediu desculpa, e eu disse-lhe que não havia problema. O senhor foi de uma simpatia, que eu retribui.

Mas custa-me imenso estas situações! Infelizmente não se pode ajudar muito mais...




Comentários

  1. Já agora, diga me uma coisa, as pessoas que vão trabalhar tem prioridade?
    É que por várias vezes estou na fila e há alguém a pedir para passar porque vai trabalhar e deixam. Obrigado

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  2. Claro que não. Mas se deixam e ninguém se opôs, as pessoas aproveitam. As pessoas que vão trabalhar têm se organizar melhor, não é ir passar á frente, porque há mais quem vá trabalhar!

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