Na passada sexta-feira, dia 23 de janeiro, a padaria do continente modelo onde trabalho, passou a ser de livre serviço. Embora tenha ficado um espaço bonito, e a prática já seja habitual em muitas lojas, divide opiniões. Agora somos (operadores de caixa) nós que registamos tudo, não é, como em algumas lojas, onde há balanças e são os clientes a fazerem esse trabalho. Fiquei a saber que existem 1001 pães diferentes, e que é preciso os saber distinguir, para além de um número infinito de bolos e salgados. A caixa registadora tem imagens, é certo, mas mesmo assim, é preciso algum tempo. Houve clientes que lamentavam já não serem as padeirinhas a aviar. A máquina de cortar o pão, também agora manejada pelos clientes. Vi alguns pães cortados ao alto, e outros, que por estarem quentes, ficarem quase em sopas. Ontem, estava a atender um casal que tinha, por acaso, uns pães, que nem eles sabiam o nome, nem eu encontrava a imag...
Parabéns, Anabela, por essa incrível conquista e repercussão sobre o livro! Vi seu comentário em meu blog e respondi lá mesmo, não sei se você voltou lá para ver. Mas estou muito impressionado com sua força em concluir esse trabalho, e é muito merecedora de todas essas matérias a respeito de um assunto tão inusitado, que é a rotina (nada fácil) de uma operadora de caixa de supermercados, que tanta gente nunca parou para observar e dar o seu devido valor.
ResponderEliminarUm grande abraço! Tem uma mensagem de Natal em meu blog, te convido a recebê-la!
Olá!
ResponderEliminarSim ,eu vi a resposta no seu blog e ando a ler "o supermercado do seu Afrânio " que ainda não descobri se a história é real ou fictícia :)
Obrigada pelas suas palavras
Até breve
cumpriment
Oh mulher tu agora és famosa!
ResponderEliminarParabéns.
Bom fim de semana