Crianças de colo e crianças ao colo, qual a diferença?

 Há meses no meu local de trabalho, houve uma pequena alteração nas caixas.  A caixa que antes era chamada prioritária  e onde era dada ( digo dada por gentileza e não por obrigação) prioridade a grávidas e deficientes deu lugar a uma caixa exclusiva e inclui mais uma vertente, tem uma figura de uma pessoa com uma criança ao colo.


 


Agora a caixa está quase sempre fechada, tem um telefone, e quando alguém nestas condições quiser pega no telefone e chama uma operadora só para a atender? É bom não é? Então porque será que quando se resolve um problema nasce outro? Uma cliente confidenciou-me que uma mãe pegou de propósito no filho de cerca de 5 anos ao colo para pedir para ser atendida lá! Talvez por isso no inicio da implementação desta ( nova) caixa a supervisora tenha dito :" olha: é crianças de colo ( entenda-se pequenotas) e não alguém com uma criança  bem crescida ao colo!"


 


Ora digam lá se no meu Modelo não há clientes criativos? É que estão sempre a tentar dar a volta à questão de modo a terem sempre razão!


 


Comentários

  1. Isso é o típico chico-espertismo português! Se resolvem um problema , criam logo mais dois ou três :) (olha até rimou!!)

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  2. Parece ser uma boa ideia, uma caixa prioritária exclusiva.
    A caixa está fechada, ou seja tem que estar alguem sempre disponivel para atender essas pessoas, normalmente quem vai atender é as "vendas" ou se estiver duas pessoas no balcao de informação.
    Entao e quando as vendas já estao sentadas e no balcao está um caos e no verão que estão as caixas todas abertas e filas enormes?
    Por aqui essa norma não iria resultar, espero que resulte na tua loja.

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  3. Houve um sábado em que a loja estava mesmo lutada, e neste dia essa caixa funcionava como uma caixa normal, e quem estava nessa caixa tinha de informar todos os clientes, que aquela caixa era exclusiva, mas neste dia devido à grande afluência estava como caixa normal mas também era prioritária. Felizmente correu muito bem.
    Enfim, vamos "educando" os nossos clientes...e agora eles já sabem como funciona!

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  4. Da próxima vez que for ao supermercado já sei, pego na Vanessa ao colo e vou para a tal caixa.

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  5. Pois enquanto não estiver lá um * a dizer o limite de idade, o cliente vai sempre tendo ideias! :)

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  6. Se calhar o miúdo estava cansado ou era grande para a idade.

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  7. well, tambem tivemos esse problema, como sou da manutençao coube a mim arranjar nova placa com a idade maxima da criança, mas mesmo assim continuam os espertos em aldrabar a idade dos pekenotes.
    Moral da história: os clientes vao sempre arranjar forma de contornar as regras.

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  8. Só hoje descobri este blog, e digo que estou a adorar...
    Onde vou (Continente) também tem caixa exclusiva e também acabo por chamar por telefone uma empregada para me atender.
    Já me aconteceram duas situações nessa caixa.
    Uma vez estava um casal á minha frente com um bebé e pôem as compras na passadeira e a mãe pega no miudo e vai se embora, fica só o pai na caixa. Eu que tinha o miudo aos berros tive que esperar que o homem acabasse as compras do mês (tinha o carrinho a abarrotar) para me despachar...
    Outra vez foi uma mulher que pegou num miudo de 10 anos ao colo para ser atendida na prioritaria, (estava a ser atendida quando chegou á caixa), claro que tanto eu como a rapariga da caixa nos desatamos a rir...
    Beijitos

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  9. Obrigada pela tua visita e comentário. As situações que relatas são-me tão familiares. Infelizmente há sempre alguém que gosta de se armar em "Xico esperto!" Por vezes dá vontade de rir e por outras só apetece abanar o cliente :) , mas enfim haja paciência!
    Bjs e bom fim de semana

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  10. Que fantásticas dicas de "xico-espertismo" se aprendem por aqui!
    Bem sendo assim, da próxima vez que vir uma "caixa prioritária" vou logo para lá com a minha mulher e se alguém me questionar do porque estarmos ali, alego que ela está grávida... se me perguntarem de quanto tempo... respondo "Ahhh... para aí há uns 30 minutos" :-)

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  11. Essa é velha. Mulheres a usarem as crianças para receberem tratamento prioritário e imediato é truque velho.

    Vê-se em todas as repartições do IEFP, das Finanças, da SS, nos Postos Médicos... e, claro, nos supermercados...

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