Uma cliente, mulher na casa dos 35/40 anos, quando chega à caixa com o seu carrinho cheio, encosta o mesmo ao tapete e dirige-se a mim, e pergunta se me pode pedir uma coisa. Ao que eu respondo com recetividade. Pediu-me para não começar a registar os produtos, antes de ela os colocar sobre o tapete, porque como estava sozinha, fica enervada e ansiosa, de ver o monte do outro lado. Como de ansiedade em coisas simples, percebo eu bem, respondi de forma compreensiva e acolhedora. Percebi, que ficou aliviada. Deixei que ela tirasse quase tudo para o tapete, felizmente foi num momento calmo. Quando ela tinha só duas ou três coisas por tirar, disse-lhe que ia começar a passar as coisas devagarinho, até me ofereci para ajudar a embalar, mas ela disse que tinha que separar as coisas da forma que ela sabia. Assim acabou por fazer as coisas à maneira dela, sem pressas, sem stresse, sem pressão! No final despediu-se com gratidão. Ás vezes não custa nada ser empática ...
Parabéns, Anabela, por essa incrível conquista e repercussão sobre o livro! Vi seu comentário em meu blog e respondi lá mesmo, não sei se você voltou lá para ver. Mas estou muito impressionado com sua força em concluir esse trabalho, e é muito merecedora de todas essas matérias a respeito de um assunto tão inusitado, que é a rotina (nada fácil) de uma operadora de caixa de supermercados, que tanta gente nunca parou para observar e dar o seu devido valor.
ResponderEliminarUm grande abraço! Tem uma mensagem de Natal em meu blog, te convido a recebê-la!
Olá!
ResponderEliminarSim ,eu vi a resposta no seu blog e ando a ler "o supermercado do seu Afrânio " que ainda não descobri se a história é real ou fictícia :)
Obrigada pelas suas palavras
Até breve
cumpriment
Oh mulher tu agora és famosa!
ResponderEliminarParabéns.
Bom fim de semana