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Banco alimentar 2015

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Este fim-de-semana, contribua num supermercado perto de si! Muitas pessoas carenciadas vão agradecer.  

Não me diga nada

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Cliente : Não me diga nada, está bem! Operadora de caixa : Desculpe!!! Cliente : Essa lengalenga que vocês dizem. Não quero nada e não tenho nada...Só preciso de pagar e levar as coisas para casa. Não preciso de sacos, não tenho cartões! Operadora de caixa : Certo! Nem pedi trocos, limitei-me a estar bem caladinha, apenas agradeci no final!  

Há um tempo para tudo e está tudo coordenado

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Por causa da promoção do peixe e marisco frescos, hoje o supermercado esteve bem cheio. Muitas pessoas, principalmente pessoas com pressa, para não variar. Chegavam a tirar-me os artigos das mãos antes de eu os registar . Estava a atender uma senhora já com alguma idade, mas que estava no seu passo de senhora de idade, ou seja, devagarinho a colocar as compras no carrinho, devagarinho a tirar a carteira da mala, enfim... E  quando eu perguntava se tinha cartão  lá ia ela tirar o cartão, eu perguntava se tinha cupões e lá ia ela retirar com toda a calma  o seu cupão. Reparei que na fila estava um senhor só a bater o pé de impaciente. Até que, quando esta senhora saiu da caixa, o dito senhor diz-me: "era preciso tanta pergunta, não viu que a mulher era lenta e que estava a atrapalhar isto tudo!?" Ao que eu respondi: " mas aquelas perguntas que eu fiz á senhora fazem parte do meu trabalho e eu tenho mesmo de as fazer"! Ainda ouvi alguém na fila dizer: "nas finança...

Pedir ou não fatura no supermercado?

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Como todos sabem, nós operadoras de caixa, temos uma espécie de disco gravado, onde repetimos uma serie de perguntas ao cliente. Perguntamos se tem cartão continente, se quer descontar o saldo, se deseja saco, se quer contribuinte. Enfim, por vezes até sinto que me acham uma chata, mas, mesmo assim, tenho de fazer estas perguntas, porque fazem parte do meu trabalho. Um destes dias quando a minha pergunta foi "quer contribuinte na fatura", a resposta da cliente foi: " mas porquê, isso vale a pena, vou ganhar alguma coisa com isso?" Respondi que não sabia e que apenas colocava contribuinte se a cliente o desejasse. A cliente começou a barafustar e a dizer que se eu estava a fazer a pergunta tinha o dever de saber indicar às pessoas os benefícios ou não do acto. Ainda respondi que não tinha de saber isso, que cada caso é um caso e que cada pessoa é que sabia da sua vida. Ainda disse que essa informação só as finanças ou um contabilista é que lhe poderia dar. A cliente ...

A estranha oferta na fila do supermercado

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Estou a atender uma senhora que tem um ligeiro sotaque, mas não identifiquei de que país. A seguir está uma outra cliente, que por acaso até é minha colega, mas está de folga e por isso foi às compras com o seu bebé que tem meses. Essa colega está a dizer a alguém que o seu bebé não está na escolinha mas está com a avó, e diz também,  que assim, é bom para o bebé, é bom para a avó e principalmente é bom para a sua carteira. A dado momento a cliente do ligeiro sotaque pega num pacote de seis ou oito iogurtes  bifidus activia e nuns bolos com creme (tipo lampreia) de  doce de ovos e oferece à cliente que é minha colega. A minha colega fica bastante surpreendida e ainda tenta recusar a oferta, mas a senhora diz que é para o bebé e para outra criança que ela lá tem em casa. Completamente embaraçada, a minha colega lá aceita e agradece a estranha oferta. Estranha porque aqueles iogurtes e bolos não são o mais indicado nem para crianças nem para bebés. Quando a senhora se foi embora, a min...

"Deixe estar que eu não fujo com o papel"

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Parece-me que os clientes andam um pouco sensíveis. Ofendem-se por tudo. É por olharmos para o fundo do carrinho, é por verificarmos o código barra dos sacos, enfim.. Hoje estava a atender umas clientes, talvez mãe e filha. Colocaram todas as compras em cima do tapete, excepto um rolo de papel higiénico, daqueles de 12 rolos, ou seja, não era muito grande. Pedi se me davam o rolo para eu registar. A senhora disse que aquele rolo era numa conta à parte. Eu disse: "mas é leve pode por em cima do tapete" ( já que havia espaço). A cliente responde: " deixe  estar que eu não fujo com o papel"! Assim sendo não insisti mais, acabei a conta , pagaram, receberam os talões e troco, e já iam embora todas felizes da vida. E eu disse: "então e o papel!?" Olharam para mim como se eu fosse uma policia,  tiram finalmente o papel do carrinho e deram-me para eu registar. Conclusão: não iam fugir com o papel, mas já se tinham esquecido dele. Mas depois, nós é que somos desco...

O concursão do continente

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Lista dos vencedores  .