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Atendi um político na minha caixa, mas não sei o seu nome...

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Estava a atender um Sr., muito bem parecido, na casa dos cinquenta anos. Na fila estava uma senhora, suponho que na mesma faixa etária. Ela estava em bico de pés, quase saltava, fazia sinais que eu não percebia. Até pensei que estava algo errado comigo. Quando este senhor sai, ela então desabafa. Pergunta-me se eu não reparei quem era o Sr.. Eu respondi que não. Ela disse " não me diga que não o conhece, ele é um deputado, costuma aparecer no parlamento ..." a senhora até me disse o partido, mas eu sinceramente como não ligo muito a politica, não faço a menor ideia quem seja o senhor.   Posso dizer que foi muito cordial e simpático. Mas aquela mulher estava eufórica, parecia uma das fãs do Tony Carreira! Não é para me gabar, que nem ligo a isso, mas já atendi outras pessoas famosas. Se voltar a atender este senhor, não o vou reconhecer, como já vos disse, não sou boa fisionomista! 

Fobia a multidões

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Creio que isto aconteceu a um domingo. O supermercado estava com muitos clientes, mas não aqueles dias mesmo lotados! Na fila tinha aí umas três pessoas, incluindo a que estava a atender. Vejo uma cliente (a 3ª da fila), daquelas frequentes (habituais e conhecidas) a abanar-se muito com um papel e a soprar do tipo respira e inspira .. Pergunto se ela se está a sentir mal. A senhora responde : " Estou bem, só que me faz aflição ver tanta gente, começo a entrar em stresse!" Então a cliente que estava antes desta, imediatamente deu a vez a esta senhora, pois disse que sabia bem o que era ter uma fobia. Esta senhora despachou-se o mais depressa que pode, agradeceu e no fim disse-me que não podia vir mais em dias de aperto. Eu fiquei um pouco impressionada com esta situação, não fazia ideia, que o facto de haver muitas pessoas no supermercado pudesse causar fobia a alguém. Eu também não gosto de estar em lugares com muito movimento e com muita gente, mas nunca pus a hipótese de  c...

Humor entre amigos!

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Estou atender um homem que comprava uma saca de ração para cães de 20Kg da marca continente (a nossa marca branca). Chega pelo outro lado um colega seu e diz :" Olá, estás bom? Então vieste comprar o almoço!?" Ao que este responde :" Pois...vim...mas isto é muito para mim, não queres almoçar comigo?"! Então começaram os dois a rir na paródia e o colega do cliente que eu atendia ainda respondeu: " Eu só como pedigree"!   E assim se divertem... e animam quem os ouve.  

Desafio : 6 coisas sobre mim

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Este desafio consiste em contar 6 coisas sobre mim que vocês não sabem e depois passar o desafio a 6 pessoas. Vamos lá então... (no meu caso vou relacionar um pouco as 6 coisas com o universo do blog). Foi a MaluquitaM  do blog "apenas meu" que me passou este desafio.   1º Tenho alguma dificuldade em saber o nome das  minhas colegas, principalmente aquelas em que os nossos horários raramente coincidem. Chego a trocar os nomes;   2º Não sou muito boa fisionomista. Se encontro uma pessoa num contexto diferente, posso não a reconhecer; em contrapartida fixo muito bem uma voz. Exemplo: há dias encontrei numa outra clínica o dentista de quando eu era pequena. Ele estava muito diferente, devem ter passado aí uns 15/20 anos, mas pela voz descobri quem ele era. Até ele ficou admirado;   3º Antes de entrar para o Modelo, trabalhei numa empresa, (como administrativa) onde tinha um gabinete,  só para mim, que era altamente.   4º Lamentavelmente  muitas das vezes dou a entender às outras...

As malas e as mulheres

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Já todos sabem como são habitualmente as malas das mulheres, incluindo os próprios homens! As malas normalmente estão cheias de coisas, há lá de tudo. Nunca encontramos as chaves do carro; quando o telemóvel toca, demoramos a encontrá-lo.   Enfim... todas temos as nossas histórias com as malas. Mas num dia cheio como um sábado,  uma cliente simplesmente não encontrava o multibanco. Não sei se a senhora estava preocupada por não achar o cartão ou  por ter as outras pessoas da fila a desesperar com a demora, sei se ela estava stressada. Vi a senhora ficar vermelha como um tomate e tremer de nervos. Vi um senhor que estava na fila a reclamar da demora. Aqueles minutos pareciam uma eternidade. Pelo que percebi o multibanco tinha entrado no forro da mala.   Foi um alívio para a senhora! Mais uma vez uma situação em que se nota a impaciência das pessoas...      

Apelo à sensibilidade masculina

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    Estou a atender um casal já de média idade (por volta dos 50/60 anos). O homem diz à mulher que vai buscar algo que se esqueceu. Neste momento a esposo vai ao expositor de revistas, traz uma e diz-me: “ menina passe a revista, depressa, que o meu marido não pode ver”! Assim fiz. Depois a Sra. já mais calma e com a revista guardada na mala, revela-me:” Desculpe estar a envolve-la nisto, mas se o meu marido sonha que gasto dinheiro em revistas… Foi sempre um forreta, só pensa em juntar e só compra o necessário”. Entretanto o marido chegou e a conversa parou por ali. Fiquei com a sensação que aquela senhora estava triste, e precisava mesmo ter aquele desabafo. Por vezes os homens conseguem ser uns insensíveis.   Deixem lá as esposas comprarem uma revista, um livro, um batom. Sem exageros e desde que não comprometa a compra de bens essências, claro!

Depois da morte de Saramago, já comprou algum dos seus livros?

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Não sei se é impressão minha, mas parece-me, que desde que  Saramago morreu, tenho registado mais livros seus. Quase todos os dias registo livros e por vezes nem reparo nos autores ou nos títulos, mas acredito que as vendas deste autor tenham subido. Por acaso já alguém de vós comprou um livro depois da   morte do escritor? Podem me dizer se foi por alguma razão especial? Tem outro valor? Acha que vão esgotar?  Está na moda?    Nota: É apenas uma curiosidade, não estou de forma alguma a criticar. Saramago faz parte da nossa história.