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São as pessoas mais velhas e reformadas que mais reclamam do tempo de espera

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Um dia destes, acho que era fim de semana, eu entrava ás 8 horas, e como gosto sempre de chegar cedo, passei pelo parque dos clientes eram 7:40h. Já estavam algumas pessoas à porta, outras dentro das viaturas. Sentado sobre o alumínio das garrafas de gás, estava um velhote habitual. O continente abriu ás 8 horas como habitualmente. Por volta , das 8:40h, para além das caixas selfies abertas, só estava eu, e estava  a atender um casal que tinha um carrinho com algumas coisas. Chega um velhote com apenas uma embalagem de sardinhas. Como não tinha uma caixa só para ele, começa a falar alto, a dizer que "isto era uma pouca vergonha! " Ora pensando bem, se ele foi logo à peixaria e só tinha um artigo, deve ter andado a passear pelo supermercado, então e nessa altura não tinha pressa!? Reclamou só porque tinha de esperar no máximo dois minutos!? Se calhar vão dizer que o senhor era velhote e que não podia estar de pé, e talvez seja uma razão. Mas, se os idosos...

Quando algo fica mais lento que o normal no atendimento

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O dia de trabalho estava a correr normalmente, e até tranquilamente, como é hábito às segundas-feiras. No entanto, a dada altura, o sistema do cartão continente, bem como a aplicação, começa a ficar lento. Nestas alturas, eu sei que é importante manter a calma, porque o problema não é meu (nosso), e esperar, é a única alternativa. Mas eu sou uma pessoa stressada, e a situação mexe com o meu sistema nervoso. Felizmente esta situação é por um curto espaço de tempo, mas que parece uma eternidade! Estava a atender uma pessoa conhecida e como o sistema não avançava, deu para estar a conversar. Mas tive o cuidado de dizer ás pessoas da fila, que estava na conversa porque tinha de esperar o sistema responder, porque um senhor já estava a soprar, certamente a achar que eu estava na conversa e não despachava os clientes. Houve clientes que não se importaram de não passar cartão continente , para  esses o sistema funcionava no tempo normal. Por vezes, eram os próprios clientes que ...

O custo de vida, não está fácil

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Estava a atender uma senhora já com certa idade, que ia olhando para o visor, onde vai passando os preços. Pensei  que poderia algum artigo não estar a passar ao preço que a senhora tinha visto. Então perguntei se estava alguma coisa a preço diferente. A senhora respondeu que não era isso, disse  que o  problema era que tinha de retirar algumas coisas porque o dinheiro não ia chegar. Não é fácil ouvirmos isto, mas ultimamente, acontece com alguma frequência. Perguntei o que queria deixar, e ela lá retirou umas quatro ou cinco coisas, pediu desculpa, dizendo que só trouxe dinheiro, porque deixou o cartão em casa. Talvez seja verdade, ou talvez não tivesse mesmo mais dinheiro. Uma jovem, grávida estava a seguir, reparei que estava triste com a situação. Quando a senhora saiu, a jovem disse-me que infelizmente a situação não estava fácil, que também estava sempre a contar o dinheiro, e que gostaria de ter muitos filhos, mas que, desta forma, só teria um. Mas também...

Um clássico do continente

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Os cupões de desconte de 15% em toda a loja, são já um clássico do continente. Uma semana para entregar o cupão e a semana seguinte para descontar o saldo acumulado. Felizmente já há clientes que percebem a mecânica. No entanto há outros,  que acham que a nossa caixa registadora é um computador ou uma bola de cristal e assim nós ao passarmos o cartão continente, já sabemos, o saldo que o cliente tem, o saldo que está a expirar e o que pode ficar até ao Natal! Alguns clientes ficavam admirados quando perguntava se queriam descontar o saldo e respondiam:" Então mas está a brincar comigo!? Se não o descontar,  perco-o!" Outros,  eu perguntava se queriam descontar. Diziam que não! Eu perguntava se não era do saldo dos 15% que expirava. Alguns respondiam que não, e tinham razão, outros ficavam na dúvida, outros só percebiam que era para descontar,  depois de surgir no talão e de já terem pago! Outros ainda, achavam que eu tinha de saber a parte do saldo que era para desco...

Dias calmos e dias agitados no supermercado

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Aqui há uns dias ajudei uma senhora na escolha de um alimento para o seu animal de estimação. Ela queria algo para um gatinho bebé, e não sabia o que lhe dar. Trazia ração e paté para gato adulto. Então, e como era um dia calmo, uma segunda-feira, expliquei onde estava a alimentação adequada,  e  à segunda tentativa, lá encontrou. Lá me contou como o animal lá tinha ido ter a casa. Eu que adoro gatinhos e também tenho um, o assunto entusiasmou-me, dei alguns conselhos e dicas. Dias depois voltou lá, e eu,  que até não sou boa a decorar caras, lembrei-me dela e do gatinho. Então perguntei, como estava o animal. Era só uma pergunta. Mas era um dia com muito mais movimento. Mas a senhora, falava, falava, dos feitos e gracinhas do bichano, e não arrumava os produtos, até foi ao telemóvel, procurar fotos do gato para me mostrar. Eu já arrependida de ter perguntado, as pessoas na fila a olhar. Estava um senhor a rir-se na situação e a perceber a minha afliçã...

Sempre gostei de inventar palavras em jeito de brincadeira

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Os termos Blogger, bloguista ,  blogueiro, blogueira, são estrangeiremos, ou português do Brasil, não existe bem, um termo português de Portugal, então tive a ousadia de inventar um. (Blogue) Blog + Literata (escritora). Os termos Blogger, bloguista e blogueiro, são estrangeiremos, ou português do Brasil, não existe bem, um termo português de Portugal, então tive a ousadia de inventar um. (Blogue) Blog + Literata (escritora). Blogliterato para o masculino. Blogliterata para feminino. Claro que isto é só uma brincadeira ! Sem querer ofender a língua portuguesa! Poderia se pronunciar assim .  

Sem noção ou sem vergonha!?

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Aqui há uns dias, estava a atender uma cliente que depois de colocar os artigos no tapete, passa para o outro lado, mas leva lá um saco térmico, que percebo que tem coisas dentro. Havia espaço no tapete para o colocar. Eu  : E esse saquinho aí? Cliente : São os congelado, já lhe dou, estão aqui,  para não se estragarem. Eu: Mas tem ali espaço para o saco ! Cliente: Está com medo que eu não pague !? Eu ( já a começar a stressar): Não se trata de ter medo, são regras, os artigos , não podem ir para esse lado, não estando registados e ainda por mais,  dentro de sacos! E pronto lá meteu o saco. Havia necessidade disto!?